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terça-feira, 30 de novembro de 2010

O maior dos artistas

O maior dos artistas
Por Daiana Barros



Sem sombra de dúvidas, sabemos que Deus é o Artista Maior. Sabemos também que Ele nos deu dons e talentos, e somos capacitados a desenvolver ao máximo esses dons, com o intuito não apenas de buscar a excelência, mas de podermos ser modelo e ser exemplo de adoradores apaixonados pelo Deus Criador e Artista.

A Palavra diz:

Pois, nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados quer potestades. Tudo foi criado por meio Dele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste. CL 1:16,17

Aleluia! Não poderíamos ter um professor melhor! Gostaria de dar ênfase neste texto, não somente a arte no reino de Deus, mas o compromisso que temos com aquilo que Ele nos permite desempenhar na sua obra. Quero dar ênfase ao compromisso que devemos ter com algo que não é nosso, mas sim do nosso Pai.

Nós, artistas, antes de desempenhar algo para o Senhor, precisamos pagar um preço. Preço de entregarmos as nossas vidas em santidade, amor e adoração constante. Quando dizemos constante quer dizer sempre, em todo tempo, sem pausas! É assim que devemos ser.

Quando falamos de compromisso, lembramos da nossa primeira aliança com o Senhor, o dia em que o aceitamos em nosso coração. Apartir deste dia, Deus deposita em nossas mãos TODO o seu reino. Que compromisso! Em Jeremias Deus nos dá uma advertência:

Ai daquele que realizar a obra do Senhor relaxadamente!

Que tremendo! Neste versículo encontramos tudo que se refere ao compromisso que temos com o Deus todo poderoso. É importante deixar claro que não devemos amar nossos ministérios acima de Deus. Já ouvi muita coisa do tipo:

Eu amo cantar!
Eu amo dançar!
Eu amo interpretar!

Tome cuidado com essas expressões! Tudo que fazemos na obra tem que ser por amor ao Pai, porque somos totalmente apaixonados por Jesus! Nós o servimos porque desejamos ardentemente adorá-lo e estar em sua presença com o que Ele confiou em nossas mãos: a arte!

Não faça nada se você acha o “seu” talento bonito, agradável, ou talvez porque mereça algum mérito próprio. Toda honra e glória pertencem ao Senhor. Ore a Deus e peça que Ele mude as suas motivações se elas forem errôneas.

Quero ir ainda mais fundo... Se você é um líder, seu grupo será aquilo que você é. Com a mesma intensidade que você buscar ao Senhor o seu grupo buscará também. Portanto, busque ao Senhor Jesus e peça que Ele transforme realmente o seu coração, para reconhecer que a arte não é sua, mas do Pai, e que é Ele quem capacita,


Deus abençoe a todos
Daiana Barros
http://www.vidanovamusic.com
daibarros@hotmail.com
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Sexualidade: Uma benção em crise !.

Sexualidade: Uma benção em crise !.

A completa permissividade que vemos hoje é, certamente, conseqüência da Revolução Sexual iniciada da década de 1960. Os apelos sexuais da mídia geral levam muitas pessoas (principalmente adolescentes e jovens) a praticarem o sexo sem compromisso. Mas levam-nas também, inconscientemente, a sentirem nojo, aversão e culpa por essas práticas – e essa é uma estratégia diabólica para ofuscar a beleza do sexo, uma das coisas mais santas e prazerosas que Deus criou.


Os jovens evangélicos têm sobre si duplo peso: viver num contexto pós-moderno onde não há absolutos morais e os chavões mais populares (“Ah, o que é que tem?!” e “Isso não tem nada a ver!”) nasceram dos pensamentos acadêmicos relativizados e onde pais e líderes evangélicos não assumem a responsabilidade de desmistificar, des-satanizar e des-sujar a bênção do sexo.

Um dever bíblico e cívico que os pais e líderes têm é o de ensinar princípios morais aos adolescentes e jovens. Exigências podem ser feitas quando os direitos não são respeitados. Acredito que os jovens deveriam exigir dos pais e líderes maior atenção na área da sexualidade. Os pais, por outro lado, deveriam reconhecer humildemente seu erro de omissão e mudar de atitude. Ouvi uma frase, recentemente, que está reverberando em minha mente: “Não devemos ter vergonha de falar daquilo que Deus não envergonhou de criar.” (Clemente de Alexandria)

Os jovens estão escalando sozinhos montanhas íngremes e geladas sem conseguir conciliar os valores éticos bíblicos, a verdadeira ciência e o lixo da mídia. É essa mídia que ensina a excluir e rotular de quadrados todos aqueles que lutam para guardar os valores que conduzem à “boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.

Nos atendimentos do Movimento pela Sexualidade Sadia (MOSES) temos recebido muitos jovens (rapazes e moças) sinceros que envolveram-se no homossexualismo a partir de sugestões externas (como apelidos na infância e na adolescência, por exemplo) ou abuso sexual, quando eles não tinham com quem desabafar e tirar suas dúvidas, pois “falar sobre sexo é senvergonhice”. Alguns desses jovens derramam lágrimas de vergonha e culpa pela humilhação que sofreram porque não sabiam como se defender.

Contudo, uma coisa é interessante nas respostas: a certeza que a maioria tem de que sexo antes do casamento e homossexualismo não são os ideais de Deus para a humanidade – por isso as conseqüências estão aí com as mães solteiras sofrendo as juras de amor não cumpridas, as doenças sexualmente transmissíveis e o total desconhecimento de verdades que nos preservam física, espiritual e socialmente .

As campanhas que só ensinam a usar preservativo para o “sexo seguro” são superficiais e incentivam a prática do sexo sem amor e compromisso. Nesse contexto, muitas autoridades da área de saúde já reavaliaram sua posição sobre essas campanhas e, hoje, afirmam que o mais importante no que se refere às DSTs – principalmente a AIDS – é uma mudança de comportamento. À nossa sociedade promíscua e perversa não interessa divulgar essa verdade.

Outro ponto que desperta nossa atenção é o enfoque “espiritualizado” que a maioria dá para o homossexualismo, como se só ele fosse alvo das influências de satanás. Ora, a Bíblia diz em Romanos 11.32 que “Deus a todos encerrou na desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos” e em 1 Coríntios 6.9 a 11 que adúlteros, mentirosos, idólatras, avarentos e bêbados são tão pecadores e alvos do diabo quanto os homossexuais. Acredito que os evangélicos deveriam ler mais livros cristãos sobre o assunto para ter uma visão de mais compaixão e menos preconceito com aqueles que sofrem com tendências homossexuais. O apóstolo Paulo nos mostra no último texto citado que, na igreja de Corinto, havia vários ex-homossexuais libertos pelo Sangue de Jesus e santificados pelo Espírito de Deus.

Outra coisa que observar é o ranço machista que também contaminou a igreja. Percebe-se claramente nas entrelinhas que a responsabilidade maior sobre a virgindade é da mulher. Ora, quando a Bíblia exige pureza, exige de homens também.

Graças a Deus, porém, que “se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram” (2 Co 5.17) O passado não pode mais escravizar nossa consciência e em Cristo todos temos possibilidade e motivação para mudar constantemente.

João Luiz Santolin (Coordenador do MOSES).
Texto escrito para um periódico da CPAD.
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A alegria do Senhor é nossa força

A alegria do Senhor é nossa força
Por Asaph Borba



Muitos confundem barulho, com júbilo e alegria e não conseguem assimilar a idéia de que "pode haver júbilo intenso sem barulho". Comumente tenho visto e, principalmente, ouvido pessoas defenderem o barulho, pelo mesmo, ser um sinônimo de alegria. 'Frases como: - Esta reunião está morta, levanta o som!"

Desejo fazer uma consideração, levando em conta, primeiramente a palavra de Deus e em segundo lugar, alguns aspectos físicos.

