segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Coração Humilde, Gigante Derrotado
Coração Humilde, Gigante Derrotado
Por Helder Assis
As pessoas de coração humilde têm um lugar especial no coração de Deus. O próprio mestre disse: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3).
Em Tiago 4:6-10, o apóstolo estabelece uma relação entre a humildade, a sujeição a Deus e a resistência ao nosso inimigo. De fato, só podemos nos sujeitar a Deus se formos humildes, e só podemos resistir ao diabo se tivermos humildade suficiente para identificarmos, em nós mesmos, os reflexos das setas que nos foram lançadas por ele.
Ainda no texto de Tiago é dito que “Deus dá graça aos humildes”. Mas que graça seria esta?
A graça que Deus nos concede, é a força para, nos sujeitando a Ele, resistirmos ao inimigo de nossas almas. É graça para, nos chegando a Ele, termos sua presença conosco. É graça para sermos purificados, termos nossos corações limpos, e termos o bálsamo curador derramado sobre nossos corações.
Para isto, precisamos primeiramente nos humilhar diante do Senhor. Quando nos sujeitamos a Ele, podemos resistir ao diabo. E resistir não é fugir. Resistir não é ficar inerte em apatia. Resistir é se opor, se posicionar contra, avançar em vitória. E não conseguimos nos posicionar contra nada se não reconhecermos que precisamos fazer isso.
É aí onde entra a humildade. É necessário um coração humilde para reconhecermos nossas próprias falhas, dificuldades e lutas – seja diante de Deus, de outras pessoas ou de nós mesmos. A nossa tendência como seres humanos é negar, minimizar, ocultar, esconder, manipular, tentar resolver da nossa forma... ou mesmo avançar, porém na nossa própria força – todas estas, atitudes de um coração que ainda não está andando em plena humildade.
No capítulo 17 de 1 Samuel lemos a história do desafio do gigante Golias ao povo de Israel, e como o então jovem Davi, cheio do Senhor, obteve a vitória. Dentro do contexto desta breve meditação, não podemos deixar de notar um detalhe muito interessante, que nos mostra que, quando não nos posicionamos e não resistimos ao inimigo, ele avança em nossa direção. Veja:
“Golias parou e clamou às tropas de Israel e lhes disse: escolhei dentre vós um homem que desça contra mim” (1 Samuel 17:8)
Este era o desafio diário que Golias, representando o exército dos filisteus, fazia contra o exército de Israel. Este desafio durou quarenta dias, quando então Davi se apresenta. A propósito, Davi fora ungido por Deus através do profeta Samuel pouco tempo antes desse ocorrido. Ele, Davi, tinha um coração humilde (1 Samuel 16:7). Antes, porém, do desfecho desta conhecida história, a bíblia nos diz o seguinte:
“Os israelitas, vendo Golias, fugiam dele, temiam grandemente, e diziam uns aos outros: vistes aquele homem que subiu? Pois subiu para afrontar Israel”.
Observe que inicialmente Golias desafia um homem para descer contra ele; e como não se achou homem no exército de Israel que aceitasse o desafio, é dito que Golias subiu para afrontar Israel. Em outras palavras, a esta altura Golias estava literalmente “instalado” dentro do espaço do exército de Israel naquela batalha.
É isto que acontece quando não resistimos ao nosso inimigo: ele se instala. Mas há esperança de vencermos os “gigantes” de nossa vida: devemos nos sujeitar ao Senhor e sermos humildes em admitir nossas imperfeições. Davi sabia que ele não podia vencer aquele gigante pela sua própria força. Por isso ele disse: “O Senhor me livrará da mão deste filisteu” (1 Samuel 17:37). E disse ainda a Golias: “Tu vens a mim com espada, lança e escudo; mas eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, a quem tens afrontado” (1 Samuel 17: 45).
É preciso reconhecer as nossas limitações e a necessidade de cura em nossas almas e nossas. É necessário que nos cheguemos a Deus, nos purifiquemos, e nos humilhemos na presença dEle.
Para muitas pessoas está sempre “tudo bem”. Alguns têm muita dificuldade de reconhecer que precisam de oração, de um ombro amigo, de cura ou apenas de alguém para o ouvir. Alguns se acham sempre acima de qualquer situação. Existem pessoas envolvidas em vícios, falta de perdão, lutas de toda a espécie, que jamais se humilham e reconhecem que só se sujeitando ao Senhor se podem vencer os gigantes desta vida...
Por isso Deus diz pela sua Palavra que a graça de resistir ao diabo é para os humildes! Esta graça está disponível a todos, mas será concedida para aqueles que tiverem o coração tão humilde a ponto de chamar o pecado pelo nome, não mentir para si mesmo, não se auto-justificar nem tentar se ocultar do Senhor. Esta graça é para aqueles que simplesmente reconhecerem: “Pai, o meu gigante é esse... e eu preciso do Senhor”.
Que nesta hora nos sintamos fortalecidos pelo Espírito Santo a nos posicionarmos contra o nosso inimigo. Que nos sintamos encorajados a sermos “praticantes da palavra e não somente ouvintes” (Tiago 1:22) e a “confessarmos os nossos pecados uns aos outros para sermos curados” (Tiago 5:16). Que não nos enganemos a nós mesmos, tentando camuflar diante de Deus nossas culpas, dificuldades e lutas, mas que simplesmente reconheçamos humildemente que, sem Ele, nada somos e nada podemos fazer; e que, portanto, precisamos desesperadamente de sua presença e auxílio em nossas vidas.
Que tenhamos um coração humilde diante de Deus, de nós mesmos e das pessoas que nos cercam, e assim veremos nossos gigantes caírem por terra e serem derrotados pelo Senhor.
abração
Helder Assis
http://www.sacrificiovivo.com
helder@sacrificiovivo.com
Por Helder Assis
As pessoas de coração humilde têm um lugar especial no coração de Deus. O próprio mestre disse: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3).
Em Tiago 4:6-10, o apóstolo estabelece uma relação entre a humildade, a sujeição a Deus e a resistência ao nosso inimigo. De fato, só podemos nos sujeitar a Deus se formos humildes, e só podemos resistir ao diabo se tivermos humildade suficiente para identificarmos, em nós mesmos, os reflexos das setas que nos foram lançadas por ele.
Ainda no texto de Tiago é dito que “Deus dá graça aos humildes”. Mas que graça seria esta?
A graça que Deus nos concede, é a força para, nos sujeitando a Ele, resistirmos ao inimigo de nossas almas. É graça para, nos chegando a Ele, termos sua presença conosco. É graça para sermos purificados, termos nossos corações limpos, e termos o bálsamo curador derramado sobre nossos corações.
Para isto, precisamos primeiramente nos humilhar diante do Senhor. Quando nos sujeitamos a Ele, podemos resistir ao diabo. E resistir não é fugir. Resistir não é ficar inerte em apatia. Resistir é se opor, se posicionar contra, avançar em vitória. E não conseguimos nos posicionar contra nada se não reconhecermos que precisamos fazer isso.
É aí onde entra a humildade. É necessário um coração humilde para reconhecermos nossas próprias falhas, dificuldades e lutas – seja diante de Deus, de outras pessoas ou de nós mesmos. A nossa tendência como seres humanos é negar, minimizar, ocultar, esconder, manipular, tentar resolver da nossa forma... ou mesmo avançar, porém na nossa própria força – todas estas, atitudes de um coração que ainda não está andando em plena humildade.
No capítulo 17 de 1 Samuel lemos a história do desafio do gigante Golias ao povo de Israel, e como o então jovem Davi, cheio do Senhor, obteve a vitória. Dentro do contexto desta breve meditação, não podemos deixar de notar um detalhe muito interessante, que nos mostra que, quando não nos posicionamos e não resistimos ao inimigo, ele avança em nossa direção. Veja:
“Golias parou e clamou às tropas de Israel e lhes disse: escolhei dentre vós um homem que desça contra mim” (1 Samuel 17:8)
Este era o desafio diário que Golias, representando o exército dos filisteus, fazia contra o exército de Israel. Este desafio durou quarenta dias, quando então Davi se apresenta. A propósito, Davi fora ungido por Deus através do profeta Samuel pouco tempo antes desse ocorrido. Ele, Davi, tinha um coração humilde (1 Samuel 16:7). Antes, porém, do desfecho desta conhecida história, a bíblia nos diz o seguinte:
“Os israelitas, vendo Golias, fugiam dele, temiam grandemente, e diziam uns aos outros: vistes aquele homem que subiu? Pois subiu para afrontar Israel”.
Observe que inicialmente Golias desafia um homem para descer contra ele; e como não se achou homem no exército de Israel que aceitasse o desafio, é dito que Golias subiu para afrontar Israel. Em outras palavras, a esta altura Golias estava literalmente “instalado” dentro do espaço do exército de Israel naquela batalha.
É isto que acontece quando não resistimos ao nosso inimigo: ele se instala. Mas há esperança de vencermos os “gigantes” de nossa vida: devemos nos sujeitar ao Senhor e sermos humildes em admitir nossas imperfeições. Davi sabia que ele não podia vencer aquele gigante pela sua própria força. Por isso ele disse: “O Senhor me livrará da mão deste filisteu” (1 Samuel 17:37). E disse ainda a Golias: “Tu vens a mim com espada, lança e escudo; mas eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, a quem tens afrontado” (1 Samuel 17: 45).
É preciso reconhecer as nossas limitações e a necessidade de cura em nossas almas e nossas. É necessário que nos cheguemos a Deus, nos purifiquemos, e nos humilhemos na presença dEle.
Para muitas pessoas está sempre “tudo bem”. Alguns têm muita dificuldade de reconhecer que precisam de oração, de um ombro amigo, de cura ou apenas de alguém para o ouvir. Alguns se acham sempre acima de qualquer situação. Existem pessoas envolvidas em vícios, falta de perdão, lutas de toda a espécie, que jamais se humilham e reconhecem que só se sujeitando ao Senhor se podem vencer os gigantes desta vida...
Por isso Deus diz pela sua Palavra que a graça de resistir ao diabo é para os humildes! Esta graça está disponível a todos, mas será concedida para aqueles que tiverem o coração tão humilde a ponto de chamar o pecado pelo nome, não mentir para si mesmo, não se auto-justificar nem tentar se ocultar do Senhor. Esta graça é para aqueles que simplesmente reconhecerem: “Pai, o meu gigante é esse... e eu preciso do Senhor”.
Que nesta hora nos sintamos fortalecidos pelo Espírito Santo a nos posicionarmos contra o nosso inimigo. Que nos sintamos encorajados a sermos “praticantes da palavra e não somente ouvintes” (Tiago 1:22) e a “confessarmos os nossos pecados uns aos outros para sermos curados” (Tiago 5:16). Que não nos enganemos a nós mesmos, tentando camuflar diante de Deus nossas culpas, dificuldades e lutas, mas que simplesmente reconheçamos humildemente que, sem Ele, nada somos e nada podemos fazer; e que, portanto, precisamos desesperadamente de sua presença e auxílio em nossas vidas.
Que tenhamos um coração humilde diante de Deus, de nós mesmos e das pessoas que nos cercam, e assim veremos nossos gigantes caírem por terra e serem derrotados pelo Senhor.
abração
Helder Assis
http://www.sacrificiovivo.com
helder@sacrificiovivo.com
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Cristão ou Religioso?
Cristão ou Religioso?
Por Daniel Souza
Você já reparou que acostumar-se com algo não exige muito esforço? Repare no fato de alguém entrar em um recinto com um perfume muito doce e forte. Todos irão reparar. Alguns não gostarão, outros até se sentirão mal. Agora se você não pode sair deste local você naturalmente acaba se acostumando com este odor. Seja ele bom ou ruim.
Há um ditado interessante que diz: "o pecado é como o perfume, você acaba se acostumando com ele". Isto é real. Todo o perfume que passamos, tempos depois já estamos de tal forma acostumados com ele que nem notamos a sua presença em nós. Nós nos acostumamos tão facilmente com algo que elas se tornam corriqueiras para nós. Todavia não podemos ter o Senhor com corriqueiro para nós.
O que fez Jesus com os vendilhões do templo? Não estavam os homens daquela época acostumados com eles? Não estavam adaptados àquela situação? Vejamos qual é a posição do Senhor…
II. Jr 2.13; Ap 2.4-5
O que é uma cisterna? É um local para armazenar água. A religiosidade é como uma cisterna rota: começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos ao Senhor e ficamos com o passado, com as experiências do passado. Nossa comunhão e nossa vida com Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre para um determinado dia.
Com freqüência ficamos com a história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros. Temos que ter a nossa própria história com o Senhor. Temos que estar diariamente buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.
Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo. Precisamos aclarar isto cada vez mais. Devemos que entender que o morno, ao qual está a ponto de ser vomitado, também está dentro da igreja. Não é do mundo que ele será vomitado, mas é para o mundo que será expulso.
Cada dia que passa aumenta a polarização que o Senhor nos falou em Ml 3.12-18. A cada momento, a cada tempo está se distanciando o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a Deus.
Para facilitar isto, faremos um paralelo entre o religioso e o discípulo. Não temos o intuito de julgar ninguém, porém não podemos deixar nenhum homem em confusão. Todos devem saber como Deus o vê.
III.Religioso ou Discípulo?
Religioso
Tem a bíblia centralizada no homem. Enxerga tudo o que Deus tem para ele: graça e salvação.
Interpreta a palavra mecanicamente, age como se ela fosse um tabuleiro de xadrez 2Co 3.6.
Ouve verdades de Deus 2Tm 3.7.
Obedece algumas regrinhas que as considera sumamente importante Mt 23.23.
Aprende a saber muita coisa 1Co 8.1b
Tem o eu no comando.
Se esforça por imitar a Cristo, na carne
Canta muitos cânticos
Estuda sobre o Espírito Santo.
Faz orações. Fala, fala e não ouve.
Confia sua vida a uma instituição religiosa
Sua vida é uma eterna luta contra o mal. "Mente vazia oficina do diabo. Membros ociosos oficina do diabo".