Júbilo advém da alegria que é um dos frutos do Espírito, Gál. 5:22. Portanto, é algo que nasce de dentro para fora e não o contrário. Esta alegria do espírito deve ser a fonte de toda expressão interna e externa na vida da igreja no que diz respeito a louvor, exaltação, música, risos, danças, júbilo em qualquer intensidade, alegria esta que faz com que o povo de Deus, tenha identidade única neste mundo, que o difere da sociedade introspectiva, egoísta e triste, na qual vivem. Ao declararmos que o Espírito Santo de Deus, habita em nós, estamos declarando, que devemos dar frutos de alegria do Espírito em nossa vida.

Que frutos são estes?

a) Certeza em Cristo Jesus de uma vida de alegria.

Assim como a vitória é uma certeza da qual nos apropriamos em nossa vida Cristã, a alegria, também o é - antes de ser uma expressão que toma forma, alegria foi algo conquistado por Jesus na cruz ­Ele se fez triste, para nos dar a verdadeira alegria, a alegria da salvação.

A razão pela qual os nossos irmãos cantavam, enquanto eram queimados com suas famílias nas fogueiras romanas dos primeiros tempos da igreja; era por causa da força desta alegria de ser salvo, redimido das trevas para a luz, pois Paulo mesmo diz: - "regozijai-vos sempre"- este sempre queria dizer, mesmo em meio as adversidades ou mesmo em meio ao sofrimento e morte, não percam a alegria da salvação.

b) Expressão em nossa vida desta alegria

Eu não consigo entender e muito menos viver uma alegria que é apenas interior, sem que a mesma seja expressa em meu rosto (Salmo 126:2)

Não estou falando de estar alegre, mas principalmente de expressar o ser alegre. Quem é alegre como Fruto do Espírito, gradativamente afasta do seu caminho todo o espírito de tristeza, ansiedade, incerteza, angústia, desespero que são tônicas na vida das pessoas que nos cercam.

Disse Jesus "... para que nossa alegria seja completa..." Um discípulo de Jesus deve ter esta certeza, de que o próprio Deus quer que nossa alegria neste mundo seja completa, portanto, Ele mesmo fará o possível para completá-la em nossas vidas, mais uma razão para nos alegrarmos sempre e vivermos expressando esta alegria, pois quanto mais somos alegres em nossos lares, escolas, trabalho e mesmo em situações adversas da nossa vida, podemos saber que estamos debaixo da mão de amor e cuidado de Deus.

c) Viver alegre é viver em fé

A alegria na qual vivemos é gerada e sustentada pela fé, "pois sei em quem tenho crido e sei que Ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, segundo o seu poder que opera em nós" - disse Paulo, pois ele conhecia a Deus e este conhecimento de Deus lhe trazia e deve trazer a cada um de nós, esta alegria que é profunda e perene, e que é sustentada pela graça da qual recebemos a vida de Deus. A fé em Deus, gera em nós fidelidade e ao expressarmos nossa alegria, estamos sendo também fiéis ao Senhor e à Sua palavra.

d) Alegria na adversidade

As circunstâncias nas quais, muitas vezes nos encontramos não nos propiciam a expressar alegria, mas isto não quer dizer que a perdemos. Muitos confundem o estar alegre com o ser alegre. Cristo nos leva a verdadeira alegria, constante, infinita, porém há situações que nos deixam tristes e a palavra nos ensina até a "... chorar com os que choram..." e não podemos esconder o fato. Creio que dificilmente nos reuniremos para chorar uns com os outros, levando em conta que a tristeza é uma exceção. Pode haver situações de tristeza e contrição para a igreja, mas isto não rouba a verdade de que o culto a Deus em toda sua plenitude deve ser um santo transbordar de reverência e alegria. O salmo 16: 11, nos fala que na presença de Deus há plenitude de alegria e delícias, Paulo fala em regozijai-vos sempre. Assim entendemos que uma das tônicas do nosso culto a Deus deve ser esta consciência do vivermos na presença de Deus, que nos dá júbilo e profunda alegria.

Como vivermos em alegria viva?

a) Entendemos que o Espírito Santo que está em nós é um espírito alegre. O Espírito Santo é o grande agente da alegria de Deus neste mundo, uma de nossas funções é promover a verdadeira alegria no coração dos santos e uma inquietação no coração dos não crentes para que tenham sede de viver esta alegria.

b) Identificar os focos por onde o inimigo infiltra a tristeza. Durante muito tempo em minha vida eu me alimentei de uma tristeza que vinha pela música, e quando Deus me salvou, pude identificar isto e encher minha vida de louvor. Para outros vem pelo seu temperamento de introspecção e de ficar na "sua", ao identificar o foco, deve buscar estar junto dos irmãos em comunhão e romper com todo isolamento.

Algumas culturas são tristes e melancólicas e com elas devemos romper. O diabo tem em filmes, vídeos, música, leitura, noticiário, novelas, etc, e seus agentes para macularem e roubarem nossa alegria.

c) Tomar uma posição de alegria no Senhor. Várias vezes em minha vida eu tive que tomar posição de louvor e adoração na presença de Deus mesmo contra a situação pela qual ou estava passando o que me fez crescer em Deus e fortaleceu sobremaneira, minha fé. Hoje eu vejo que Deus permitiu até aquelas situações para que a verdadeira alegria brotasse em meu coração e Ele pudesse assim controlar todas as coisas.

d) Compartilhar a vida e o amor de Deus com outros. Quando aprendemos compartilhar o amor de Deus com os outros, isto nos dá uma tremenda alegria, pois estamos cumprindo um dos mais sublimes propósitos de Deus para nossa existência:

"ALEGRAI- VOS POIS NO SENHOR"

Deus abençoe
Asaph Borba
http://www.pontesdeamor.com.br/
lifecd@voyager.com.br
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Adoração extravagante

Adoração extravagante

[Darlene Zschec]
Por Nelson Bomilcar



Sons de Hilsong Church, ventos da Austrália, adoração do coração de Darlene. Em suas próprias palavras, “alguém que não se satisfaz em fazer belas músicas, mas cuja paixão é promover o Reino de Deus”.

Darlene Zschech é ministra de louvor em sua igreja local, compositora de canções de adoração (Aclame ao Senhor, uma das mais conhecidas) e tem procurado vivenciar em seu ministério atual, em função de uma experiência pessoal com o Senhor, segundo seu testemunho, uma adoração mais profunda dentro de uma nova declaração de fé ou uma nova bandeira para o primeiro ano do novo milênio.

Afirma que ouviu o Senhor lhe dizer que com brandura em momentos de busca e oração: “Filha, você ainda não é uma adoradora extravagante”. Em sua explanação, definiu extravagante como “aquele que esbanja”, que excede, que é ultrageneroso, que vai além de limites razoáveis. Em sua mente e coração, relacionou esta idéia com alguns relatos bíblicos de adoração, como por exemplo, em Lucas 7.

O texto relata a história da mulher pecadora que trouxe algo considerado como “adoração esbanjadora”, segundo sua interpretação, pelos que testemunharam a cena. A mulher lavou os pés de Jesus com lágrimas, secou-os com os cabelos, beijou-os e em seguida derramou seu caríssimo perfume do jarro de alabastro sobre os pés do Mestre. Quando ela derramou sua oferta, Ele lavou-lhe a alma quebrantada. Porque ela amou com extravagância, escreve Darlene, “Ele lhe perdoou com extravagância”. Na compreensão dela, houve extravagância na devoção.

Darlene ensina que a verdadeira adoração ocorre quando o espírito adora e se une com o Espírito de Deus, quando a essência de nosso ser se encontra amando a Deus, perdida nele. Mesmo valorizando o louvor congregacional, Darlene reconhece que a adoração mais genuína acontece no secreto, na intimidade, individualmente, como adoradores de Cristo!