Vive com sede Jr 2.13.
Faz prosélitos Mt 23.15.
Não coloca sua vida na luz Jo 3.19-21.
Não reconhece as autoridades como vindas de Deus.
Seus olhos brilham para as coisas do mundo.
Discípulo
Tem a bíblia centralizada em Deus. O que importa é o propósito eterno de Deus.
Tem revelação de Deus. Compara coisa espiritual com coisa espiritual 1Co 2.12-14
Ouve a Deus Hb 3.7-8. Ninguém pode ouvir a Deus e não mudar.
Ama a vontade de Deus e obedece a Cristo em tudo Jo 14.23.
Aprende a guardar o que Cristo ensinou Mt 28.20.
Tem a Cristo no centro de sua vida – é alguém que se esqueceu de si mesmo.
Cristo vive nele Gl 2.20.
Louva ao Senhor.
Vive cheio do Espírito Santo Rm 8.5-9.
Fala com Deus, dialoga com seu Pai.
Confia sua vida a igreja que é o corpo de Cristo.
Não tem tempo para praticar o mal, seus membros estão ocupados com a justiça Rm 6.13.
Bebe muita água da vida.
Dá fruto (faz discípulos) Jo 15.1-6,8,16.
Anda na luz 1Jo 1.5-10.
Acata todas as autoridades delegadas Rm 13.1.
Seu atrativo é o Senhor, ama a simplicidade de Deus.
O coração do religioso não se sacia, não se satisfaz com as coisas simples de Deus. O religioso tende matar sua sede no mundo, nos atrativos do mundo ou do poder, que pode ser intelectual.
IV.Conclusão :
O que o Senhor quer de nós?
O que o Senhor espera de você?
O que você tem feito?
Que tipo de homem você é?
O nosso Deus e Pai não é um Deus de desordem, Ele deseja que todo aquele que se aproxima d’Ele realmente viva como Ele quer e deseja, sem mesclas ou confusão.
FONTE: WWW.AMEPROD.COM.BR
Deus abençoe
Daniel Souza
http://www.ameprod.com.br
danielsouza@ameprod.com.br
Por Daniel Souza
Você já reparou que acostumar-se com algo não exige muito esforço? Repare no fato de alguém entrar em um recinto com um perfume muito doce e forte. Todos irão reparar. Alguns não gostarão, outros até se sentirão mal. Agora se você não pode sair deste local você naturalmente acaba se acostumando com este odor. Seja ele bom ou ruim.
Há um ditado interessante que diz: "o pecado é como o perfume, você acaba se acostumando com ele". Isto é real. Todo o perfume que passamos, tempos depois já estamos de tal forma acostumados com ele que nem notamos a sua presença em nós. Nós nos acostumamos tão facilmente com algo que elas se tornam corriqueiras para nós. Todavia não podemos ter o Senhor com corriqueiro para nós.
O que fez Jesus com os vendilhões do templo? Não estavam os homens daquela época acostumados com eles? Não estavam adaptados àquela situação? Vejamos qual é a posição do Senhor…
II. Jr 2.13; Ap 2.4-5
O que é uma cisterna? É um local para armazenar água. A religiosidade é como uma cisterna rota: começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos ao Senhor e ficamos com o passado, com as experiências do passado. Nossa comunhão e nossa vida com Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre para um determinado dia.
Com freqüência ficamos com a história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros. Temos que ter a nossa própria história com o Senhor. Temos que estar diariamente buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.
Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo. Precisamos aclarar isto cada vez mais. Devemos que entender que o morno, ao qual está a ponto de ser vomitado, também está dentro da igreja. Não é do mundo que ele será vomitado, mas é para o mundo que será expulso.
Cada dia que passa aumenta a polarização que o Senhor nos falou em Ml 3.12-18. A cada momento, a cada tempo está se distanciando o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a Deus.
Para facilitar isto, faremos um paralelo entre o religioso e o discípulo. Não temos o intuito de julgar ninguém, porém não podemos deixar nenhum homem em confusão. Todos devem saber como Deus o vê.
III.Religioso ou Discípulo?
Religioso
Tem a bíblia centralizada no homem. Enxerga tudo o que Deus tem para ele: graça e salvação.
Interpreta a palavra mecanicamente, age como se ela fosse um tabuleiro de xadrez 2Co 3.6.
Ouve verdades de Deus 2Tm 3.7.
Obedece algumas regrinhas que as considera sumamente importante Mt 23.23.
Aprende a saber muita coisa 1Co 8.1b
Tem o eu no comando.
Se esforça por imitar a Cristo, na carne
Canta muitos cânticos
Estuda sobre o Espírito Santo.
Faz orações. Fala, fala e não ouve.
Confia sua vida a uma instituição religiosa
Sua vida é uma eterna luta contra o mal. "Mente vazia oficina do diabo. Membros ociosos oficina do diabo".
Vive com sede Jr 2.13.
Faz prosélitos Mt 23.15.
Não coloca sua vida na luz Jo 3.19-21.
Não reconhece as autoridades como vindas de Deus.
Seus olhos brilham para as coisas do mundo.
Discípulo
Tem a bíblia centralizada em Deus. O que importa é o propósito eterno de Deus.
Tem revelação de Deus. Compara coisa espiritual com coisa espiritual 1Co 2.12-14
Ouve a Deus Hb 3.7-8. Ninguém pode ouvir a Deus e não mudar.
Ama a vontade de Deus e obedece a Cristo em tudo Jo 14.23.
Aprende a guardar o que Cristo ensinou Mt 28.20.
Tem a Cristo no centro de sua vida – é alguém que se esqueceu de si mesmo.
Cristo vive nele Gl 2.20.
Louva ao Senhor.
Vive cheio do Espírito Santo Rm 8.5-9.
Fala com Deus, dialoga com seu Pai.
Confia sua vida a igreja que é o corpo de Cristo.
Não tem tempo para praticar o mal, seus membros estão ocupados com a justiça Rm 6.13.
Bebe muita água da vida.
Dá fruto (faz discípulos) Jo 15.1-6,8,16.
Anda na luz 1Jo 1.5-10.
Acata todas as autoridades delegadas Rm 13.1.
Seu atrativo é o Senhor, ama a simplicidade de Deus.
O coração do religioso não se sacia, não se satisfaz com as coisas simples de Deus. O religioso tende matar sua sede no mundo, nos atrativos do mundo ou do poder, que pode ser intelectual.
IV.Conclusão :
O que o Senhor quer de nós?
O que o Senhor espera de você?
O que você tem feito?
Que tipo de homem você é?
O nosso Deus e Pai não é um Deus de desordem, Ele deseja que todo aquele que se aproxima d’Ele realmente viva como Ele quer e deseja, sem mesclas ou confusão.
FONTE: WWW.AMEPROD.COM.BR
Deus abençoe
Daniel Souza
http://www.ameprod.com.br
danielsouza@ameprod.com.br
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
As raízes de uma reação
As raízes de uma reação
Por Helder Assis
Uma reflexão sobre Mical e Davi em 2 Samuel 6:11-23
A maioria de nós cristãos conhece a história de Davi dançando perante o Senhor (2Sam 6:11-23). A ocasião era de festa: a Arca do Senhor estava voltando para Jerusalém. O Rei Davi estava exultante, e “dançava com todas as suas forças diante do Senhor” (v. 14), externando sua adoração a Deus sem se preocupar com o que os outros estariam pensando dele. Sua esposa, Mical, o “desprezou no seu coração” e o criticou severamente por dançar daquela maneira diante do povo (vs. 16 e 20).
Mas porquê ela criticou o gesto de Davi? Porque ela não entendeu?
Se voltarmos no um pouco no tempo, veremos que Mical não era exatamente o que se possa chamar de má pessoa – apesar de ser filha de Saul, que reinou antes de Davi. A Bíblia fala que ela amava Davi. Sabedor disso, o então Rei Saul tentou usar a própria filha como laço contra Davi (1Sam 18:20-21).
Entretanto o plano de Saul foi frustrado pela fidelidade de Mical a Davi. Na seqüência da história, vemos que ela ajudou Davi a fugir de Saul quando este o perseguia, enganando o próprio pai (1Sam 19:11-17).
Por que então esta mulher, que um dia compreendeu e participou do plano de Deus para preservar a vida de Davi, agiu de maneira tão severa quando agora, anos mais tarde, o Rei simplesmente adorava ao Senhor com alegria?
Poderíamos dizer que ela não compreendeu a motivação de Davi; ou que ela se preocupou mais com a imagem do Rei Davi do que com o momento espiritual da nação; ou ainda que teve ciúmes das servas. Tudo isto estaria correto... mas já lhe ocorreu que tamanha incompreensão poderia estar calçada em algo mais profundo e pré-existente na vida desta mulher?
A INFLUÊNCIA DOS TRAUMAS
Depois da fuga de Davi, Mical foi dada como esposa a outro homem pelo seu pai, Saul (1Sam 25:44). Anos depois, após a morte de Saul e já como rei, Davi exigiu-a novamente como esposa (2Sam 3:13).
Por esta e outras razões, podemos saber que Mical era uma pessoa que carregava profundas feridas. Ela fora usada como “isca” pelo pai contra Davi. Viu este homem arriscar a vida para atender a um capricho de Saul que era a exigência para o casamento, o qual foi chamado de “dote” (1Sam 18:25). Viu o homem que ela amava tendo que fugir do próprio sogro para não morrer. Foi dada pelo pai a outro homem como esposa, sendo já casada. Anos depois, quando talvez ela já estivesse “acostumada” com a situação, Davi se torna Rei e a traz de volta. A Bíblia nos conta que o seu então marido, Paltiel, veio chorando atrás dela quando ela foi tomada para ser “devolvida” para Davi (2Sam 3:15-16).
Quanta carga emocional! Como se não bastasse, ela não podia ter filhos, o que era considerado como uma desonra pela sociedade de então. Principalmente em se tratando da esposa de um monarca, que precisaria necessariamente de um herdeiro para ocupar o trono.
Mical permitiu que seus traumas não resolvidos trouxessem cegueira espiritual. E por causa disso, ela não pôde compreender o significado do ato de adoração de Davi.
A POSIÇÃO ERRADA
Os nossos traumas emocionais não tratados e/ou mal resolvidos podem nos trazer cegueira espiritual. E tudo isso sempre nos leva para a posição errada, um lugar diferente daquele que o Senhor nos quer. O povo inteiro estava em festa, e Mical estava “olhando pela janela” (v. 16). Ela somente foi ao encontro de Davi quando a celebração havia acabado, e o povo, ido embora (v. 20). E mesmo assim, foi para criticar.
Mical assumiu a posição de espectadora. Da janela, observava o povo se alegrando e adorando ao Senhor, ao invés de se juntar a eles. Estava assistindo a alegria e adoração dos outros, e não fazia questão de participar. Esta postura abriu portas pra um espírito crítico. E por trás disso, como já vimos, estava uma vida marcada por sofrimento, desilusão e expectativas frustradas.
CONCLUSÃO
Talvez você já tenha visto ou conhecido pessoas que assumem a posição de “espectadores” em algumas situações, até mesmo durante momentos de adoração ao Senhor. Não as julgue. Existe algo além das aparências. Existe uma vida que carrega marcas.
Precisamos desenvolver um espírito misericordioso em relação aos outros. Olhemos para nossas próprias vidas. Como temos cuidado de nossos traumas emocionais? Temos dado lugar a um espírito crítico? Temos tido uma vida infrutífera? Temos sido espectadores da adoração alheia?
Ainda há tempo para tratar pecados, se arrepender, pedir perdão e perdoar. Ainda há tempo para buscar a cura espiritual para nossos traumas. Ainda há tempo para receber o bálsamo que só o Senhor pode dar.
E ainda há tempo para sair da janela. A porta é logo ali. É só ir para fora, se juntar ao povo... e começar a dançar!
Que Deus nos abençoe,
Helder Assis da Silva Integrante do Ministério Sacrifício Vivo (www.sacrificiovivo.com), e membro da Igreja Evangélica Capela do Calvário de São Vicente, SP e-mail: helder@sacrificiovivo.com
abração
Helder Assis
http://www.sacrificiovivo.com
helder@sacrificiovivo.com
Por Helder Assis
Uma reflexão sobre Mical e Davi em 2 Samuel 6:11-23
A maioria de nós cristãos conhece a história de Davi dançando perante o Senhor (2Sam 6:11-23). A ocasião era de festa: a Arca do Senhor estava voltando para Jerusalém. O Rei Davi estava exultante, e “dançava com todas as suas forças diante do Senhor” (v. 14), externando sua adoração a Deus sem se preocupar com o que os outros estariam pensando dele. Sua esposa, Mical, o “desprezou no seu coração” e o criticou severamente por dançar daquela maneira diante do povo (vs. 16 e 20).
Mas porquê ela criticou o gesto de Davi? Porque ela não entendeu?
Se voltarmos no um pouco no tempo, veremos que Mical não era exatamente o que se possa chamar de má pessoa – apesar de ser filha de Saul, que reinou antes de Davi. A Bíblia fala que ela amava Davi. Sabedor disso, o então Rei Saul tentou usar a própria filha como laço contra Davi (1Sam 18:20-21).
Entretanto o plano de Saul foi frustrado pela fidelidade de Mical a Davi. Na seqüência da história, vemos que ela ajudou Davi a fugir de Saul quando este o perseguia, enganando o próprio pai (1Sam 19:11-17).
Por que então esta mulher, que um dia compreendeu e participou do plano de Deus para preservar a vida de Davi, agiu de maneira tão severa quando agora, anos mais tarde, o Rei simplesmente adorava ao Senhor com alegria?
Poderíamos dizer que ela não compreendeu a motivação de Davi; ou que ela se preocupou mais com a imagem do Rei Davi do que com o momento espiritual da nação; ou ainda que teve ciúmes das servas. Tudo isto estaria correto... mas já lhe ocorreu que tamanha incompreensão poderia estar calçada em algo mais profundo e pré-existente na vida desta mulher?
A INFLUÊNCIA DOS TRAUMAS
Depois da fuga de Davi, Mical foi dada como esposa a outro homem pelo seu pai, Saul (1Sam 25:44). Anos depois, após a morte de Saul e já como rei, Davi exigiu-a novamente como esposa (2Sam 3:13).
Por esta e outras razões, podemos saber que Mical era uma pessoa que carregava profundas feridas. Ela fora usada como “isca” pelo pai contra Davi. Viu este homem arriscar a vida para atender a um capricho de Saul que era a exigência para o casamento, o qual foi chamado de “dote” (1Sam 18:25). Viu o homem que ela amava tendo que fugir do próprio sogro para não morrer. Foi dada pelo pai a outro homem como esposa, sendo já casada. Anos depois, quando talvez ela já estivesse “acostumada” com a situação, Davi se torna Rei e a traz de volta. A Bíblia nos conta que o seu então marido, Paltiel, veio chorando atrás dela quando ela foi tomada para ser “devolvida” para Davi (2Sam 3:15-16).
Quanta carga emocional! Como se não bastasse, ela não podia ter filhos, o que era considerado como uma desonra pela sociedade de então. Principalmente em se tratando da esposa de um monarca, que precisaria necessariamente de um herdeiro para ocupar o trono.
Mical permitiu que seus traumas não resolvidos trouxessem cegueira espiritual. E por causa disso, ela não pôde compreender o significado do ato de adoração de Davi.
A POSIÇÃO ERRADA
Os nossos traumas emocionais não tratados e/ou mal resolvidos podem nos trazer cegueira espiritual. E tudo isso sempre nos leva para a posição errada, um lugar diferente daquele que o Senhor nos quer. O povo inteiro estava em festa, e Mical estava “olhando pela janela” (v. 16). Ela somente foi ao encontro de Davi quando a celebração havia acabado, e o povo, ido embora (v. 20). E mesmo assim, foi para criticar.
Mical assumiu a posição de espectadora. Da janela, observava o povo se alegrando e adorando ao Senhor, ao invés de se juntar a eles. Estava assistindo a alegria e adoração dos outros, e não fazia questão de participar. Esta postura abriu portas pra um espírito crítico. E por trás disso, como já vimos, estava uma vida marcada por sofrimento, desilusão e expectativas frustradas.
CONCLUSÃO
Talvez você já tenha visto ou conhecido pessoas que assumem a posição de “espectadores” em algumas situações, até mesmo durante momentos de adoração ao Senhor. Não as julgue. Existe algo além das aparências. Existe uma vida que carrega marcas.
Precisamos desenvolver um espírito misericordioso em relação aos outros. Olhemos para nossas próprias vidas. Como temos cuidado de nossos traumas emocionais? Temos dado lugar a um espírito crítico? Temos tido uma vida infrutífera? Temos sido espectadores da adoração alheia?
Ainda há tempo para tratar pecados, se arrepender, pedir perdão e perdoar. Ainda há tempo para buscar a cura espiritual para nossos traumas. Ainda há tempo para receber o bálsamo que só o Senhor pode dar.
E ainda há tempo para sair da janela. A porta é logo ali. É só ir para fora, se juntar ao povo... e começar a dançar!
Que Deus nos abençoe,
Helder Assis da Silva Integrante do Ministério Sacrifício Vivo (www.sacrificiovivo.com), e membro da Igreja Evangélica Capela do Calvário de São Vicente, SP e-mail: helder@sacrificiovivo.com
abração
Helder Assis
http://www.sacrificiovivo.com
helder@sacrificiovivo.com
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Dança no Espírito
Dança no Espírito
Na Bíblia existem várias expressões que se referem a “dançar' e “bailar”. Contudo, nenhuma passagem nas Escrituras Sagradas fala de “dançar no Espírito”. Essa frase não é bíblica nem teológica. A Bíblia nos informa que os povos antigos manifestavam seus sentimentos por meio de danças.
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Quando voltavam das batalhas em defesa de suas vidas ou da pátria maridos ou parentes, as mulheres, incluindo esposas e filhas, saíam ao encontro dos vitoriosos com cânticos e danças . Miriã a profetiza, a irmã de Arão e de Moisés, e todas as mulheres libertas do cativeiro egípcio, celebraram a passagem do Mar Vermelho com “tambores e danças” (Ex 15.20). Em tempos remotos, havia uma celebração ao Senhor em Israel e as filhas de Israel saíam a dançar em ranchos celebrando a “solenidade do Senhor em Siló' (Jz 21.19,21).
Davi, após conduzir a Arca da Aliança da casa de Obede-Edom até a cidade de Jerusalém, ia 'bailando e saltando' diante do Senhor (2 Sm 6.16). Com o passar do tempo, essa pratica tornou-se comum em Israel. Jeremias fala que depois de uma abençoada colheita, 'a virgem se alegrava na dança' e também os 'mancebos e os velhos' celebravam da mesma maneira (Jr 31.13). Também em Lamentações o profeta acrescenta: “Cessou o gozo do nosso coração; converteu em lamentação a nossa dança”, Lm 5.15.
Os profetas de Baal, durante sua cerimônia sacrificial, usavam uma espécie de música aos gritos e danças aos saltos ao redor do altar (1Rs 18.26). Do lado sensual, havia em Israel a famosa “dança do ventre”, que ainda hoje é praticada com freqüência no Oriente Médio. As filhas de Sião, quando perderam o temor a Deus, adicionaram ao seu andar a dança do ventre – o que foi severamente condenada pelo Senhor (Is 3.16). Salomé, a filha de Herodes, dançou também desta maneira (Mc 6.22).
No Novo Testamento, em algumas de suas passagens, a música e as danças encontram-se em evidências, sendo praticada nas solenidades judaicas. Jesus comparou à situação de seus dias com aquele que diziam: “Tocamo-vos flauta, e não dançastes” (Mt 11.17). O irmão do filho pródigo ficou indignado quando ouviu e viu “a música e s danças” para seu irmão (Lc 15.25). Entre as nações semíticas, as danças sagradas eram observadas tanto por homens quanto por mulheres.
Existem várias recordações bíblicas dizendo que os santos devem se alegrar no Senhor (Sl32.11) e servir ao Senhor com alegria (Sl 100.2). Maria, mãe de Jesus, foi uma jovem santa no novo testamento. Ela agradeceu a Deus dizendo: “A minha alma engrandece ao Senhor, eo meu espírito se alegra em Deus meu Salvador” (Lc 1.46-47). Mas não existe nenhuma recomendação no Novo Testamento, que é o manual da Igreja Cristã na Dispensação da Graça, dizendo que se deve “dançar no Espírito”. Além disso, certas danças que existem por aí em certos seios evangélicos não são espontâneas, mas ensinadas com antecipação e apresentadas ao público como “dançar no Espírito”. Por outro lado, existem também aqueles que aproveitam os momentos festivos e neles procuram extravasar suas emoções e euforias, além das regras preestabelecidas pela sobriedade e ética cristã.
O Apostolo Paulo fala de “orar no Espírito”, “bendizer no Espírito” e “cantar no Espírito”, mas nunca fala de “dançar no Espírito”. Não digo que não façam, porém acredito que as manifestações do Espírito Santo no meio do povo de Deus requer um pouco de prudência. Sabemos que em alguns momentos não é fácil de se controlar com o derramamento do poder de Deus. Contudo, a sabedoria de divina nos ensina que, via de regra, quanto mais o cristão está cheio do Espírito, mais controlado ele fica. Pois a manifestação do Espírito traz ao crente o amadurecimento e a sobriedade cristã. Descontrole não é sinal de estar totalmente controlado pelo Espírito de Deus.
Existem outras maneiras mais suaves, dentro do campo da ética, de se agradecer a Deus pelos seu amor e bondade, do que certas práticas extravagantes que podem até despertar curiosidade carnal.
Por Jose Valdo Caetano
Na Bíblia existem várias expressões que se referem a “dançar' e “bailar”. Contudo, nenhuma passagem nas Escrituras Sagradas fala de “dançar no Espírito”. Essa frase não é bíblica nem teológica. A Bíblia nos informa que os povos antigos manifestavam seus sentimentos por meio de danças.
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Quando voltavam das batalhas em defesa de suas vidas ou da pátria maridos ou parentes, as mulheres, incluindo esposas e filhas, saíam ao encontro dos vitoriosos com cânticos e danças . Miriã a profetiza, a irmã de Arão e de Moisés, e todas as mulheres libertas do cativeiro egípcio, celebraram a passagem do Mar Vermelho com “tambores e danças” (Ex 15.20). Em tempos remotos, havia uma celebração ao Senhor em Israel e as filhas de Israel saíam a dançar em ranchos celebrando a “solenidade do Senhor em Siló' (Jz 21.19,21).
Davi, após conduzir a Arca da Aliança da casa de Obede-Edom até a cidade de Jerusalém, ia 'bailando e saltando' diante do Senhor (2 Sm 6.16). Com o passar do tempo, essa pratica tornou-se comum em Israel. Jeremias fala que depois de uma abençoada colheita, 'a virgem se alegrava na dança' e também os 'mancebos e os velhos' celebravam da mesma maneira (Jr 31.13). Também em Lamentações o profeta acrescenta: “Cessou o gozo do nosso coração; converteu em lamentação a nossa dança”, Lm 5.15.
Os profetas de Baal, durante sua cerimônia sacrificial, usavam uma espécie de música aos gritos e danças aos saltos ao redor do altar (1Rs 18.26). Do lado sensual, havia em Israel a famosa “dança do ventre”, que ainda hoje é praticada com freqüência no Oriente Médio. As filhas de Sião, quando perderam o temor a Deus, adicionaram ao seu andar a dança do ventre – o que foi severamente condenada pelo Senhor (Is 3.16). Salomé, a filha de Herodes, dançou também desta maneira (Mc 6.22).
No Novo Testamento, em algumas de suas passagens, a música e as danças encontram-se em evidências, sendo praticada nas solenidades judaicas. Jesus comparou à situação de seus dias com aquele que diziam: “Tocamo-vos flauta, e não dançastes” (Mt 11.17). O irmão do filho pródigo ficou indignado quando ouviu e viu “a música e s danças” para seu irmão (Lc 15.25). Entre as nações semíticas, as danças sagradas eram observadas tanto por homens quanto por mulheres.
Existem várias recordações bíblicas dizendo que os santos devem se alegrar no Senhor (Sl32.11) e servir ao Senhor com alegria (Sl 100.2). Maria, mãe de Jesus, foi uma jovem santa no novo testamento. Ela agradeceu a Deus dizendo: “A minha alma engrandece ao Senhor, eo meu espírito se alegra em Deus meu Salvador” (Lc 1.46-47). Mas não existe nenhuma recomendação no Novo Testamento, que é o manual da Igreja Cristã na Dispensação da Graça, dizendo que se deve “dançar no Espírito”. Além disso, certas danças que existem por aí em certos seios evangélicos não são espontâneas, mas ensinadas com antecipação e apresentadas ao público como “dançar no Espírito”. Por outro lado, existem também aqueles que aproveitam os momentos festivos e neles procuram extravasar suas emoções e euforias, além das regras preestabelecidas pela sobriedade e ética cristã.
O Apostolo Paulo fala de “orar no Espírito”, “bendizer no Espírito” e “cantar no Espírito”, mas nunca fala de “dançar no Espírito”. Não digo que não façam, porém acredito que as manifestações do Espírito Santo no meio do povo de Deus requer um pouco de prudência. Sabemos que em alguns momentos não é fácil de se controlar com o derramamento do poder de Deus. Contudo, a sabedoria de divina nos ensina que, via de regra, quanto mais o cristão está cheio do Espírito, mais controlado ele fica. Pois a manifestação do Espírito traz ao crente o amadurecimento e a sobriedade cristã. Descontrole não é sinal de estar totalmente controlado pelo Espírito de Deus.
Existem outras maneiras mais suaves, dentro do campo da ética, de se agradecer a Deus pelos seu amor e bondade, do que certas práticas extravagantes que podem até despertar curiosidade carnal.
Por Jose Valdo Caetano
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Um bichinho chamado desânimo
Um bichinho chamado desânimo
Por Élcio Lourenço
Aquele que aceita o desânimo está fadado a fracassar e ficar no caminho, perdendo a recompensa eterna que está reservada aos corajosos e aos espiritualmente otimistas. (Apocalipse 3: 11-13).
1. Introdução
Existe um filme dos estúdios Walt Disney que conta uma história do tipo “Alice no país das maravilhas”, contendo um episódio de luta entre duas mulheres mágicas.
A tática de luta entre elas era a de se transformarem em seres diferentes a cada momento: quando uma virava um rato, a outra se transformava em gato. Para vencer o gato, surgia a figura do tigre, que era colocado sob a ameaça de um rinoceronte, enfrentado por um dinossauro.
A disputa continua até o ponto em que uma delas assume a forma de um imenso dragão voador, cuja aparência é de um ser imbatível. A batalha parecia ter chegado ao fim, quando a outra simplesmente desaparece.
A primeira reclama que as regras do combate não permitiam o uso da invisibilidade, e que estaria havendo trapaça, no que é contestada com a declaração de que não havia ocorrido o uso da invisibilidade, mas sim a transformação de uma delas em um micróbio invisível de uma doença mortal aos dragões, que agora se encontrava na corrente sanguínea do monstro.
Não é preciso detalhar o fato de que a esperteza resultou na vitória da mulher que adquirira a forma minúscula do gérmen fatal.
Certamente essa história não passa de um desenho animado para distrair crianças, mas nela está contido um sentido prático, que não está longe de nossas ações diárias, nos mais variados campos das atividades.
Curiosamente, há momento em que os gigantes da vida, as montanhas do caminho, são vencidos e superados, mas os micro inimigos e o cascalho que estão sobre a estrada nos atrapalham, nos derrubam e fazem com que percamos nossos objetivos e sonhos.