Constatei que Darlene tem a mesma opinião que expressei em artigo anterior na Provoice (“Confusão na adoração”): “existem atualmente muitas opiniões diferentes a respeito de adorar verdadeiramente ao Senhor, quanto ao método, ao plano, ao estilo, referentes à cultura, aos limites, e elas infelizmente, quase sempre deixam a maioria confusa, dividida e frustrada”. (pg 25 do livro “Adoradores Extravagantes”)

Em sua interpretação e concepção adjetiva de “extravagante”, Darlene crê que Noé era um adorador extravagante, por ter passado por situações extremas e em meio a tudo continuou louvando a Deus (Gn 8.20), que Abraão era extravagante por não poupar a seu próprio filho Isaque (Gn 22.12), pois estava preparado para dar tudo, era ultragenoroso, excessivo; que Davi só queria oferecer holocausto que custasse algo, que fosse sacrificial (1 Cron. 21).

Adoração extravagante atrai e mantém a atenção de Deus, provoca uma reação generosa do próprio Deus. Segundo Darlene, trata-se de causa e efeito! Amar extravagante é ter um estilo de vida em amor “Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a tua alma, de todo o seu entendimento e de todas as forças (Mc 12.30). Amor, obediência e adoração caminham juntos com sinceridade, integridade, honestidade, obediência e verdade (Sl 86.11).

Darlene também realça que louvor e adoração são uma poderosa expressão de amor, que vai muito além das possibilidades da música. Mostra que a extravagância abrange um coração transparente, reconhecer que a fidelidade é mais importante que o talento, que o testemunho, a excelência, o serviço, a unidade, a amizade, disciplina e determinação, são importantes. Não são ensinos revolucionários ou novos, mas corretos e sempre benvindos.

Darlene concorda com C. S. Lewis que define a adoração como “a saúde interior que pode ser ouvida”. Adoração é a experiência e a emoção mais desprendida, abnegada, de que a nossa natureza é capaz. Neste sentido, Darlene mostra que é absolutamente essencial que sejamos controlados em nossas emoções e reações emocionais; que como cristãos criativos, saudáveis e amantes da Palavra, devemos nos submeter a Cristo e deixar que Ele controle nossas emoções.

Ao contrário do que temos visto, em várias ministrações “tupiniquins”, com o descontrole emocional e o destempero de ministros que forçam a barra, Darlene mostra que as emoções quando chegam ao máximo, instalam atitudes negativas, às vezes catarses incontroláveis, depois tristeza e depressão. Chama a atenção em seu livro que é necessário a ministração com responsabilidade e maturidade.

Enfim, temos em seu ensino e ministrações coletivas e congregacionais, bons caminhos para adoração, para o crescimento da igreja e dos músicos na adoração na igreja local. Na realidade, a palavra extravagante poderia ser substituída por vários outros adjetivos na língua portuguesa, perdendo um pouco de sua ênfase, porém sem prejudicar o que Darlene tem transmitido.

Ela é uma serva humilde, sincera, tem tido um ministério reconhecido mundialmente e tem uma boa formação bíblica. Além de ter sua espiritualidade moldada no convívio e comunhão da igreja local, com autoridade espiritual sobre ela. Darlene é um ótimo exemplo para os músicos, chamados levitas, que não estão congregando mais (estão “levitando por aí”, desconectados do corpo), apenas se servindo da igreja para alavancar suas carreiras e venderem seus produtos.

Que Deus tenha misericórdia e que voltem a congregar. E que nós aprendamos a derramar nossos corações, em secreto e coletivamente, e vermos o Senhor Jesus ser adorado e glorificado!!! Leiam o livro de Darlene e retenham o que é bom. Aprendendo uns dos outros, cresceremos na adoração!


Deus abençoe
Nelson Bomilcar
http://www.provoice.com.br
ministerio@vidanovamusic.com
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Atenda ao chamado!

Atenda ao chamado!
Por Ramon Tessmann



É hora de atender ao urgente chamado de adoração! Este é um dos mais fortes clamores aos filhos de Deus. Não há mais tempo a perder! O Senhor está ansiosamente procurando por verdadeiros adoradores... e este fato faz-nos pensar que eles, os adoradores, estão incluídos nos espécimes raros. Sim! Nós não procuramos algo que está em nossa frente, à nossa vista ou algo que seja abundante. O verbo procurar indica que o objeto procurado não é abundante ou está escondido, ou perdido. Ele está à procura de verdadeiros adoradores, e infelizmente eles são raros!

Adorar é...

Adorar é obedecer ao primeiro e principal mandamento, que é ama-Lo sobre todas as coisas. Quando trocamos Deus por qualquer outra coisa já deturpamos a nossa adoração, aliás, ao invés de sermos adoradores do Senhor da glória, nos tornamos idólatras ignorantes. Sim, idólatras! Quando adoramos nosso ego, nosso cargo, nossa posição, nossa família, nosso prazer, nosso dinheiro, nossa música e até pessoas em lugar de Deus, somos desprezados ou ignorados quando Ele sai á procura de verdadeiros adoradores! É infeliz a existência de cegos idólatras no Corpo de Cristo! Estes deverão compreender rapidamente a dimensão do erro que estão cometendo: Estão trocando o Deus da glória por nada!

Adorar é manter comunhão com o Pai constantemente! É viver radicalmente em santidade, sem desculpas, rodeios e meio termos. É direcionar exagerada atenção, oração e jejum às nossas fraquezas e iniqüidades em amor ao Cordeiro, que se entregou por nós naquela horrível cruz, e ás vezes não damos a mínima! É verdade! Quando pecamos estamos desprezando o sangue de Cristo, não dando valor àquele ato que revelou um amor tão imenso que até hoje não conseguimos compreender. O Noivo entregou a sua vida em favor da Noiva e às vezes Ela não faz a mínima questão de retribuir esta graça em forma de louvor, temor, reverência, amor e comunhão! Que pena!

Adorar é se chegar a Deus sem segundas intenções. É olhar para o seu perfeito caráter, e não apenas para o que Ele faz! É amar o Deus da bênção e não a bênção de Deus, é amar o Deus da cura e não a cura de Deus... Quantas vezes olhamos apenas para os milagres, bênçãos e nos esquecemos de olhar para Aquele que faz tudo isso. Deturpamos nossa adoração quando entramos na presença de Deus apenas para ganhar algo, seja qualquer tipo bênção, milagre, “arrepio”, “choque”, etc. Devemos amar a Deus pelo que Ele é, e não pelo que Ele faz. Devemos amar a Deus mesmo que daqui para frente Ele não faça nada por nós. A propósito, não merecemos nada do que Ele já fez por nós! Deus nos criou para termos comunhão com Ele, para sermos adoradores, e não comerciantes enganosos que só querem sair “ganhando” com esta relação. Quantas pessoas largaram os caminhos do Senhor porque não amavam a Deus e sim as Suas obras? Queriam apenas ver milagres, curas, demonstração de poder, sinais, etc. São exatamente estes que se chegam a Deus com segundas intenções... parecem que amam a Deus, mas não amam! Por fora são uns lindos jardins, por dentro um horrível cemitério. Foi a estes que Jesus se dirigiu: “Este povo honra-me com lábios mas o seu coração está longe de mim...”.

Conclusão

Vou terminar por aqui, senão continuo escrevendo até amanhã. Mas deixo um alerta: querido irmão, atenda ao chamado de adoração! Passe esta visão a quantos puder! Não há mais tempo há perder... cada minuto é precioso... cada momento na presença do Pai é incomparável... Ele está à procura de filhos que o amem de verdade... hoje à noite mesmo entre na gloriosa presença de Deus e fale com Ele.... se coloque diante do Senhor da glória... seja um verdadeiro adorador! Aleluia!



Um abração em Cristo Jesus
Ramon Tessmann
http://www.ramontessmann.com.br
ramon@vidanovamusic.com
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Pessoas morrem ao difamar Deus: Coincidência?

Pessoas morrem ao difamar Deus: Coincidência?
Por Autor Desconhecido

Não vos deixeis desencaminhar: de Deus não se zomba; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.