2. O grande desafio nascido de algo aparentemente pequeno
O maior desafio do cristão não é propriamente ter as coisas, mas sim a consciência de que “ podemos ter” tudo o que nos for necessário, uma vez que o Senhor é nosso pastor e não estamos fadados a ter falta ( Salmos 23 ). Também Paulo nos orienta sobre o estarmos tranqüilos em abundância ou em carência.v Quando assumimos que “não podemos ter”, mesmo que cercados de tudo o que é bom, encontramos sofrimento, dor, tristeza e derrota, já que nossa mente não aceita que dias melhores virão, ao mesmo tempo em que nosso coração se apavora pela possibilidade de se perder o que temos no presente.
O maior indutor desse estado de espírito é o desânimo. Ele é tão bem preparado para desmobilizar a vida abundante prometida por Jesus ( João 10:10 ) que, em razão de sua tarefa, me atrevo a qualificá-lo como um ente dotado de vida própria, e por isso chamo-o de “bichinho”.
3. A atuação do desânimo na vida do cristão
Embora nós, os cristãos, tenhamos por costume enfatizar pontos altos das Escrituras, fazendo seus personagens nossos “heróis”, cujo exemplo deva ser seguido, a vida não é fácil, e tanto nosso dia a dia, como aquele dos servos de Deus do passado, envolvem momentos de profundo desafio.
Relembremos dois momentos da vida de Moisés:
MOMENTO 1- Moisés estende a sua vara e faz com que as águas do Mar Vermelho se abram:
“Então disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.
Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se seco, e as águas foram partidas.”
Êxodo 14: 15:26
MOMENTO 2- Moisés entra em desespero, desanima de sua missão, por causa do mesmo povo que havia cruzado o Mar Vermelho e saído de Egito, e pede a Deus que risque seu nome do Livro da Vida.
“Assim tornou Moisés ao Senhor, e disse: Ora, este povo pecou pecado grande fazendo para si deuses de ouro.
Agora pois perdoa o seu pecado, senão risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito.”
Êxodo 32 30-35
( Êxodo 33:12-17 e Números 11: 11-15).
De acordo com as palavras de Jesus( Lucas 10:20 ), ter nosso nome escrito no Livro da Vida é algo absolutamente superior a qualquer outra coisa. Significa a segurança de uma vida eterna junto de Deus.
Tão grande foi, contudo, a frustração de Moisés diante das dificuldades em cumprir a missão a ele confiada por Deus, que o sentido de valor se desvaneceu sob o peso do desânimo, e pediu algo inaceitável: perder a oportunidade de viver o eterno.
Isso parece ser algo destituído de lógica, mas se enquadra perfeitamente na ação do inimigo para nos colocar distantes de Deus.
De certa forma, Moisés colocou sua missão acima da relação pessoal com o Senhor, um erro perigoso no qual qualquer um pode incorrer.
É verdade que a Bíblia promete a remoção de montanhas pela fé ( Mat 17:20 ), e isso é uma verdade tão significativa que nossos inimigos, liderados pelo adversário de Deus, o diabo, procuram outras técnicas para atacar.
Pense naquele pneu que amanheceu furado, exatamente quando você está atrasado para uma reunião, a tal matéria da escola que parece impossível de ser aprendida e cujo professor é um tremendo carrasco, ou do recibo do imposto de renda que some no dia em que a Receita Federal coloca você na malha fina.
Essa listagem poderia ir bem longe e incluiria, certamente, fatos que acontecem conjugados do tipo: óculos de grau que quebra exatamente quando você teria que fazer aquele teste difícil para um novo emprego que espera há meses, e igualmente a chave na porta da rua que quebra na fechadura.
As “pedrinhas” que são colocadas em nosso caminho têm uma aparência praticamente inofensiva, mas seu potencial de atrapalhar nossa existência, e mesmo a nossa fé, é bastante grande.
Aqui é que entra em cena o “bichinho” , pequeno, quase invisível, mas tão destrutivo como um vírus mortal, chamado “desânimo” .
Uma das razões pela quais ele é tão incômodo e nocivo deriva do fato de que, sendo gerado por estímulos externos, se instala no interior da pessoa, crescendo, e a partir dos sentimentos humanos, emerge subitamente com todo seu potencial destruidor.
Por outro lado, sua consistência é aquela de um “fantasma”, não podendo ser “agarrado” por meios comuns, lançando raízes desde o passado distante até o futuro, de forma sutil e insidiosa.
Como um bom “bichinho”, ele penetra em todas as “frestas” da nossa mente, em todos os “pontos fracos” que a vida produziu em nossa estrutura emocional, passa sob portas que pensávamos fechadas.
Todos temos “pontos fracos e frestas” da mente, geradas por nossa educação, a educação que recebemos e que, nem sempre, foi fundada na Bíblia. Conta também o remorso de erros passados, que deveriam estar esquecidos pois Jesus já os perdoou, as agruras causadas por desilusões emocionais, carência de dinheiro, falta de afeto, entre outros.
Com grande agilidade ele se desvia de armas que foram projetadas para vencer gigantes. Uma vez instalado, o “bichinho” se alimenta daquilo de frágil e mau que está nosso interior, além de aproveitar, por meio de nossos sentidos, de uma variedade de alimentos que existem no mundo( Gal 5:1-21: os frutos a carne ).
Seguramente, o “desânimo” é um dos “office boys”, um dos mensageiros do diabo, colaborando em tudo que pode para a realização da tarefa do inimigo que é “roubar, matar e destruir” ( João 10:10 ).
Embora essa meditação possua um claro direcionamento à Palavra, pois sem ela não podemos dar suporte a qualquer idéia, gostaria de frisar que conheço bem a dinâmica do “bichinho desânimo” .
Nasci em lar cristão, mas com a morte de meu pai, quando eu contava seis anos de idade, fiquei face a face com a pobreza e em uma cidade como São Paulo, onde a perspectiva de estudar era remota.
Mesmo assim comecei meus estudos à noite, trabalhando durante todo o dia. Tal esquema certamente não era nada conveniente, pois chegava, “dia após dia” às aulas completamente cansado, o que resultou na perda não de um, mas de vários anos de estudo.
Essa situação me levou ao “desânimo” , pois não é nada fácil lutar um ano inteiro, gastar dinheiro e não conseguir aprovação. Certamente muitos de vocês leitores desta página conhecem a sensação.
Cheguei à conclusão de que não valeria a pena insistir, o negócio era arranjar um “empreguinho qualquer” e deixar de lado essa história de formação acadêmica.
Deus, porém é muito bom( Salmos 52:1 ) e meu tio, Virgil Frank Smith, um dos mais antigos missionários americanos no Brasil, me disse: “Não desista, você vai conseguir”.
Resumindo, posso dizer que estudei matemática, formei-me em Engenharia Civil, por uma universidade federal, fiz vários cursos de pós graduação e obtive um grau de Mestrado ( MSC) em uma Universidade na Inglaterra. Felizmente, o bichinho não conseguiu me pegar nisso.
Sem dúvida, a vida de cada um de nós é diferente, especial, mas cabe considerar, que mesmo diante de uma situação inicial de desânimo, devemos lembrar que para Deus tudo é possível e continuar a lutar, com ou sem forças. Difícil talvez, mas essencial.
Tenho outras experiências de como o desânimo tentou me iludir em outros campos da vida profissional, financeira, sentimental e até religiosa, quando o diabo se apresentou de forma visível para mim e procurou que eu desanimasse, mas a esse respeito poderemos falar em outra ocasião. Vamos retornar a um interessante exemplo bíblico que nos é trazido pela experiência do profeta Jonas.
“ Então Jonas saiu da cidade, e assentou-se ao oriente da cidade: e ali fez uma cabana, e se assentou debaixo dela,à sombra (1) , até ver o que aconteceria à cidade.
E fez o Senhor Deus nascer uma aboboreira, que subiu por cima de Jonas, para que fizesse sombra sobre a sua cabeça, a fim de o livrar do seu enfado: Jonas se alegrou em extremo por causa da aboboreira(2).
Mas Deus enviou um bicho , no dia seguinte ao subir da alva, o qual feriu a aboboreira, e esta se secou (3).
E aconteceu que, aparecendo o sol, Deus mandou um vento calmoso, oriental, e o sol feriu a cabeça de Jonas (4) ; e ele desmaiou, e desejou com toda a sua alma morrer, dizendo: Melhor me é morrer do que viver” ( 5).”
Jonas 4: 5-8
A respeito dessa passagem podemos apreender o seguinte:
• Quando nos assentamos para “pensar na vida”, e paramos de pensar em Deus e de agir para resolver os problemas, o “bichinho” ganha força.
• Queremos ter “todas” as bênçãos divinas e nos alegramos quando as podemos desfrutar. O bem estar em excesso nos tira a fibra, afasta nosso pensamento do que é espiritual ( Pv 30:8-9), abrindo mais espaço para o “desânimo”.
• Se o bicho enviado por Deus, que era uma prova e uma forma de esclarecimento para o profeta renitente, houvesse picado Jonas, provavelmente nada aconteceria. Ao atacar a planta, ponto fraco daquele homem pelo prazer que sentia com a “sombrinha” ( onde está o tesouro está o coração Lc 12:34 ), o efeito foi rápido e profundo.
• Quando se fala em “desmaiar”, não se está apresentando algo necessariamente literal, mas demonstrando o abatimento que o desânimo provoca nas pessoas.
• Pode parecer que essa história do “bichinho” é algo de pequeno efeito e facilmente superável mediante um “bom papo” com os amigos, uma visita ao shopping, ou uma diversão qualquer, mas na realidade é de feito muito profundo, chegando a extremos.
Pare por um instante, e avalie se em alguma ocasião já não se sentiu como o profeta Jonas, de tal forma que uma “plantinha” tão acalentada na sua vida foi “picada” por um bichinho desânimo, e lhe pareceu que tudo estava acabado, que não valia mais lutar pela vida.
Tais ataques do desânimo são encontrados em vários relatos bíblicos e atingiram pessoas fracas ou mesmo aquelas de alto nível espiritual, heróis da fé, exemplos de vida. Dentre eles podemos citar:
CAIM : Tendo cometido uma primeira falha, que poderia ter sido reparada, entrou em pânico, perdeu o ânimo e ampliou seu erro até um ponto irreversível ( Gênesis 4:1-9 ). Observe que não podendo ser enquadrado entre os heróis da fé, ele tinha o privilégio de viver em um mundo onde não existia, ainda, a figura da violência entre os homens e,menos ainda, da morte.
Teoricamente ele deveria estar isento de qualquer pressão do ambiente, de marcas do passado, de influências familiares negativas, mas, mesmo assim, teve, por seu estado de espírito, a audácia de “inaugurar” os homicídios, que hoje são tão comuns.
ELIAS : Era um homem profundamente entrosado com Deus, mas de qualquer maneira, era apenas um homem (Tiago 5: 17-18), que após a memorável vitória contra os profetas de Baal , sentiu o peso das ameaças de Jezabel e duvidou da validade de seu trabalho, tendo desanimado até desejar a morte ( I Reis 19: 1-18 ).
JOÃO BATISTA : O maior homem nascido de mulher ( Mateus 11:11 ), destemido em sua pregação, tendo apresentado o “Cordeiro de Deus” ao mundo, entrou em uma crise de desânimo na prisão, não sabendo se havia cumprido sua missão( Lc 7:18-23 ).
A MULHER DE JÓ : Uma “madame” despreparada para enfrentar desafios, ficou completamente desanimada quando seu esposo não era mais detentor de bênçãos especiais como homem justo, e propôs que ele abandonasse o Senhor e morresse. Isso nos indica que temos que ir diretamente a Deus, sem nos ater as pessoas, e que parente de justo não é necessariamente justo ( Jó 2: 9-10 ). Muitas vezes convivemos com a benção, freqüentamos a benção, mas não suportamos a menor brisa de desafio, desanimando rapidinho. O POVO DE ISRAEL : Contaminados pelo desânimo dos espias enviados à terra prometida, também perderam o ânimo e desistiram de se apropriar da benção, com ela ao alcance de suas mãos ( Nm 13: 21-22 e 14: 1-5 ).
ISAÍAS E GIDEÃO : Dois homens chamados por Deus e que queriam desanimar mesmo antes de iniciar suas missões, pelo fato de estarem com o olhar fixo nas suas limitações, desapercebidos de que o poder divino se mostra mais intenso diante de nossas fraquezas ( Juízes 6: 11; Isa 6: 1-5; Hb 4:15 ).
O desânimo tem a facilidade de chegar bem perto de nós, em uma estratégia que pode até parecer nosso “amigo”, muito condescendente com nossos problemas. Ele nos oferece um falso “carinho” e nos promete o consolo do esquecimento afirmando: “Deixe de lutar, você já sofreu demais, relaxe, descanse em meu regaço.”
Essa aproximação foi exemplificada no segundo livro de Samuel 20: 9-10 , quando Joabe feriu a Amasa quando o abraçava, em um aparente gesto de amizade.
O diabo procurou aplicar esse golpe em Jesus por duas vezes. A primeira diretamente no episódio da tentação, procurando que Jesus não morresse na cruz mediante um “trato” aparentemente vantajoso com Ele( Mt 4:8-10 ) e, na segunda, usando o discípulo Pedro, que O admoestou para que tivesse pena de sua própria vida( Mar 8:31-33 ). Seguramente isso não funcionou com o Mestre, mas poderia nos atingir.
Como Jesus é o nosso modelo, devemos observar sua recomendação para vencer situações de provação:
“Tenho vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo ( o inverso do desânimo ) , eu venci o mundo.”
João 16:33
Quando o “bichinho” ataca, sua meta são as três coisas essenciais que norteiam a vida do cristão ( I Cor 13:13 ):
A FÉ , pois sendo o desânimo algo imaterial, ele atua exatamente no campo daquilo que “não pode ser visto e que ainda se espera” ( fundamento da fé – Heb 11;1 ), impedindo que possamos agradar a Deus( Heb 11:6 ).
A ESPERANÇA , na medida em que se coloca entre nós e as promessas de Deus, embaçando a visão do futuro ( Cristo em nós é a esperança da glória – Col 1;27 ), dando ao diabo a oportunidade de apresentar suas teses de que não existe Deus, e que se Ele existe não se importa com você, sendo impossível o perdão dos pecados, a recepção de bênçãos, a salvação, a volta de Cristo e a ressurreição.v Um exemplo clássico da Palavra a esse respeito é aquele relativo às irmãs de Lázaro, que se dirigiram a Jesus completamente desanimadas, pois haviam perdido a esperança de salvar sua vida ( João 11: 1-45 ).
O AMOR , pela simples razão de que o desânimo tira a força interior do homem, sua motivação e, conseqüentemente, sua coragem. Isso equivale a ter medo, que é um elemento capaz de anular o amor ( I João 4:18 ).
Quando o amor preenche o coração e a mente de uma pessoa, ele lança fora o medo e também não admite o desânimo, uma vez que tem uma missão de vida voltada para os outros e não para si mesmo.
E a famosa depressão tem origem em qual elemento de nossa vida diária?
O “bichinho desânimo” está bastante comprometido com a incidência dessa “enfermidade”, que cresce dia a dia no mundo de hoje, mesmo porque a depressão tem origens que não podem ser explicadas unicamente por fatores de natureza física.
Isso tem a ver com os prenúncios do fim, e está registrado que no momento em que se manifestar a realidade de Cristo e do grande julgamento, o desânimo será tão completo que não restará força nos homens, nos termos do que vimos na narrativa sobre o profeta Jonas:
“Homens desmaiarão de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo. Porquanto as virtudes do céu serão abaladas.” Lucas 21:26
“...Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?”
Lucas 18:8
A força destrutiva do “desânimo” tem grande relação com sua capacidade de se auto alimentar em um círculo vicioso conhecido por Davi, que nos advertiu que “um abismo chama outro abismo” ( Salmos 42:7 ) . É importante, como se recomenda no combate ao alcoolismo, “evitar o primeiro gole de desilusão e negativismo”.
Quando a tristeza nos envolve, fica muito difícil ver a benção, mesmo que ela esteja ali ao nosso lado. Veja o que aconteceu aos discípulos de Jesus no caminho de Emaús, que “choravam” a morte de seu Mestre dirigindo-se exatamente a Jesus, que já havia ressuscitado, vencendo a morte, o inferno e o diabo ( Lucas 24:13-35 ).
Algumas das mais expressivas vitórias da Bíblia estão diretamente associadas à determinação de pessoas que não desanimaram diante de situações adversas.
PERSONAGEM
Jacó
Lutou com Deus
Gen 32:22-32
Jó
Renasce do zero
Jó 1:22
Josué
Luta sempre
Josué 1: 1-19
Eliseu
Quer o dobro
II Reis 2: 1-11
Paulo
O bem vence o mal
II Cor 4:8
Se você está imaginando que essa meditação parte de um otimista inveterado, que se lança a idéias ilusórias somente para disfarçar os problemas, devo assegurar que me situo entre os pessimistas e os realistas.
A primeira impressão que me vinha normalmente, quando me deparava com uma situação muito difícil, era de que “não havia solução possível”.
Aprendendo com Deus fui, pouco a pouco, descobrindo que “sempre há uma solução para tudo”, e que Ele tem propósitos que ficam acima da nossa capacidade de acompanhamento.
A partir desse ponto, certos versos bíblicos se tornaram meus favoritos para os momentos difíceis, e recomendo que você também os coloque em sua agenda de leituras .
Certamente eles são uma companhia bem mais produtiva do que o telefone através do qual você fica contando para todos “quão miserável é a sua vida”.
“Quem há entre vós que tema a Jeová, e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus.”
Isaías 50:10
Deus proverá( Gênesis 1:1-19); Eu sei em quem tenho crido ( II Tim1:12)
Aquele que aceita o desânimo está fadado a fracassar e ficar no caminho, perdendo a recompensa eterna que está reservada aos corajosos e aos espiritualmente otimistas. (Apocalipse 3: 11-13).
Que Deus nos abençoe
Élcio Lourenço
http://www.vidanovamusic.com
je.lourenco@uol.com.br
Por Élcio Lourenço
Aquele que aceita o desânimo está fadado a fracassar e ficar no caminho, perdendo a recompensa eterna que está reservada aos corajosos e aos espiritualmente otimistas. (Apocalipse 3: 11-13).
1. Introdução
Existe um filme dos estúdios Walt Disney que conta uma história do tipo “Alice no país das maravilhas”, contendo um episódio de luta entre duas mulheres mágicas.
A tática de luta entre elas era a de se transformarem em seres diferentes a cada momento: quando uma virava um rato, a outra se transformava em gato. Para vencer o gato, surgia a figura do tigre, que era colocado sob a ameaça de um rinoceronte, enfrentado por um dinossauro.
A disputa continua até o ponto em que uma delas assume a forma de um imenso dragão voador, cuja aparência é de um ser imbatível. A batalha parecia ter chegado ao fim, quando a outra simplesmente desaparece.
A primeira reclama que as regras do combate não permitiam o uso da invisibilidade, e que estaria havendo trapaça, no que é contestada com a declaração de que não havia ocorrido o uso da invisibilidade, mas sim a transformação de uma delas em um micróbio invisível de uma doença mortal aos dragões, que agora se encontrava na corrente sanguínea do monstro.
Não é preciso detalhar o fato de que a esperteza resultou na vitória da mulher que adquirira a forma minúscula do gérmen fatal.
Certamente essa história não passa de um desenho animado para distrair crianças, mas nela está contido um sentido prático, que não está longe de nossas ações diárias, nos mais variados campos das atividades.
Curiosamente, há momento em que os gigantes da vida, as montanhas do caminho, são vencidos e superados, mas os micro inimigos e o cascalho que estão sobre a estrada nos atrapalham, nos derrubam e fazem com que percamos nossos objetivos e sonhos.
2. O grande desafio nascido de algo aparentemente pequeno
O maior desafio do cristão não é propriamente ter as coisas, mas sim a consciência de que “ podemos ter” tudo o que nos for necessário, uma vez que o Senhor é nosso pastor e não estamos fadados a ter falta ( Salmos 23 ). Também Paulo nos orienta sobre o estarmos tranqüilos em abundância ou em carência.v Quando assumimos que “não podemos ter”, mesmo que cercados de tudo o que é bom, encontramos sofrimento, dor, tristeza e derrota, já que nossa mente não aceita que dias melhores virão, ao mesmo tempo em que nosso coração se apavora pela possibilidade de se perder o que temos no presente.
O maior indutor desse estado de espírito é o desânimo. Ele é tão bem preparado para desmobilizar a vida abundante prometida por Jesus ( João 10:10 ) que, em razão de sua tarefa, me atrevo a qualificá-lo como um ente dotado de vida própria, e por isso chamo-o de “bichinho”.
3. A atuação do desânimo na vida do cristão
Embora nós, os cristãos, tenhamos por costume enfatizar pontos altos das Escrituras, fazendo seus personagens nossos “heróis”, cujo exemplo deva ser seguido, a vida não é fácil, e tanto nosso dia a dia, como aquele dos servos de Deus do passado, envolvem momentos de profundo desafio.
Relembremos dois momentos da vida de Moisés:
MOMENTO 1- Moisés estende a sua vara e faz com que as águas do Mar Vermelho se abram:
“Então disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.
Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se seco, e as águas foram partidas.”
Êxodo 14: 15:26
MOMENTO 2- Moisés entra em desespero, desanima de sua missão, por causa do mesmo povo que havia cruzado o Mar Vermelho e saído de Egito, e pede a Deus que risque seu nome do Livro da Vida.
“Assim tornou Moisés ao Senhor, e disse: Ora, este povo pecou pecado grande fazendo para si deuses de ouro.
Agora pois perdoa o seu pecado, senão risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito.”
Êxodo 32 30-35
( Êxodo 33:12-17 e Números 11: 11-15).
De acordo com as palavras de Jesus( Lucas 10:20 ), ter nosso nome escrito no Livro da Vida é algo absolutamente superior a qualquer outra coisa. Significa a segurança de uma vida eterna junto de Deus.
Tão grande foi, contudo, a frustração de Moisés diante das dificuldades em cumprir a missão a ele confiada por Deus, que o sentido de valor se desvaneceu sob o peso do desânimo, e pediu algo inaceitável: perder a oportunidade de viver o eterno.
Isso parece ser algo destituído de lógica, mas se enquadra perfeitamente na ação do inimigo para nos colocar distantes de Deus.
De certa forma, Moisés colocou sua missão acima da relação pessoal com o Senhor, um erro perigoso no qual qualquer um pode incorrer.
É verdade que a Bíblia promete a remoção de montanhas pela fé ( Mat 17:20 ), e isso é uma verdade tão significativa que nossos inimigos, liderados pelo adversário de Deus, o diabo, procuram outras técnicas para atacar.
Pense naquele pneu que amanheceu furado, exatamente quando você está atrasado para uma reunião, a tal matéria da escola que parece impossível de ser aprendida e cujo professor é um tremendo carrasco, ou do recibo do imposto de renda que some no dia em que a Receita Federal coloca você na malha fina.
Essa listagem poderia ir bem longe e incluiria, certamente, fatos que acontecem conjugados do tipo: óculos de grau que quebra exatamente quando você teria que fazer aquele teste difícil para um novo emprego que espera há meses, e igualmente a chave na porta da rua que quebra na fechadura.
As “pedrinhas” que são colocadas em nosso caminho têm uma aparência praticamente inofensiva, mas seu potencial de atrapalhar nossa existência, e mesmo a nossa fé, é bastante grande.
Aqui é que entra em cena o “bichinho” , pequeno, quase invisível, mas tão destrutivo como um vírus mortal, chamado “desânimo” .
Uma das razões pela quais ele é tão incômodo e nocivo deriva do fato de que, sendo gerado por estímulos externos, se instala no interior da pessoa, crescendo, e a partir dos sentimentos humanos, emerge subitamente com todo seu potencial destruidor.
Por outro lado, sua consistência é aquela de um “fantasma”, não podendo ser “agarrado” por meios comuns, lançando raízes desde o passado distante até o futuro, de forma sutil e insidiosa.
Como um bom “bichinho”, ele penetra em todas as “frestas” da nossa mente, em todos os “pontos fracos” que a vida produziu em nossa estrutura emocional, passa sob portas que pensávamos fechadas.
Todos temos “pontos fracos e frestas” da mente, geradas por nossa educação, a educação que recebemos e que, nem sempre, foi fundada na Bíblia. Conta também o remorso de erros passados, que deveriam estar esquecidos pois Jesus já os perdoou, as agruras causadas por desilusões emocionais, carência de dinheiro, falta de afeto, entre outros.
Com grande agilidade ele se desvia de armas que foram projetadas para vencer gigantes. Uma vez instalado, o “bichinho” se alimenta daquilo de frágil e mau que está nosso interior, além de aproveitar, por meio de nossos sentidos, de uma variedade de alimentos que existem no mundo( Gal 5:1-21: os frutos a carne ).
Seguramente, o “desânimo” é um dos “office boys”, um dos mensageiros do diabo, colaborando em tudo que pode para a realização da tarefa do inimigo que é “roubar, matar e destruir” ( João 10:10 ).
Embora essa meditação possua um claro direcionamento à Palavra, pois sem ela não podemos dar suporte a qualquer idéia, gostaria de frisar que conheço bem a dinâmica do “bichinho desânimo” .
Nasci em lar cristão, mas com a morte de meu pai, quando eu contava seis anos de idade, fiquei face a face com a pobreza e em uma cidade como São Paulo, onde a perspectiva de estudar era remota.
Mesmo assim comecei meus estudos à noite, trabalhando durante todo o dia. Tal esquema certamente não era nada conveniente, pois chegava, “dia após dia” às aulas completamente cansado, o que resultou na perda não de um, mas de vários anos de estudo.
Essa situação me levou ao “desânimo” , pois não é nada fácil lutar um ano inteiro, gastar dinheiro e não conseguir aprovação. Certamente muitos de vocês leitores desta página conhecem a sensação.
Cheguei à conclusão de que não valeria a pena insistir, o negócio era arranjar um “empreguinho qualquer” e deixar de lado essa história de formação acadêmica.
Deus, porém é muito bom( Salmos 52:1 ) e meu tio, Virgil Frank Smith, um dos mais antigos missionários americanos no Brasil, me disse: “Não desista, você vai conseguir”.
Resumindo, posso dizer que estudei matemática, formei-me em Engenharia Civil, por uma universidade federal, fiz vários cursos de pós graduação e obtive um grau de Mestrado ( MSC) em uma Universidade na Inglaterra. Felizmente, o bichinho não conseguiu me pegar nisso.
Sem dúvida, a vida de cada um de nós é diferente, especial, mas cabe considerar, que mesmo diante de uma situação inicial de desânimo, devemos lembrar que para Deus tudo é possível e continuar a lutar, com ou sem forças. Difícil talvez, mas essencial.
Tenho outras experiências de como o desânimo tentou me iludir em outros campos da vida profissional, financeira, sentimental e até religiosa, quando o diabo se apresentou de forma visível para mim e procurou que eu desanimasse, mas a esse respeito poderemos falar em outra ocasião. Vamos retornar a um interessante exemplo bíblico que nos é trazido pela experiência do profeta Jonas.
“ Então Jonas saiu da cidade, e assentou-se ao oriente da cidade: e ali fez uma cabana, e se assentou debaixo dela,à sombra (1) , até ver o que aconteceria à cidade.
E fez o Senhor Deus nascer uma aboboreira, que subiu por cima de Jonas, para que fizesse sombra sobre a sua cabeça, a fim de o livrar do seu enfado: Jonas se alegrou em extremo por causa da aboboreira(2).