Eis alguns homens e Mulheres (pessoas):

JOHN LENNON:

Alguns anos depois de dar uma entrevista a uma revista americana , disse: "O cristianismo vai se acabar, vai se encolher, desaparecer. Eu não preciso discutir sobre isso. Eu estou certo. Jesus era legal, mas suas disciplinas são muito simples. Hoje, nós somos mais populares que Jesus Cristo. (1966)". Lennon, depois de ter dito que os Beatles estavam mais famosos que Jesus Cristo, recebeu cinco tiros de seu próprio fã.

TANCREDO NEVES:

Na ocasião da campanha presidencial, disse que se tivesse 500 votos do seu partido (PDS), nem Deus o tiraria da presidência da república.. Os votos ele conseguiu, mas o trono lhe foi tirado um dia antes de tomar posse.

BRIZOLA:

No ano de 1990, quando houve uma outra campanha presidencial, disse que aceitava até o apoio do demônio para se tornar presidente. A campanha, quando acabou, apontou Collor como presidente e não mostrou Brizola nem em segundo lugar.

CAZUZA:

Em um show no Canecão ( Rio de Janeiro ), deu um trago em um cigarro de maconha, soltou a fumaça para cima e disse: Deus, essa vai para você! Nem precisa falar em qual situação morreu esse homem.

O CONSTRUTOR DO NAVIO TITANIC:

Na ocasião em que foi construí­do, apontaram-no como o maior navio de passageiros da época. No dia de entrar em alto- mar, uma repórter fez a seguinte pergunta para o construtor: "O que o senhor tem a dizer para a imprensa concernente a segurança do seu navio?" O homem, com um tom irônico, disse: "Nem Deus poderá afundar meu navio". O resultado foi o maior naufrágio de um navio de passageiros do mundo... MARILYN MONROE:

Foi visitada por Billy Graham durante a apresentação de um show. Ele, um pregador do evangelho, na época havia sido mandado pelo Espírito Santo àquele lugar, para pregar a Marilyn. Porém ela, depois de ouvir a mensagem do Evangelho, disse: "Não preciso do seu Jesus". Uma semana depois foi encontrada morta em seu apartamento.

BON SCOTE:

Ex-vocalista do conjunto AC/DC. Cantava no ano de 1979 uma música com a seguinte frase: "Don´t stop me, I´m going down all the way, wow the highway to hell". (Não me impeça... Vou seguir o caminho até o fim, na auto-estrada para o inferno). No dia 19 de fevereiro de 1980, Bom Scot foi encontrado morto, asfixiado pelo próprio vômito.

CAMPINAS/SP EM 2005

Em Campinas, uma turma de amigos já embriagados, foram buscar a última pessoa ir para balada, parou em frente da casa do jovem chamou, e junto com a moça veio a mãe. A mãe com medo vendo todos embriagados e sua filha entrando naquele carro lotado, pegou na mãoo da filha que já estava dentro do carro e disse: "FILHA VAI COM DEUS QUE ELE LHE PROTEJA", a filha pra tirar uma onda com a mãe disse: "SÓ SE ELE FOR NO PORTA-MALAS, POIS AQUI JÁ ESTÁ LOTADO". Algumas horas depois veio a noticia aos familiares dos jovens, sofreram um acidente, morreram todos, o carro ficou irreconhecí­vel, mas o porta malas ficou intacto. A policia técnica disse que pela violência do acidente seria impossí­vel o porta-malas ficar intacto, quando o policial abriu o porta-malas, lá estava uma bandeja com 18 ovos sem nenhum arranhão, e todos nos lugares corretos da bandeja.

Muitos outros homens importantes também se esqueceram que a nenhum outro nome foi dada tanta autoridade como a que há no nome de JESUS CRISTO. Não esqueça disso: Muitos morreram, mas somente um ressuscitou e está vivo até hoje (dias vindouros): Seu Nome é Jesus! Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? De nada aproveitará.
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Liberdade no seio da Igreja

Liberdade no seio da Igreja
Por Daiana Barros



Às vezes nos perguntamos... a adoração através dos gestos, da dança é possível? A visão da expressividade no louvor é mais profunda do que imaginamos. O Espírito Santo tem nos levado a experiências sobrenaturais e maravilhosas pois a Palavra de Deus diz: “E nos últimos dias acontecerá, diz Deus que do meu espírito derramarei sobre toda carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos...” (AT 2:17)

Tremendas são estas palavras do Senhor! E realmente o seu Espírito esta sendo derramado sobre toda carne, transformando os nossos corações vazios em verdadeiros corações apaixonados por Ele, e movidos totalmente pelo seu Espírito.

Devemos lembrar também que há um grande mover de Deus nas artes nesses últimos tempos, com a restauração da espontaneidade e expressividade no meio da Igreja Cristã. A expressão do nosso coração nos dá a oportunidade de chegarmos a Deus com todo o nosso ser, com tudo o que temos e o que somos, afinal somos livres pela graça de Jesus! Aleluia!

Uma condição essencial e obrigatória para o ato da adoração é a santidade. Não há nada que agrade tanto o coração do Pai do que uma adoração sincera, verdadeira e pura. A dança também pode expressar este tipo de adoração.

Muitas vezes não entendemos que Deus criou todas as coisas, e não “só algumas” e todas as coisas são para o reino Dele. Às vezes costumamos limitar a presença de Deus em nosso meio achando que Ele se manifesta da maneira como pensamos ou queremos. Assim impomos situações e criamos preconceitos, sem saber que Deus pode receber o nosso louvor independente da arte que está sendo utilizada (música, dança, mímica, teatro etc).

A dança é uma possibilidade de linguagem. Na Bíblia podemos encontrar inúmeras citações sobre a dança usada para o louvor e nos momentos de celebrações sociais. O povo de Deus, no Antigo Testamento, por exemplo, dançava em suas festas com expressão de júbilo e agradecimentos diante do Senhor. No livro de Samuel podemos observar que Davi adorava a Deus com todas as suas “forças” e é assim que temos que adorar a Deus, com todas as nossas forças. Foi o mesmo Davi que dançou e saltitou alegremente quando a Arca chegava a Jerusalém.

A liberdade muitas vezes não é entendida por nós. Costumamos limitar atitudes, palavras, expressões de nossos irmãos etc, como tudo aquilo fosse para nós. Liberdade é muito mais do que simplesmente pularmos num culto ou chorarmos na presença de Deus sem sermos incomodados. Liberdade é algo que nos leva ao coração do Pai, assim como crianças sinceras quando vão de encontro aos seus pais para abraça-los, sem qualquer maldade no coração. Aos pais pergunto: “vocês repreenderiam seus filhos por eles serem tão expressivos?”

Através da dança podemos ministrar à vida das pessoas. Mas é claro, é muito importante que, antes de tudo, Deus esteja tratando e ministrando à nossa vida. Se somos “ministros” temos que nos prostrar como “ministros”, para primeiramente receber de Deus, “ir em busca” e saber a vontade do Pai.

No mundo hoje, há várias distorções quando se fala de Deus. No mundo artístico, por exemplo, Deus toma o lugar de uma lenda ou algo “bonitinho” o qual não se deve “misturar” com as artes. É ai que temos que ter sensibilidade para reconhecer as expressões corporais que andam por ai. Temos que ter cuidado com o que é bênção e o que é maldição. Por exemplo, se podemos ser abençoados através de uma música, também podemos ser amaldiçoados por ela. Com a dança ocorre a mesma coisa.

Uma coisa devemos saber sobre a sensualidade. Este pecado é espiritual e não corporal! As articulações e a leveza foram criadas por Deus, tudo vai depender da motivação da pessoa perante tudo isso. Uma pessoa pode ser sensual até mesmo cantando ou evangelizando alguém,... não é verdade?

Deixe-se ser movido por Deus, em liberdade, para estar buscando mais Dele, com expressão, sinceridade e pureza. Louve a Deus, não se importando com que os irmãos vão pensar, simplesmente adore ao Senhor. Se Deus é o criador de nossos lábios, braços e pernas, use-os para o louvor dele.