Mas Deus enviou um bicho , no dia seguinte ao subir da alva, o qual feriu a aboboreira, e esta se secou (3).
E aconteceu que, aparecendo o sol, Deus mandou um vento calmoso, oriental, e o sol feriu a cabeça de Jonas (4) ; e ele desmaiou, e desejou com toda a sua alma morrer, dizendo: Melhor me é morrer do que viver” ( 5).”
Jonas 4: 5-8
A respeito dessa passagem podemos apreender o seguinte:
• Quando nos assentamos para “pensar na vida”, e paramos de pensar em Deus e de agir para resolver os problemas, o “bichinho” ganha força.
• Queremos ter “todas” as bênçãos divinas e nos alegramos quando as podemos desfrutar. O bem estar em excesso nos tira a fibra, afasta nosso pensamento do que é espiritual ( Pv 30:8-9), abrindo mais espaço para o “desânimo”.
• Se o bicho enviado por Deus, que era uma prova e uma forma de esclarecimento para o profeta renitente, houvesse picado Jonas, provavelmente nada aconteceria. Ao atacar a planta, ponto fraco daquele homem pelo prazer que sentia com a “sombrinha” ( onde está o tesouro está o coração Lc 12:34 ), o efeito foi rápido e profundo.
• Quando se fala em “desmaiar”, não se está apresentando algo necessariamente literal, mas demonstrando o abatimento que o desânimo provoca nas pessoas.
• Pode parecer que essa história do “bichinho” é algo de pequeno efeito e facilmente superável mediante um “bom papo” com os amigos, uma visita ao shopping, ou uma diversão qualquer, mas na realidade é de feito muito profundo, chegando a extremos.
Pare por um instante, e avalie se em alguma ocasião já não se sentiu como o profeta Jonas, de tal forma que uma “plantinha” tão acalentada na sua vida foi “picada” por um bichinho desânimo, e lhe pareceu que tudo estava acabado, que não valia mais lutar pela vida.
Tais ataques do desânimo são encontrados em vários relatos bíblicos e atingiram pessoas fracas ou mesmo aquelas de alto nível espiritual, heróis da fé, exemplos de vida. Dentre eles podemos citar:
CAIM : Tendo cometido uma primeira falha, que poderia ter sido reparada, entrou em pânico, perdeu o ânimo e ampliou seu erro até um ponto irreversível ( Gênesis 4:1-9 ). Observe que não podendo ser enquadrado entre os heróis da fé, ele tinha o privilégio de viver em um mundo onde não existia, ainda, a figura da violência entre os homens e,menos ainda, da morte.
Teoricamente ele deveria estar isento de qualquer pressão do ambiente, de marcas do passado, de influências familiares negativas, mas, mesmo assim, teve, por seu estado de espírito, a audácia de “inaugurar” os homicídios, que hoje são tão comuns.
ELIAS : Era um homem profundamente entrosado com Deus, mas de qualquer maneira, era apenas um homem (Tiago 5: 17-18), que após a memorável vitória contra os profetas de Baal , sentiu o peso das ameaças de Jezabel e duvidou da validade de seu trabalho, tendo desanimado até desejar a morte ( I Reis 19: 1-18 ).
JOÃO BATISTA : O maior homem nascido de mulher ( Mateus 11:11 ), destemido em sua pregação, tendo apresentado o “Cordeiro de Deus” ao mundo, entrou em uma crise de desânimo na prisão, não sabendo se havia cumprido sua missão( Lc 7:18-23 ).
A MULHER DE JÓ : Uma “madame” despreparada para enfrentar desafios, ficou completamente desanimada quando seu esposo não era mais detentor de bênçãos especiais como homem justo, e propôs que ele abandonasse o Senhor e morresse. Isso nos indica que temos que ir diretamente a Deus, sem nos ater as pessoas, e que parente de justo não é necessariamente justo ( Jó 2: 9-10 ). Muitas vezes convivemos com a benção, freqüentamos a benção, mas não suportamos a menor brisa de desafio, desanimando rapidinho. O POVO DE ISRAEL : Contaminados pelo desânimo dos espias enviados à terra prometida, também perderam o ânimo e desistiram de se apropriar da benção, com ela ao alcance de suas mãos ( Nm 13: 21-22 e 14: 1-5 ).
ISAÍAS E GIDEÃO : Dois homens chamados por Deus e que queriam desanimar mesmo antes de iniciar suas missões, pelo fato de estarem com o olhar fixo nas suas limitações, desapercebidos de que o poder divino se mostra mais intenso diante de nossas fraquezas ( Juízes 6: 11; Isa 6: 1-5; Hb 4:15 ).
O desânimo tem a facilidade de chegar bem perto de nós, em uma estratégia que pode até parecer nosso “amigo”, muito condescendente com nossos problemas. Ele nos oferece um falso “carinho” e nos promete o consolo do esquecimento afirmando: “Deixe de lutar, você já sofreu demais, relaxe, descanse em meu regaço.”
Essa aproximação foi exemplificada no segundo livro de Samuel 20: 9-10 , quando Joabe feriu a Amasa quando o abraçava, em um aparente gesto de amizade.
O diabo procurou aplicar esse golpe em Jesus por duas vezes. A primeira diretamente no episódio da tentação, procurando que Jesus não morresse na cruz mediante um “trato” aparentemente vantajoso com Ele( Mt 4:8-10 ) e, na segunda, usando o discípulo Pedro, que O admoestou para que tivesse pena de sua própria vida( Mar 8:31-33 ). Seguramente isso não funcionou com o Mestre, mas poderia nos atingir.
Como Jesus é o nosso modelo, devemos observar sua recomendação para vencer situações de provação:
“Tenho vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo ( o inverso do desânimo ) , eu venci o mundo.”
João 16:33
Quando o “bichinho” ataca, sua meta são as três coisas essenciais que norteiam a vida do cristão ( I Cor 13:13 ):
A FÉ , pois sendo o desânimo algo imaterial, ele atua exatamente no campo daquilo que “não pode ser visto e que ainda se espera” ( fundamento da fé – Heb 11;1 ), impedindo que possamos agradar a Deus( Heb 11:6 ).
A ESPERANÇA , na medida em que se coloca entre nós e as promessas de Deus, embaçando a visão do futuro ( Cristo em nós é a esperança da glória – Col 1;27 ), dando ao diabo a oportunidade de apresentar suas teses de que não existe Deus, e que se Ele existe não se importa com você, sendo impossível o perdão dos pecados, a recepção de bênçãos, a salvação, a volta de Cristo e a ressurreição.v Um exemplo clássico da Palavra a esse respeito é aquele relativo às irmãs de Lázaro, que se dirigiram a Jesus completamente desanimadas, pois haviam perdido a esperança de salvar sua vida ( João 11: 1-45 ).
O AMOR , pela simples razão de que o desânimo tira a força interior do homem, sua motivação e, conseqüentemente, sua coragem. Isso equivale a ter medo, que é um elemento capaz de anular o amor ( I João 4:18 ).
Quando o amor preenche o coração e a mente de uma pessoa, ele lança fora o medo e também não admite o desânimo, uma vez que tem uma missão de vida voltada para os outros e não para si mesmo.
E a famosa depressão tem origem em qual elemento de nossa vida diária?
O “bichinho desânimo” está bastante comprometido com a incidência dessa “enfermidade”, que cresce dia a dia no mundo de hoje, mesmo porque a depressão tem origens que não podem ser explicadas unicamente por fatores de natureza física.
Isso tem a ver com os prenúncios do fim, e está registrado que no momento em que se manifestar a realidade de Cristo e do grande julgamento, o desânimo será tão completo que não restará força nos homens, nos termos do que vimos na narrativa sobre o profeta Jonas:
“Homens desmaiarão de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo. Porquanto as virtudes do céu serão abaladas.” Lucas 21:26
“...Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?”
Lucas 18:8
A força destrutiva do “desânimo” tem grande relação com sua capacidade de se auto alimentar em um círculo vicioso conhecido por Davi, que nos advertiu que “um abismo chama outro abismo” ( Salmos 42:7 ) . É importante, como se recomenda no combate ao alcoolismo, “evitar o primeiro gole de desilusão e negativismo”.
Quando a tristeza nos envolve, fica muito difícil ver a benção, mesmo que ela esteja ali ao nosso lado. Veja o que aconteceu aos discípulos de Jesus no caminho de Emaús, que “choravam” a morte de seu Mestre dirigindo-se exatamente a Jesus, que já havia ressuscitado, vencendo a morte, o inferno e o diabo ( Lucas 24:13-35 ).
Algumas das mais expressivas vitórias da Bíblia estão diretamente associadas à determinação de pessoas que não desanimaram diante de situações adversas.
PERSONAGEM
Jacó
Lutou com Deus
Gen 32:22-32
Jó
Renasce do zero
Jó 1:22
Josué
Luta sempre
Josué 1: 1-19
Eliseu
Quer o dobro
II Reis 2: 1-11
Paulo
O bem vence o mal
II Cor 4:8
Se você está imaginando que essa meditação parte de um otimista inveterado, que se lança a idéias ilusórias somente para disfarçar os problemas, devo assegurar que me situo entre os pessimistas e os realistas.
A primeira impressão que me vinha normalmente, quando me deparava com uma situação muito difícil, era de que “não havia solução possível”.
Aprendendo com Deus fui, pouco a pouco, descobrindo que “sempre há uma solução para tudo”, e que Ele tem propósitos que ficam acima da nossa capacidade de acompanhamento.
A partir desse ponto, certos versos bíblicos se tornaram meus favoritos para os momentos difíceis, e recomendo que você também os coloque em sua agenda de leituras .
Certamente eles são uma companhia bem mais produtiva do que o telefone através do qual você fica contando para todos “quão miserável é a sua vida”.
“Quem há entre vós que tema a Jeová, e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus.”
Isaías 50:10
Deus proverá( Gênesis 1:1-19); Eu sei em quem tenho crido ( II Tim1:12)
Aquele que aceita o desânimo está fadado a fracassar e ficar no caminho, perdendo a recompensa eterna que está reservada aos corajosos e aos espiritualmente otimistas. (Apocalipse 3: 11-13).
Que Deus nos abençoe
Élcio Lourenço
http://www.vidanovamusic.com
je.lourenco@uol.com.br
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O maior dos artistas
O maior dos artistas
Por Daiana Barros
Sem sombra de dúvidas, sabemos que Deus é o Artista Maior. Sabemos também que Ele nos deu dons e talentos, e somos capacitados a desenvolver ao máximo esses dons, com o intuito não apenas de buscar a excelência, mas de podermos ser modelo e ser exemplo de adoradores apaixonados pelo Deus Criador e Artista.
A Palavra diz:
Pois, nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados quer potestades. Tudo foi criado por meio Dele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste. CL 1:16,17
Aleluia! Não poderíamos ter um professor melhor! Gostaria de dar ênfase neste texto, não somente a arte no reino de Deus, mas o compromisso que temos com aquilo que Ele nos permite desempenhar na sua obra. Quero dar ênfase ao compromisso que devemos ter com algo que não é nosso, mas sim do nosso Pai.
Nós, artistas, antes de desempenhar algo para o Senhor, precisamos pagar um preço. Preço de entregarmos as nossas vidas em santidade, amor e adoração constante. Quando dizemos constante quer dizer sempre, em todo tempo, sem pausas! É assim que devemos ser.
Quando falamos de compromisso, lembramos da nossa primeira aliança com o Senhor, o dia em que o aceitamos em nosso coração. Apartir deste dia, Deus deposita em nossas mãos TODO o seu reino. Que compromisso! Em Jeremias Deus nos dá uma advertência:
Ai daquele que realizar a obra do Senhor relaxadamente!
Que tremendo! Neste versículo encontramos tudo que se refere ao compromisso que temos com o Deus todo poderoso. É importante deixar claro que não devemos amar nossos ministérios acima de Deus. Já ouvi muita coisa do tipo:
Eu amo cantar!
Eu amo dançar!
Eu amo interpretar!
Tome cuidado com essas expressões! Tudo que fazemos na obra tem que ser por amor ao Pai, porque somos totalmente apaixonados por Jesus! Nós o servimos porque desejamos ardentemente adorá-lo e estar em sua presença com o que Ele confiou em nossas mãos: a arte!
Não faça nada se você acha o “seu” talento bonito, agradável, ou talvez porque mereça algum mérito próprio. Toda honra e glória pertencem ao Senhor. Ore a Deus e peça que Ele mude as suas motivações se elas forem errôneas.
Quero ir ainda mais fundo... Se você é um líder, seu grupo será aquilo que você é. Com a mesma intensidade que você buscar ao Senhor o seu grupo buscará também. Portanto, busque ao Senhor Jesus e peça que Ele transforme realmente o seu coração, para reconhecer que a arte não é sua, mas do Pai, e que é Ele quem capacita,
Deus abençoe a todos
Daiana Barros
http://www.vidanovamusic.com
daibarros@hotmail.com
Por Daiana Barros
Sem sombra de dúvidas, sabemos que Deus é o Artista Maior. Sabemos também que Ele nos deu dons e talentos, e somos capacitados a desenvolver ao máximo esses dons, com o intuito não apenas de buscar a excelência, mas de podermos ser modelo e ser exemplo de adoradores apaixonados pelo Deus Criador e Artista.
A Palavra diz:
Pois, nele foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados quer potestades. Tudo foi criado por meio Dele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste. CL 1:16,17
Aleluia! Não poderíamos ter um professor melhor! Gostaria de dar ênfase neste texto, não somente a arte no reino de Deus, mas o compromisso que temos com aquilo que Ele nos permite desempenhar na sua obra. Quero dar ênfase ao compromisso que devemos ter com algo que não é nosso, mas sim do nosso Pai.
Nós, artistas, antes de desempenhar algo para o Senhor, precisamos pagar um preço. Preço de entregarmos as nossas vidas em santidade, amor e adoração constante. Quando dizemos constante quer dizer sempre, em todo tempo, sem pausas! É assim que devemos ser.
Quando falamos de compromisso, lembramos da nossa primeira aliança com o Senhor, o dia em que o aceitamos em nosso coração. Apartir deste dia, Deus deposita em nossas mãos TODO o seu reino. Que compromisso! Em Jeremias Deus nos dá uma advertência:
Ai daquele que realizar a obra do Senhor relaxadamente!
Que tremendo! Neste versículo encontramos tudo que se refere ao compromisso que temos com o Deus todo poderoso. É importante deixar claro que não devemos amar nossos ministérios acima de Deus. Já ouvi muita coisa do tipo:
Eu amo cantar!
Eu amo dançar!
Eu amo interpretar!
Tome cuidado com essas expressões! Tudo que fazemos na obra tem que ser por amor ao Pai, porque somos totalmente apaixonados por Jesus! Nós o servimos porque desejamos ardentemente adorá-lo e estar em sua presença com o que Ele confiou em nossas mãos: a arte!
Não faça nada se você acha o “seu” talento bonito, agradável, ou talvez porque mereça algum mérito próprio. Toda honra e glória pertencem ao Senhor. Ore a Deus e peça que Ele mude as suas motivações se elas forem errôneas.
Quero ir ainda mais fundo... Se você é um líder, seu grupo será aquilo que você é. Com a mesma intensidade que você buscar ao Senhor o seu grupo buscará também. Portanto, busque ao Senhor Jesus e peça que Ele transforme realmente o seu coração, para reconhecer que a arte não é sua, mas do Pai, e que é Ele quem capacita,
Deus abençoe a todos
Daiana Barros
http://www.vidanovamusic.com
daibarros@hotmail.com
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
A história de Aclame ao Senhor
A história de Aclame ao Senhor
Por Darlene Zschech
O interessante foi ouvir dela que não há nenhum fato sobrenatural que a levasse a compor esta canção.
"Simplesmente senti que naquele dia fluiria uma canção que tocaria as nações." Darlene até hoje fica surpresa e se diz embaraçada com o resultado desta canção. " É uma canção simples e natural, diz ela com uma humildade que é natural a pessoas cheias do Espírito que hoje sem dúvida é uma das mais elogiadas worship leader do mundo. Ela não quer qualquer glória porque sabe que não é sua.
É a pureza de seu coração e seu amor profundo por Deus que a criou até se tornar a líder aclamada que é hoje. "A melodia é simples e a letra é toda tirada da bíblia," Explica: " Veio de um tempo de reflexão diante de Deus." Embora tivesse experiência com composição desde os 15 anos, ela nunca se considerou uma compositora, mas recorda, sempre recebia uma inspiração.
"Era um daqueles dias escuros em minha vida," relembra. "Me sentia pressionada, tudo estava sobre mim, parecia estar tudo fora do centro da vontade de Deus e eu abri o livro de Salmos numa busca desesperada pela sua paz, sentei-me ao velho piano, toquei as teclas de forma avulsa, sem formar acordes, e assim Aclame ao Senhor fluiu de meu coração. Ela sorri quando descreve a cena. "O piano era um presente de meus pais quando eu tinha cinco anos somente. Era velho e eu estou certa que estava até um pouco desafinado. Eu não estava pensando na canção de forma consciente," diz, "mas eu cantei isto e cantei isto, inúmeras vezes, e esta canção me levantou, me ergueu." Esta foi a forma como esta canção nasceu, nas profundidades de um desespero e me levou para as alturas de fé. Passaram os dias e a canção não abandonou, não a deixou e ela começou a perceber que poderia ser sua canção de adoração, seu hino de vitória.
Terrivelmente tímida e sentindo-se um pouco envergonhada, ela comentou com Geoff Bullock (então Pastor de Música em Hills CLC, Igreja onde é pastora) e Russell Fragar que ela havia composto uma canção. "Minhas mãos ficaram suadas e eu tocava com dificuldade, estava tão nervosa," diz. "Eu continuei tocando e parando, pedindo desculpa a eles por estarem presenciando tal situação, acabei pedindo para que eles ficassem de costas para mim, voltados para a parede enquanto tocava a canção. Depois quando viraram para mim disseram: É magnífica! Linda demais! Darlene estava segura que não era apenas cortesia da parte deles.
Quando Pastor Brian Houston( Pastor Presidente da Hill CLC - Temos link para esta igreja em nossa página de links) ouviu a canção pela primeira vez, ele predisse que seria cantado em torno do mundo. O resto é história...
De início nem registramos a canção e comecei a receber letras com traduções das pessoas no mundo inteiro que cantavam a canção em suas igrejas, diz Darlene. "Na Nigéria um menino de sete anos de idade me agradeceu por ter escrito esta música."
"Aclame ao Senhor foi escrito no tempo em que eu era uma menininha para Deus, a menininha que correu para o pai no momento do desespero".
Quando você canta esta canção você tem a oportunidade de sentir o que Darlene sentiu no dia em que o Senhor lhe deu esta canção. Darlene agarra sua Bíblia e volta ao Salmo 96. Você pode ver sua paixão pela palavra brilhando nos olhos quando ela descreve o que isto quer dizer para ela. Ela consegue ver a qualquer hora o mar rugindo e as montanhas se curvando diante do Senhor. Você pega um vislumbre que inspirou a canção, o amor verdadeiro e coração puro enfocado completamente em seu Senhor amado.
Desde que foi escrito em 1993, "Aclame ao Senhor" foi gravado em mais de 30 álbuns, só no Brasil para mais de 10 e traduzida para muitos idiomas. É a canção de adoração favorita de centenas de milhares de crentes em torno do mundo, é tocada em milhares de igrejas, convenções, concertos, casamento e até enterros. Foi indicado como "Canção do Ano" em 1998 pelo Dove Award ( Prêmio dado nos EUA para os maiores destaques da música cristã - uma espécie de Grammy).
Artigo tirado da Revista de Hillsong (Informativo da Igreja Hill CLC em Melbourne/Austrália.
Deus abençoe
Darlene Zschech
http://www.hillsong.com
music@hillsong.com
Por Darlene Zschech
O interessante foi ouvir dela que não há nenhum fato sobrenatural que a levasse a compor esta canção.
"Simplesmente senti que naquele dia fluiria uma canção que tocaria as nações." Darlene até hoje fica surpresa e se diz embaraçada com o resultado desta canção. " É uma canção simples e natural, diz ela com uma humildade que é natural a pessoas cheias do Espírito que hoje sem dúvida é uma das mais elogiadas worship leader do mundo. Ela não quer qualquer glória porque sabe que não é sua.
É a pureza de seu coração e seu amor profundo por Deus que a criou até se tornar a líder aclamada que é hoje. "A melodia é simples e a letra é toda tirada da bíblia," Explica: " Veio de um tempo de reflexão diante de Deus." Embora tivesse experiência com composição desde os 15 anos, ela nunca se considerou uma compositora, mas recorda, sempre recebia uma inspiração.
"Era um daqueles dias escuros em minha vida," relembra. "Me sentia pressionada, tudo estava sobre mim, parecia estar tudo fora do centro da vontade de Deus e eu abri o livro de Salmos numa busca desesperada pela sua paz, sentei-me ao velho piano, toquei as teclas de forma avulsa, sem formar acordes, e assim Aclame ao Senhor fluiu de meu coração. Ela sorri quando descreve a cena. "O piano era um presente de meus pais quando eu tinha cinco anos somente. Era velho e eu estou certa que estava até um pouco desafinado. Eu não estava pensando na canção de forma consciente," diz, "mas eu cantei isto e cantei isto, inúmeras vezes, e esta canção me levantou, me ergueu." Esta foi a forma como esta canção nasceu, nas profundidades de um desespero e me levou para as alturas de fé. Passaram os dias e a canção não abandonou, não a deixou e ela começou a perceber que poderia ser sua canção de adoração, seu hino de vitória.
Terrivelmente tímida e sentindo-se um pouco envergonhada, ela comentou com Geoff Bullock (então Pastor de Música em Hills CLC, Igreja onde é pastora) e Russell Fragar que ela havia composto uma canção. "Minhas mãos ficaram suadas e eu tocava com dificuldade, estava tão nervosa," diz. "Eu continuei tocando e parando, pedindo desculpa a eles por estarem presenciando tal situação, acabei pedindo para que eles ficassem de costas para mim, voltados para a parede enquanto tocava a canção. Depois quando viraram para mim disseram: É magnífica! Linda demais! Darlene estava segura que não era apenas cortesia da parte deles.
Quando Pastor Brian Houston( Pastor Presidente da Hill CLC - Temos link para esta igreja em nossa página de links) ouviu a canção pela primeira vez, ele predisse que seria cantado em torno do mundo. O resto é história...
De início nem registramos a canção e comecei a receber letras com traduções das pessoas no mundo inteiro que cantavam a canção em suas igrejas, diz Darlene. "Na Nigéria um menino de sete anos de idade me agradeceu por ter escrito esta música."
"Aclame ao Senhor foi escrito no tempo em que eu era uma menininha para Deus, a menininha que correu para o pai no momento do desespero".
Quando você canta esta canção você tem a oportunidade de sentir o que Darlene sentiu no dia em que o Senhor lhe deu esta canção. Darlene agarra sua Bíblia e volta ao Salmo 96. Você pode ver sua paixão pela palavra brilhando nos olhos quando ela descreve o que isto quer dizer para ela. Ela consegue ver a qualquer hora o mar rugindo e as montanhas se curvando diante do Senhor. Você pega um vislumbre que inspirou a canção, o amor verdadeiro e coração puro enfocado completamente em seu Senhor amado.
Desde que foi escrito em 1993, "Aclame ao Senhor" foi gravado em mais de 30 álbuns, só no Brasil para mais de 10 e traduzida para muitos idiomas. É a canção de adoração favorita de centenas de milhares de crentes em torno do mundo, é tocada em milhares de igrejas, convenções, concertos, casamento e até enterros. Foi indicado como "Canção do Ano" em 1998 pelo Dove Award ( Prêmio dado nos EUA para os maiores destaques da música cristã - uma espécie de Grammy).
Artigo tirado da Revista de Hillsong (Informativo da Igreja Hill CLC em Melbourne/Austrália.
Deus abençoe
Darlene Zschech
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Vivendo profeticamente
Vivendo profeticamente
Por Antônio Cirilo
Levítico 6.4,5; “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força.”.
Adoração diz respeito a estar conectado em Deus. O Dicionário da Bíblia de J.F. de Almeida define adoração como sendo: Culto, honra, reverência e homenagem prestados a poderes superiores, sejam seres humanos, anjos ou Deus (Salmos 96.9).
PROFÉTICO diz respeito a estar conectado em Deus sem perder a conexão com o mundo à sua volta. Profeta é alguém que anuncia os desígnios e fala da parte de outra pessoa. O profeta vive com o coração no céu e com os pés na terra e se antecipa ao tempo, falando de coisas que irão acontecer. O profético chama a existência as coisas que não são como se já fossem. Muitas vezes o profético fala de santidade em meio ao pecado e essa palavra gera a santidade futura. O profético canta a respeito da abundância no meio da escassez e, por isso, a situação é mudada. Ele recita cura no meio da enfermidade, restauração de um casamento no meio de uma separação, prosperidade ministerial no meio da decepção e do desencorajamento. Ele profetisa vida diante da morte.
Ser profético é ser ousado em Deus; é ser a boca de Deus no meio de uma geração incrédula e perversa. Ser profético é como fazer “previsão do tempo”, ou seja, é falar de uma situação futura com base em fatos atuais. Ser profético é ser vetor de mudança de direção, alinhando trajetórias em direção ao Deus dos deuses e Senhor dos senhores. E o interessante é que podemos ser proféticos para nós mesmos. Você pode profetizar as mudanças que no que diz respeito a você mesmo.
É interessante notar que o nosso Deus, por amor do seu povo escolhido repreendeu reis, dizendo: não toqueis nos meus ungidos, não maltrateis os meus profetas (Salmo 105.15), referindo-se a todo o seu povo como profetas, ou seja, Deus vê o seu povo como um povo profético.
Como já mencionei, profetizar é falar o que Deus disse e o que Ele diz. A Bíblia nos fala a respeito de declarar; falar com a nossa própria boca. Com o coração cremos para a justiça e com a boca declaramos a respeito da salvação. Entendemos que alguém para aceitar a Jesus como Senhor e Salvador necessita confessar isso publicamente, mas, o que muitas vezes não entendemos é que essa atitude trata-se de um princípio através do qual Deus age. Aquele que começa a profetizar (declarar) a prosperidade para si mesmo será levado pelo Espírito Santo ao deserto para ser provado naquela área e, se aprovado for, será servido pelos anjos (Mateus 4).
Provérbio 18.20,21 diz: “Do fruto da boca o coração se farta, do que produzem os lábios se satisfaz. A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto.”.
O profético não acontece sem a adoração. Se hoje temos os textos da Bíblia para exercermos o profético é porque os homens e mulheres da Bíblia receberam a revelação de Deus. Isso aconteceu porque adoraram ao Senhor seu Deus de todo coração, com toda sua alma e com todas as suas forças. Da mesma forma, se você e eu buscarmos ao Senhor de todo o nosso coração Ele irá contextualizar Sua palavra, tornando-a inteligível a nós e aplicável ao nosso cotidiano.
No que diz respeito à parte prática da adoração, considerando que adorar é estar conectado em Deus, tudo aquilo que nos conecta a Deus é adoração por isso deve ser praticado. Atividades tais como ir à igreja, cantar louvores, ler a Bíblia, orar, interceder, viver uma vida de santidade, contribuir financeiramente com a obra de Deus, ou seja, práticas que para nós são simples e corriqueiras são adoração, se as mesmas nos conectam a Deus. No entanto, não devemos fazer nada mecanicamente, pois, o segredo é fazer tudo com temor. O temor a Deus é o tempero sem o qual nenhuma atitude tem sabor.