Deus abençoe a todos
Daiana Barros
http://www.vidanovamusic.com
daibarros@hotmail.com
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A timidez atrapalha meu ministério

A timidez atrapalha meu ministério
Por Raquel Emerick



Quantas pessoas tremem de medo quando sabem que vão ministrar louvor. Quantas ficam com suas mãos hiper geladas quando pegam no microfone. Sem contar aquelas que quando são escaladas ou até mesmo colocadas de supetão à frente de um grupo de pessoas ou congregação, prefeririam estar em qualquer outro lugar em que não ficassem em evidência. Não tem como negar e é algo inevitável. Todos nós já passamos por momentos como estes, e tirando alguns extrovertidos sortudos, nossas pernas alguma vez já ameaçaram não responder ao comando de permanecer em pé.

E então? Sabemos do problema. Mas haverá alguma solução?

Se você leitor, me permite compartilhar da minha própria experiência, eu era tímida demais. Mas você precisava ver, pois era algo além do normal. Eu não conseguia sequer conversar sem olhar para o chão e nunca sentia confiança em nada que fazia. E quando penso no meu próprio exemplo, tenho certeza de que se eu tenho conseguido me ver livre disto a cada dia mais, todos conseguem, pois o meu caso era bem extremo. Então, vamos lá.

CAUSA NÚMERO UM DA TIMIDEZ – temor de homens! É isto aí. Ficamos com vergonha ou intimidados quando nosso foco está nos outros, no que eles irão pensar, no fato de que outros estão nos observando, etc. Pensamento típico: “E se eu errar? E se não der certo? E se não sair assim? E se...? E se... ?”.

CAUSA NÚMERO DOIS DA TIMIDEZ – problemas anteriores não resolvidos. Infelizmente eu passei por isso. E acredito até mesmo que esta foi a causa principal de ter decidido nunca mais tocar ou cantar, já que alguém chegou para mim quando eu tinha 12 para 13 anos dizendo que a música que eu tinha apresentado na igreja tinha sido horrível. Ela disse que tinha vergonha de mim e que se fosse eu nunca mais cantaria ou tocaria lá, dentre outras coisas. Eu sei que fui para casa chorando e repetindo para mim mesma: “Eu nunca mais vou cantar; eu nunca mais vou tocar, etc”. Graças a Deus depois de algum tempo Deus usou alguém para trazer cura em minha vida.

Infelizmente o músico no geral é um tanto quanto crítico. Quão freqüente é a cena de alguém que cantou ou tocou, sendo elogiado e dizendo: “Misericórdia! Eu errei tantas vezes!” – e aquele que elogia diz: “Ah, eu não percebi não; acho que ninguém percebeu”.

Não estou incentivando de forma alguma o tocar mal ou cantar mal, pois a preparação é o primeiro passo para ministrar diante do Senhor, e Deus é um Deus de excelência, como disse num artigo anterior meu. Mas não podemos ser tão críticos conosco mesmos a ponto de não enxergarmos nada ao nosso redor além do nosso erro.

Mas o fato é que depois de acontecimentos como este é quase que inevitável não cultivar pensamentos de inadequação, insegurança, timidez, etc. E temos vontade de fugir do púlpito ou altar e nunca mais subir lá ou ver tantas pessoas olhando para nós ‘esperando’ que façamos algo.

Eu sei que nunca deve chegar um dia onde vamos subir com tanta confiança que não dependamos do Senhor! Devemos sempre ter aquele friozinho na barriga, pois a responsabilidade é enorme e o privilégio também, e disto nós não devemos nos esquecer nunca.

Mas ao mesmo tempo temos que ter o nosso foco em Deus. Temos que estar preparados musicalmente e espiritualmente, e fazermos TUDO o que nos é possível, o nosso MELHOR e nada menos do que isso, e crer em Deus.

Dicas práticas:

1) Sorria! Nada melhor do que sorrir quando se está nervoso! Libera parte da nossa adrenalina. Não devemos nos levar tão a sério!

2) Levar todo pensamento cativo ao Senhor! É para ele, e não para os homens. Não temos como agradar aos dois ao mesmo tempo. Devemos agradar ao Senhor, e não a homens. “O temor do homem armará laços, mas o que confia no Senhor será posto em alto retiro” – Pv. 29:25. “Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.” – Gl. 1:10.

3) Tente melhorar sua personalidade. Talvez você tenha nascido tímido. Mas isso também pode ser resolvido. Existem muitos livros sobre personalidades que podem ser de grande ajuda. Eu tive que fazer escolhas conscientes, para vencer o desafio interior que tinha. Propositalmente comecei a tentar quebrar hábitos antigos. Posso lhe dar um pequeno exemplo. Morria de medo de conversar com novas pessoas, fazer novas amizades, me apresentar (ter a iniciativa, etc). Então, já que percebi isto em mim, comecei a, de propósito, fazer tudo o que antes tinha medo. Foi difícil no início, mas é somente assim que vencemos nossos medos. Uma fala que me libertou muito: “Só porque estamos com medo de algo, não significa que não possamos fazê-lo. Podemos fazer mesmo com medo”.

4) Pedir ao Senhor que te cure de tudo aquilo que você já viveu. Alguns traumas e experiências sempre acontecem, mas precisamos que tudo isto seja cicatrizado. Isso vai nos ajudar ministrar de um lugar de autoridade e restauração no Senhor, por termos vivido isto nós mesmos.

Acima de tudo, guarde sempre seu coração. Tanto do temor de homens, timidez e frustrações passadas, quanto do outro extremo, que é nunca sentir o peso da responsabilidade que é ministrar diante do Senhor. O temor dos homens não deve existir dentro de nós, mas o temor do Senhor deve sempre estar presente em nossos corações. “O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade” – Provérbios 15:33.


A serviço do Rei, olhando para o alto
Raquel Emerick
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raquelcpn@hotmail.com
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Adoração é Arte

Adoração é Arte
Por David M. Quinlan

A música, no contexto cristão, tem como objetivo conquistar o interesse de Deus atraindo o seu olhar e coração para o nosso meio, edificando-lhe um trono de louvores para que se sinta à vontade e livre para apenas receber nossa admiração, amor e adoração, ou envolver-nos completamente com a sua irresistível e inefável presença.

Tenho aprendido algo nestes anos de ministério, Deus não consegue resistir a uma verdadeira e apaixonada adoração; ele sempre se manifesta e, caro leitor, não há nada que supere o prazer de se perder no aconchego do seu abraço. Não buscamos a sua mão, e sim a sua face. Temos aprendido que " a busca pelas bênçãos nem sempre gera intimidade, mas a busca pela intimidade sempre gera bênçãos". E como Davi disse em Salmos 37.4: " Deleita-se (sinta muito prazer) no Senhor e ele concederá os desejos do teu coração".

É prazeroso, real e divertido; nosso noivo, Jesus, é tremendo, o melhor, e a sua alegria é a nossa força! Por intermédio da pregação direta e sem desculpas da Palavra de Deus e de ensinamentos bíblicos que nos dizem respeito à verdadeira adoração; aquela que Deus procura.

Precisamos almejar ser segundo o coração de Deus. E em função disto, necessitamos aplicar a sua santa Palavra às nossas vidas diariamente, lembrando-nos que a Palavra de Deus é um mapa que nos conduz a algo melhor - nos conduz ao Deus da palavra... ( Sl 119.105) - por meio do incentivo ao cântico novo.

A Bíblia nos instrui a cantarmos ao Senhor em mais de (200) duzentos lugares. Repetidamente enfatiza o cântico novo. Ele não está apenas interessado na canção ou no poema que você decorou há um mês, ou há dez anos. A Bíblia diz que ele está interessado é na verdade que está no seu íntimo ( Sl 51.6). Ele deseja beber dos rios de adoração que fluem do seu interior e estes rios podem ser envoltos por música gerando, assim, um novo cântico, um cântico seu, baseado num amor tão intenso que você não consegue ficar sem expressá-lo.

Certa vez, eu li uma descrição da palavra "" adoração" que me fez irromper em alegria, dizia: "" Adoração é a arte de expressar o seu coração".

Vivemos expressando o nosso coração no dia a dia e se isto já é algo tão natural por que não o fazermos na adoração por meio da espontaneidade de uma dança, nova canção, pintura, ou malabarismo?

Aos seus pés
David M. Quinlan
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dança: Enfeite de culto?

Dança: Enfeite de culto?
Por Renata Lima



Há alguns dias, prestei um culto ao Senhor e a unção era visível. Realmente, eu sentia a presença de Deus. No momento da ministração do louvor, uma jovem começou a dançar, espontaneamente, na presença de Deus. E aquela cena começou a me preocupar. Um sentimento estranho entrou em meu coração, mas continuei a adorar ao Senhor, tentando não olhar para aquela jovem. O período do louvor terminou e como era dia de festa, vários grupos de dança tiveram a oportunidade de adorarem ao Pai com seus gestos. A partir daí, não dava mais para segurar. As lágrimas começaram a descer dos meus olhos sem que eu percebesse e a tristeza e vergonha colocou-se de pé em minha frente.

Naquela noite, vi jovens “adorando” a Deus no altar com roupas de dança indecentes, que a cada gesto feito mostrava partes do corpo; vi grupos que não conseguiam manifestar a glória de Deus por meio de coreografias; vi “danças espontâneas” que não resplandeciam nada além de passos seqüenciados. Senti-me envergonhada. Eu disse: “Deus? Será que o Senhor me chamou para ser enfeite de culto? É isso que é adoração com danças? Tenha misericórdia de mim, Senhor!”. Não é exagero! Realmente chorei muito naquela noite. Senti-me envergonhada diante do meu Deus, que é Santo e que requer de nós uma dança santa. E essa “dança santa” não são gestos coreográficos remetendo a prostrações no solo! Não adianta dançar bem se nossa dança for apenas um enfeite de culto na qual, ao fim da apresentação, palmas serão erguidas para aquilo que nós fizemos e não para quem fizemos: o nosso Deus.

Sabemos que Deus tem usado, nesta geração, a dança para manifestar a sua glória nesta terra. Sabemos o quanto Deus tem feito por intermédio da dança. A cada dia que passa podemos perceber como Deus tem abençoado e nos usado para a glória do seu nome por meio da dança. Mas não adianta sermos excelentes dançarinos, com grandes técnicas, se a unção dele não estiver em nossas vidas! Será apenas uma apresentação e não uma adoração.

Nós adoradores, da última geração, precisamos ser santos como nosso Deus é Santo. Santificação é renúncia! É separar-se do mundo e das coisas que nele há. É ser diferente em tudo o que fizermos, seja na igreja ou fora dela. Ser santo é ser o melhor em tudo que você se dispor a fazer. Ser santo é não se contaminar com a imoralidade das novelas, com programas apelativos; é não ter nos lábios palavras torpes. Ser santo é ter impregnado no seu coração as Palavras de Vida eterna que só encontramos na Bíblia Sagrada. Se for dançar, que a nossa dança seja a melhor! Se isso não acontecer, as nossas ações manifestarão o quê? Carne. Nossos atos, nossos gestos, nosso louvor, nossa dança manifestará o quê? Carne! Tudo ficará com o odor de carne, de pecado que atrai a presença de Deus.

Naquele momento, entendi porque em muitas igrejas, não existem mais grupos de adoração com danças. Porque, infelizmente, muitos adoradores de dança nas igrejas preocupam-se apenas com o exterior, com as belas vestes, com ensaios para que os gestos saiam perfeitos; mas se esquecem do principal: da sua comunhão com Deus. E quando isso acontece, o que flui no momento de uma celebração, é apenas o exterior, porque o interior está vazio. Não há como dar o que não se tem! Sobe então às narinas de Deus e se espalha pela congregação não o cheiro da unção, mas de carne. E o odor de carne não é tão agradável, principalmente, quando a carne é crua.

No livro de Isaías 49.3, o Senhor fala por meio do profeta: “Tu és o meu servo, e Israel, aquele por quem ei de ser glorificado.” Será que o Senhor está sendo glorificado por meio da nossa dança? Será que a nossa vida tem glorificado o nome do Senhor? Tenho percebido que na minha vida isso ainda não é uma total verdade. O Senhor ainda não tem sido glorificado por intermédio da minha vida, como ele merece. E nunca será totalmente, pois nada que façamos chegará perto daquilo que ele merece.

Mas ainda há coisas que eu posso fazer como adoradora que o fará ser exaltado por intermédio da minha vida. Deus pode se alegrar com nossas atitudes. Essa é a minha oração! Esse é o meu desejo! Custe o que custar, Deus terá “orgulho” de mim! Ele terá prazer em ver a minha dança. Eu estou disposta a isso. E você? Está disposto (a) a abrir mão de sua vida para que o Senhor seja glorificado por meio da sua dança? Amém! Prossiga! No Senhor, o seu trabalho não será em vão. E em breve você ouvirá: “Eis ai meu (minha) filho (a) amado (a) em que eu tenho prazer”.

Deus te abençoe
Renata Lima
http://www.vidanovamusic.com
renatalima@diantedotrono.com



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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Canal de cura

Canal de cura
Por Daiana Barros

Toda vez que nos colocamos perante a igreja para ministrar com dança, é como se nosso coração tivesse uma expectativa de saber como Deus irá receber o nosso louvor. Tenho aprendido que cada vez que entramos na presença do Senhor, tudo parece novo e sua presença sempre nos traz coisas novas. Acontece comigo quando estou louvando através da dança. É maravilhoso!

Vou contar uma experiência. Num culto de celebração em nossa congregação estávamos nos arrumando para ministrarmos, e comecei a orar ao Senhor em espírito. Estava com desânimo em meu coração, e sem vontade de dançar naquele dia, mas algo me mostrava o contrário. Deus iria derramar do seu Espírito naquela noite. Maravilhas iriam acontecer!

Era “início” do culto. Louvores começaram a ser cantados enquanto nós começamos a manifestar a unção de Deus através da dança. O nosso dirigente de louvor, Ramon Tessmann, começou a ministrar um cântico que falava de cura, unção, libertação! O “fogo de Deus” começou a descer sobre nós.

Depois, Deus começou a pedir que nós tocássemos com o véu que estava em nossas mãos a vida de algumas pessoas. Quando tocávamos as pessoas com aquele véu, elas começavam a se quebrantar na presença do Senhor, como crianças sendo curadas.

Como foi lindo ver as promessas de Deus se cumprindo em nossas vidas. Aquilo foi tremendo para nós, uma grande experiência. Sobre aquele desânimo que enfrentamos horas antes... sabíamos, ou melhor descobrimos que eram setas de Satanás em nossos corações, pois ele sabia que Deus iria nos usar tremendamente!

Amados irmãos, temos que ter sensibilidade para sentir e discernir o nosso coração e o espírito da reunião! Absolutamente tudo o que sentimos no momento em que vamos ministrar a Deus temos que colocar em oração. Da mesma forma, tenho aprendido a “discernir” o momento em que Deus toca nossos corações para não utilizarmos a dança em determinado culto. Temos que saber utilizar as artes apenas no momento que Deus deseja. Assim elas serão bênção, nunca algo inconveniente. Como questiona o título deste artigo: a dança pode ser um canal de cura? Certamente que sim!!!
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Dança como adoração

Dança como adoração
Por Elisiane dos Santos



”Dança é o ato de mover o corpo ao ritmo de uma música”.

A dança constitui um meio de comunicação muito pessoal e eficiente. Como arte, pode contar uma história, determinar uma disposição de espírito ou expressar uma emoção sem pronunciar uma única palavra. Além de ser uma arte a dança é uma forma de diversão. A maioria das pessoas dança para se divertir ou para entreter outras pessoas.

Por que dançar? A dança surgiu no coração de Deus, e Ele mesmo cuidou para que dentro de nós houvesse movimento, desde o nosso sangue que se movimenta até as batidas do nosso coração.

A Bíblia traz, em Salmos 150:4 “Louvai-o com adufes e danças...”. Lembremos que a Bíblia foi inspirada por Deus, é a palavra de sua boca. Por isso, podemos entender que Ele se agrada da nossa dança como forma de adoração.

Deus nos criou para o louvor de sua glória, como diz em Isaías 43.7. Com todo o nosso ser – espírito, alma e corpo – podemos exaltar Aquele que é digno de todo louvor, adoração, domínio, poder, honra e glória por toda a eternidade.

A dança muitas vezes tem sido omitida e considerada como algo profano e inaceitável, talvez por falta de entendimento ou por ser usada por alguns de maneira errada. Certamente, todos os povos e culturas de todas as nações desde a criação têm expressado sua alegria a Deus dançando, como Miriã, irmã de Moisés, em Êxodo 15.20 que tomou um tamborim e todas as mulheres saíram dançando, como forma de gratidão ao serem libertos do cativeiro egípcio.

“Então Miriã, a profetisa, irmã de Arão, tomou na mão um tamboril, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris, e com danças. E Miriã lhes respondia: Cantai ao Senhor, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo com o seu cavaleiro”. Êxodo 15.20-21

O que podemos entender aqui? Fica claro que nossa alegria com o Senhor pelos seus feitos para conosco podem contagiar outras pessoas. Perceba que as mulheres seguiram o exemplo de Miriã, foram contagiadas por sua. Nós também podemos tocar a vida de outros com nossa dança, com nossa alegria. Ou seja, a dança pode quebrar barreiras e atingir o coração das pessoas, fazendo com que elas se alegrem diante do Senhor.

A dança pode revelar muito sobre seu modo de vida de um povo Em 2 Samuel 6.14 encontramos o homem segundo o coração de Deus, Davi, feliz e jubiloso por reconduzir a Arca da Aliança até Jerusalém. O que estava no coração de Davi era uma emoção incontida e por isso ele passou a pular e dançar ao som de toda sorte de instrumentos e também foi seguido do povo. Com certeza Davi queria de todas as maneiras adorar a Deus, pois na presença de Deus há liberdade.

“E Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava Davi cingido dum éfode de linho. Assim Davi e toda a casa de Israel subiam, trazendo a arca do Senhor com júbilo e ao som de trombetas”. II Samuel 6.14-15

Outro princípio importante que podemos perceber na seqüência é a atitude de Mical, filha de Saul. “Quando entrava a arca do Senhor na cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela; e, vendo ao rei Davi saltando e dançando diante do senhor, o desprezou no seu coração”. II Samuel 6.16

Por que Mical ficou em casa? Por que não estava junto do povo adorando a Deus? A verdade é que quando não estamos no meio da adoração, temos uma grande tendência a criticar e desprezar as pessoas que estão adorando. Por isso, sempre que um sentimento como esse tentar entrar em nosso coração precisamos identificar se estamos realmente fazendo parte da adoração ou se estamos pensando em qualquer outra coisa de menor importância para o momento.

Quando Mical, esposa de Davi, o repreendeu pelo que fizera nas ruas, Davi lhe disse: “é perante o Senhor que tenho me alegrado”. 2 Samuel 6.21

É interessante observarmos que o Senhor não aprovou o espírito crítico de Mical, e isso causou esterilidade a ela até o dia de sua morte. Trágico não? Pois é, não é bom julgarmos aqueles que fazem alguma coisa diferente de nós para louvar a Deus, pois se Deus nos aceita do jeito que somos, também, aceitará a adoração por mais esquisita que nos pareça.

Entretanto, a Bíblia nos exorta a não usarmos da liberdade para dar ocasião à carne, conforme Gálatas 5.13. Porém, com maturidade e pureza podemos nos alegrar com expressões corporais, sem malícia e sem ferir a santidade de Deus.

Em Juízes 11.34 a Bíblia nos fala sobre a filha de Jefté que saiu a saudar-lhe com adufes. Em Juízes 21.21 percebemos que as mulheres judias gostavam de celebrar dançando em rodas, e até hoje em Israel preserva-se esse costume onde os homens também participam.

No livro de Jeremias 31 encontramos um trecho profético que fala da plena restauração de Israel. De maneira clara o Senhor diz “então a virgem se alegrará na dança, como também os jovens e os velhos, porque tornarei o seu pranto em gozo e os consolarei,e lhes darei alegria em lugar de tristeza”.

Em Lucas 15.11-32, a história do filho pródigo que saiu da casa de seu pai com sua parte da herança e foi para o mundo se entregar aos prazeres da carne. Tornando-se miserável após cuidar de porcos, o rapaz caiu em si e resolveu voltar arrependido a casa de seu pai. Seu regresso tornou-se uma grande festa de celebração e danças, pois o que estava morto reviveu, e o que estava perdido foi achado.

Precisamos ser livres para adorar a Deus com nossa dança, pois quando tocamos o coração de Deus com nossa adoração atraímos a sua presença e a sua glória se manifesta. Não perca a oportunidade de experimentar uma dança com o Criador.



Elisiane dos Santos
http://www.compatobranco.com
danca@filhosdohomem.com.br
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Geração surda, geração cega?

Geração surda, geração cega?

A ‘surdez’ dessa geração pode estar causando cegueira espiritual - sem a sabedoria adquirida pela Boa Semente, nossos jovens não saberão fazer as escolhas certas, não desenvolverão caráter cristão, não serão conhecidos pelo amor

“Ouvimos com o cérebro e não com o ouvido”, dizem os pesquisadores. A audição é um dos cinco sentidos que ajudam na percepção e relacionamento com o ambiente. Sensível a ruídos externos contínuos ou não, muitas vezes a audição capta involuntariamente os sons e os decodifica no cérebro. Nem sempre as pessoas se dão conta do barulho que as cerca. Os decibéis são as unidades de medida usadas para se conhecer a intensidade de um som (o ouvido humano suporta até 85 decibéis; exposições acima deste índice já acarretam lesões ao ouvido, muitas vezes irreversíveis, levando à perda auditiva). A fé, dom que, conforme define a carta aos Hebreus, nasce “do ouvir, e ouvir a Palavra de Deus”.

Nos momentos cúlticos de adoração e comunhão, audição e decibéis são processados na mente humana para gerar uma crença sincera, fé que surge da escuta de uma mensagem ou canção, de palavras que “edificam, exortam e consolam” (I Co 14:3). É assim que Jesus, usando a voz para narrar estórias recheadas de símbolos, revela aos discípulos o processo de crescimento da semente da fé: “Eis que o semeador saiu a semear... uma parte da semente caiu à beira do caminho... E outra caiu em lugares pedregosos... E outra caiu entre espinhos... Outra, afinal, caiu em boa terra; cresceu e produziu a cento por um” (Lc 8:5-8).

Jesus sabia que, para se fazer ouvido, num espaço amplo, era preciso aumentar o volume de sua voz. Não existiam microfones de lapela ou sem fio, amplificadores, direct-box, cabos, equalizadores. Mas, para desenvolverem uma fé profunda, os discípulos precisariam OUVIR. E sua parábola ecoou até nossos dias, época em que força e potência espirituais são traduzidas, muitas vezes, por volumes altos de som e respostas em alta voz.

Quem ainda não participou de um culto que, por tamanha festividade e alegria, acabou por extrapolar os limites das caixas de som e da audição humana? Um alto-falante de 100W, por exemplo, estando ligado no máximo de sua potência, gera 130 decibéis a um metro de distância; até mesmo um walkman, apesar de pequeno e ser colocado a menos de 1cm do tímpano, pode gerar esses mesmos 130 decibéis com uma potência de apenas 1W. Algumas pesquisas mostram que o ruído fora de controle constitui um dos agentes mais nocivos à saúde humana; causa falta de concentração, perda da audição, zumbidos, distúrbios do labirinto, do sono, estresse, ansiedade, nervosismo, hipertensão arterial, gastrites, úlceras e morte precoce das células nervosas — tudo antes que venha a surdez. Por vezes seguidas, medimos os decibéis durante vários cultos de nossa comunidade, buscando desenvolver uma consciência de volume ideal para nossa equipe de louvor.

Ficamos surpresos! Registramos incríveis 140 decibéis, altura equiparada a um jato de um avião ligado ou um show de rock! Estamos nós criando uma geração surda? Nossos bebês, crianças, jovens e idosos, expostos a um volume tão alto, instintivamente ficam inquietos no templo - buscando se proteger do ‘barulho’, procuram os lugares mais distantes das caixas de som. Algumas pessoas chegam a sair do local de culto com dores de cabeça e dores abdominais. E perdem a oportunidade de desenvolverem a fé pelo ouvir. Em meio a tantos decibéis, não é de se estranhar recebermos críticas de pessoas que não fazem parte desse contexto. Se surge algum projeto de lei para impor limites à altura do som de nossas igrejas, tornamo-nos impacientes com os políticos e culpamos o Diabo. É bom lembrarmos das leis de caráter humanitário registradas em Deuteronômio 24.

Elas nos chamam atenção para agirmos com misericórdia com o estrangeiro, o órfão, a viúva, o pobre, pois já fomos “estrangeiros em terra estranha”. Parece que nos esquecemos de que somos chamados a arar o terreno dos corações humanos com amor e lançar a boa semente com atos de justiça e misericórdia! Assim Jesus nos atraiu. Gostamos de ver nossos jovens identificando-se com o dinamismo e vivacidade dos instrumentos; e louvam, e dançam. Mas, com tantos decibéis, aceleram os batimentos cardíacos, a pressão sanguínea e liberam adrenalina, o que diminui a concentração. Após os cânticos, sentam-se para o momento da mensagem, mas não conseguem mais OUVIR, porque estão cansados.

A ‘surdez’ dessa geração pode estar causando cegueira espiritual - sem a sabedoria adquirida pela Boa Semente, nossos jovens não saberão fazer as escolhas certas, não desenvolverão caráter cristão, não serão conhecidos pelo amor. Estamos clamando por decibéis que exaltem a Cristo! E por uma nova geração que saiba ouvir com espírito manso e humilde, e retenha as sagradas letras. Afinal, em boa terra, a semente crescerá e produzirá a cem por um.

Raízes profundas para uma fé inabalável é o desafio para a ‘geração tecnologia’. Quem tem ouvidos?

Patrícia Guimarães
Mestre em Musicologia, bacharel em canto lírico, pianista e regente de corais como os da Igreja Metodista e das Meninas Cantoras de Juiz de Fora(MG)
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Quando a CRUZ me parecer pesada

Quando a CRUZ me parecer pesada

10-10-2010 Missionário Mackson Germano Abrahão

Infelizmente é assim que muitos de nós cristãos nos sentimos após algumas provações e vacilos: falhos e sem força. Hoje me deparei mais uma vez com minhas fraquezas e limitações como homem, reafirmei minha humanização quando cedi aos meus impulsos naturais.
O mais difícil não é reconhecer o erro, mas ter de buscar o perdão, não pelo perdão em si, mas pela difícil tarefa de ter de se apresentar diante de Deus em pecado. Hoje compreendo o que fez Judas se desesperar após seu ato de traição: a vergonha de ter que assumir o erro perante Alguém Perfeito.
Não que devamos acumular pecados por causa da vergonha de ter que se apresentar diante de Deus em oração confessional, mas quero aqui mostrar o quanto é difícil ter de se apresentar diante do trono de Deus todo sujo, logo diante de Deus ‘O Todo Perfeito’. Selecionar desculpas é o que muitos fazem quando tem de se apresentarem diante de Deus para confessar seus delitos e implorar perdão. Muitos se desculpam tanto que mais parecem inocentes do que pecadores arrependidos. Como se fosse o pecado que os tivesse obrigado e não sua natureza falha os impulsionado.
Refletindo sobre essas e outras razões, aprendo que o mais difícil ainda é ter de continuar a carregar a Cruz após uma queda ou deslize. O Messias nunca pecou mesmo sendo 100% homem, mas viveu um momento do qual tirarei uma lição para nós.
No dia da crucificação, na trajetória feita em direção ao gólgota, em determinado lugar da via enquanto carregava sua Cruz Jesus foi substituído por um certo homem de Cirene chamado Simão que estava ali por acaso e que socorreu a Jesus, mesmo que forçado pelos soldados reais.
Não se sabe ao certo por qual motivo tiraram o madeiro das costas de Cristo e o entregaram a Simão para carregá-lo, ainda que sem o motivo revelado, uma coisa se sabe, naquele momento da trajetória a Cruz pesou nas costas de Jesus tendo de ser retirada de seu ombro e entregue a alguém que pudesse aliviar o peso e carregá-la em seu lugar, mesmo que por um breve instante de tempo. (Mt. 27: 32; Mc. 15: 21; Lc. 23: 26)
Naquele exato momento Simão de Cirene estava sendo um instrumento Divino para aliviar o peso da Cruz carregada pelo Filho de Deus. Aliviar o peso do madeiro sobre os ombros de Jesus foi a forma encontrada pelo Pai para demonstrar o seu amor por seu Filho amado. Foi uma forma de dizer EU TE AMO E ESTOU SEMPRE AO TEU LADO, EM TODOS OS MOMENTOS, ATÉ NAS HORAS DE DOR E DIFICULDADE.
Deus não se esquece de nós em nenhum momento, por mais difícil que seja e por mais insolúvel que nos possa parecer. Ele permanece sempre ao nosso lado e quando menos esperamos Ele providencia um Cirineu para aliviar nossa castigante caminhada. .
Tenho aprendido que mesmo em total comunhão precisamos consertar alguma coisa. Muitas de nossas atitudes não podem ser consideradas ‘pecados’ ditamente, mas nem por isso deixam de serem coisas não agradáveis aos olhos de Deus. .
O erro fatal de Judas não foi pecar (a traição), mas o desvio de não buscar a solução em Cristo para o seu pecado. O desespero tomou o lugar da confissão. A maioria de nós cristãos, após cometermos pecado deixamos que a vergonha que é resultado dele nos aprisione e nos impeça de buscar perdão diante de Deus.
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Pedro também pecou, também traiu Jesus, mas nem por isso se desesperou, ao contrário de Judas que preferiu resolver o seu problema com uma corda laçada, Pedro buscou lavar suas vestes no sangue de Cristo Jesus. .
Por mais que muitas de minhas ações não sejam dignas de honra e possam até me fazer parecer imundo, jamais as deixarei dominar minha razão e impedir que eu tome ações posteriores ao pecado, como o arrependimento. Sem arrependimento e confissão não tem como haver perdão.
Sei que muitos de meus pecados viciantes estão diante de mim tentando me aprisionar a alma, o coração e a vida, mas nenhum deles poderá travar minha boca ao ponto de eu não conseguir pedir ajuda. Pecar é uma condição que me perseguirá até o dia do arrebatamento fazendo com que minha Cruz se torne pesada, mas viver sempre que necessário prostrado aos pés do trono é uma escolha que faço até meu último suspiro de vida, pois sei que ainda que minha Cruz me pareça pesada, existe UM que assim como Simão o fez, fará também comigo: Aliviará meus ombros!
Nada e nem ninguém pode nos impedir de chegar ao cume do monte e isso deve ser o nosso dever como servos do Eterno, nem que tenhamos de carregar sobre os ombros uma pesada Cruz e nem que esse monte seja o Monte da Caveira. .
As provações virão assim como os inevitáveis cravos nas mãos, mas o galardão para os ‘indesistíveis’ será sobrenatural. Mesmo sentido o peso do madeiro e dor do pecado prosseguirei subindo o gólgota da vida, pois acima da Cruz existe o Céu. .


Mackson Germano Abrahão, pr
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