O Senhor nos manda repetir sem parar que o amamos de todo coração, alma e força. Com certeza, repetir isso traz o temor do Senhor para o nosso coração.
O Senhor diz: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarão assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas...” (Deuteronômio 6.6-9).
O senhor também disse a Josué: “Tão somente sê forte e mui corajoso pra teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido. Não te mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, por que o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.” Josué 1.7-9.
Então farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido. Repetir o mandamento de Deus significa repetir para não esquecer, não esquecer para cumprir, cumprir para prosperar naquilo que o próprio Senhor nos designou para fazer. Apesar de o Senhor Deus ter escolhido Josué, havia coisas que era o próprio Josué quem precisava realizar. Deus escolheu você para ser mais que vencedor, mais que vencedora, mas, existem coisas que Ele não fará para você. Precisamos estar conscientes disso. O Senhor Deus é muito claro com Josué: então tu farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido. Em outras palavras, não podemos culpar a Deus quando o sucesso não vem uma vez que ele delegou o nosso sucesso a nós mesmo. Porém, para alcançá-lo temos que ter coragem para repetir os mandamentos sem cessar para que soe aos ouvidos do nosso coração como palavra revelada para que tenhamos cuidado em cumpri-los e assim, por cumprir os mandamentos de Deus, seremos prósperos.
A adoração não muda a Deus, pois, imutabilidade faz parte dos atributos de Deus. “Eu o Senhor não mudo...” (Malaquias 3.6). Segundo o Salmo 115, os fabricantes de ídolos se tornam semelhantes a eles, ou seja, inativos. Mas, em 2 Coríntios 3.18 diz que: “todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito”. Raciocínio lógico: A adoração muda o adorador.
Essa é a característica da adoração – ela transforma o adorador na semelhança daquilo ou daquele que ele adora. Essa é a razão de o Senhor Deus nos chamar para sermos adoradores que o adorem em espírito e em verdade: através dela somos transformados. Ele quer que sejamos transformados na imagem do Seu Filho Jesus Cristo.
Essa é a característica do mover profético – ele transforma o destino das pessoas, ou seja, pessoas começam a profetizar a respeito da sua vida futura e, quando o futuro vira presente, percebe-se que ele foi mudado pela confissão da palavra de Deus. Olhamos para certas situações da nossa vida presente e sabemos com clareza que houve um milagre. Milagre que foi operado por Deus por causa da Sua eterna palavra que fora liberada pela boca da pessoa em questão ou de pessoas à sua volta.
Olhe para as coisas à sua volta. Cada casa, prédio, automóvel, móveis, qualquer coisa... Um dia, isso foi apenas um sonho dentro de alguém e hoje você pode ver isso pronto... É extraordinário! Aquele grande edifício começou com um sonho dentro de alguém, sonho que levou tal pessoa a começar a falar: vou construir um grande edifício ali... Tudo começa assim. Agora, imagine se você começar a confessar o que a palavra de Deus diz a seu respeito... Terás um futuro e uma esperança... Então farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.
O rei Davi, quando lutou com o gigante Golias, o venceu antes de atirar a aquela pedrinha que o derrubou, ele o venceu com suas palavras. Davi começou a profetizar para aquele gigante dizendo: hoje mesmo o Senhor te entregará em minhas mãos, etc, etc e etc. Quando chega o final da luta, e você vê toda a atividade de Davi, percebe que ele fez exatamente tudo o que profetizara antes de começar a correr em direção ao gigante. Profetiza contra o seu gigante, corre contra ele, vença-o em o nome do Senhor dos exércitos.
Estou muito empolgado com esse assunto, porém vou parar por aqui, crendo que tenha conseguido ministrar ao seu coração aquilo que pretendia.
Você é um vencedor. Para nascer você venceu milhares de espermatozóides iguais a você. Estar lendo essa coluna significa isso – você venceu! Fecundou o óvulo, se desenvolveu, rompeu a madre, aprendeu a ler... Etc. Mais que nascer para vencer, você nasceu porque venceu. Confesse a palavra de Deus concernente a você, sua família, sua igreja, sua empresa, seus estudos, seu tudo, mas, o começo e o fim sempre estarão nele, no Amado das nossas almas. Comece confessando sem cessar: “o Senhor meu Deus é o meu único Deus, eu o adoro com todo meu coração, com toda minha alma e com toda a minha força.”.
Um grande abraço a todos e até a próxima.
Não se esqueça de adquirir os produtos originais santageração. Ao fazê-lo você estará investindo em missões. Obrigado.
Até a próxima
Antônio Cirilo
http://www.santageracao.com.br
contato@santageracao.com.br
Por Antônio Cirilo
Levítico 6.4,5; “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força.”.
Adoração diz respeito a estar conectado em Deus. O Dicionário da Bíblia de J.F. de Almeida define adoração como sendo: Culto, honra, reverência e homenagem prestados a poderes superiores, sejam seres humanos, anjos ou Deus (Salmos 96.9).
PROFÉTICO diz respeito a estar conectado em Deus sem perder a conexão com o mundo à sua volta. Profeta é alguém que anuncia os desígnios e fala da parte de outra pessoa. O profeta vive com o coração no céu e com os pés na terra e se antecipa ao tempo, falando de coisas que irão acontecer. O profético chama a existência as coisas que não são como se já fossem. Muitas vezes o profético fala de santidade em meio ao pecado e essa palavra gera a santidade futura. O profético canta a respeito da abundância no meio da escassez e, por isso, a situação é mudada. Ele recita cura no meio da enfermidade, restauração de um casamento no meio de uma separação, prosperidade ministerial no meio da decepção e do desencorajamento. Ele profetisa vida diante da morte.
Ser profético é ser ousado em Deus; é ser a boca de Deus no meio de uma geração incrédula e perversa. Ser profético é como fazer “previsão do tempo”, ou seja, é falar de uma situação futura com base em fatos atuais. Ser profético é ser vetor de mudança de direção, alinhando trajetórias em direção ao Deus dos deuses e Senhor dos senhores. E o interessante é que podemos ser proféticos para nós mesmos. Você pode profetizar as mudanças que no que diz respeito a você mesmo.
É interessante notar que o nosso Deus, por amor do seu povo escolhido repreendeu reis, dizendo: não toqueis nos meus ungidos, não maltrateis os meus profetas (Salmo 105.15), referindo-se a todo o seu povo como profetas, ou seja, Deus vê o seu povo como um povo profético.
Como já mencionei, profetizar é falar o que Deus disse e o que Ele diz. A Bíblia nos fala a respeito de declarar; falar com a nossa própria boca. Com o coração cremos para a justiça e com a boca declaramos a respeito da salvação. Entendemos que alguém para aceitar a Jesus como Senhor e Salvador necessita confessar isso publicamente, mas, o que muitas vezes não entendemos é que essa atitude trata-se de um princípio através do qual Deus age. Aquele que começa a profetizar (declarar) a prosperidade para si mesmo será levado pelo Espírito Santo ao deserto para ser provado naquela área e, se aprovado for, será servido pelos anjos (Mateus 4).
Provérbio 18.20,21 diz: “Do fruto da boca o coração se farta, do que produzem os lábios se satisfaz. A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto.”.
O profético não acontece sem a adoração. Se hoje temos os textos da Bíblia para exercermos o profético é porque os homens e mulheres da Bíblia receberam a revelação de Deus. Isso aconteceu porque adoraram ao Senhor seu Deus de todo coração, com toda sua alma e com todas as suas forças. Da mesma forma, se você e eu buscarmos ao Senhor de todo o nosso coração Ele irá contextualizar Sua palavra, tornando-a inteligível a nós e aplicável ao nosso cotidiano.
No que diz respeito à parte prática da adoração, considerando que adorar é estar conectado em Deus, tudo aquilo que nos conecta a Deus é adoração por isso deve ser praticado. Atividades tais como ir à igreja, cantar louvores, ler a Bíblia, orar, interceder, viver uma vida de santidade, contribuir financeiramente com a obra de Deus, ou seja, práticas que para nós são simples e corriqueiras são adoração, se as mesmas nos conectam a Deus. No entanto, não devemos fazer nada mecanicamente, pois, o segredo é fazer tudo com temor. O temor a Deus é o tempero sem o qual nenhuma atitude tem sabor.
O Senhor nos manda repetir sem parar que o amamos de todo coração, alma e força. Com certeza, repetir isso traz o temor do Senhor para o nosso coração.
O Senhor diz: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarão assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas...” (Deuteronômio 6.6-9).
O senhor também disse a Josué: “Tão somente sê forte e mui corajoso pra teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido. Não te mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, por que o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.” Josué 1.7-9.
Então farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido. Repetir o mandamento de Deus significa repetir para não esquecer, não esquecer para cumprir, cumprir para prosperar naquilo que o próprio Senhor nos designou para fazer. Apesar de o Senhor Deus ter escolhido Josué, havia coisas que era o próprio Josué quem precisava realizar. Deus escolheu você para ser mais que vencedor, mais que vencedora, mas, existem coisas que Ele não fará para você. Precisamos estar conscientes disso. O Senhor Deus é muito claro com Josué: então tu farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido. Em outras palavras, não podemos culpar a Deus quando o sucesso não vem uma vez que ele delegou o nosso sucesso a nós mesmo. Porém, para alcançá-lo temos que ter coragem para repetir os mandamentos sem cessar para que soe aos ouvidos do nosso coração como palavra revelada para que tenhamos cuidado em cumpri-los e assim, por cumprir os mandamentos de Deus, seremos prósperos.
A adoração não muda a Deus, pois, imutabilidade faz parte dos atributos de Deus. “Eu o Senhor não mudo...” (Malaquias 3.6). Segundo o Salmo 115, os fabricantes de ídolos se tornam semelhantes a eles, ou seja, inativos. Mas, em 2 Coríntios 3.18 diz que: “todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito”. Raciocínio lógico: A adoração muda o adorador.
Essa é a característica da adoração – ela transforma o adorador na semelhança daquilo ou daquele que ele adora. Essa é a razão de o Senhor Deus nos chamar para sermos adoradores que o adorem em espírito e em verdade: através dela somos transformados. Ele quer que sejamos transformados na imagem do Seu Filho Jesus Cristo.
Essa é a característica do mover profético – ele transforma o destino das pessoas, ou seja, pessoas começam a profetizar a respeito da sua vida futura e, quando o futuro vira presente, percebe-se que ele foi mudado pela confissão da palavra de Deus. Olhamos para certas situações da nossa vida presente e sabemos com clareza que houve um milagre. Milagre que foi operado por Deus por causa da Sua eterna palavra que fora liberada pela boca da pessoa em questão ou de pessoas à sua volta.
Olhe para as coisas à sua volta. Cada casa, prédio, automóvel, móveis, qualquer coisa... Um dia, isso foi apenas um sonho dentro de alguém e hoje você pode ver isso pronto... É extraordinário! Aquele grande edifício começou com um sonho dentro de alguém, sonho que levou tal pessoa a começar a falar: vou construir um grande edifício ali... Tudo começa assim. Agora, imagine se você começar a confessar o que a palavra de Deus diz a seu respeito... Terás um futuro e uma esperança... Então farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.
O rei Davi, quando lutou com o gigante Golias, o venceu antes de atirar a aquela pedrinha que o derrubou, ele o venceu com suas palavras. Davi começou a profetizar para aquele gigante dizendo: hoje mesmo o Senhor te entregará em minhas mãos, etc, etc e etc. Quando chega o final da luta, e você vê toda a atividade de Davi, percebe que ele fez exatamente tudo o que profetizara antes de começar a correr em direção ao gigante. Profetiza contra o seu gigante, corre contra ele, vença-o em o nome do Senhor dos exércitos.
Estou muito empolgado com esse assunto, porém vou parar por aqui, crendo que tenha conseguido ministrar ao seu coração aquilo que pretendia.
Você é um vencedor. Para nascer você venceu milhares de espermatozóides iguais a você. Estar lendo essa coluna significa isso – você venceu! Fecundou o óvulo, se desenvolveu, rompeu a madre, aprendeu a ler... Etc. Mais que nascer para vencer, você nasceu porque venceu. Confesse a palavra de Deus concernente a você, sua família, sua igreja, sua empresa, seus estudos, seu tudo, mas, o começo e o fim sempre estarão nele, no Amado das nossas almas. Comece confessando sem cessar: “o Senhor meu Deus é o meu único Deus, eu o adoro com todo meu coração, com toda minha alma e com toda a minha força.”.
Um grande abraço a todos e até a próxima.
Não se esqueça de adquirir os produtos originais santageração. Ao fazê-lo você estará investindo em missões. Obrigado.
Até a próxima
Antônio Cirilo
http://www.santageracao.com.br
contato@santageracao.com.br
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Adoração é Arte
Adoração é Arte
Por David M. Quinlan
A música, no contexto cristão, tem como objetivo conquistar o interesse de Deus atraindo o seu olhar e coração para o nosso meio, edificando-lhe um trono de louvores para que se sinta à vontade e livre para apenas receber nossa admiração, amor e adoração, ou envolver-nos completamente com a sua irresistível e inefável presença.
Tenho aprendido algo nestes anos de ministério, Deus não consegue resistir a uma verdadeira e apaixonada adoração; ele sempre se manifesta e, caro leitor, não há nada que supere o prazer de se perder no aconchego do seu abraço. Não buscamos a sua mão, e sim a sua face. Temos aprendido que " a busca pelas bênçãos nem sempre gera intimidade, mas a busca pela intimidade sempre gera bênçãos". E como Davi disse em Salmos 37.4: " Deleita-se (sinta muito prazer) no Senhor e ele concederá os desejos do teu coração".
É prazeroso, real e divertido; nosso noivo, Jesus, é tremendo, o melhor, e a sua alegria é a nossa força! Por intermédio da pregação direta e sem desculpas da Palavra de Deus e de ensinamentos bíblicos que nos dizem respeito à verdadeira adoração; aquela que Deus procura.
Precisamos almejar ser segundo o coração de Deus. E em função disto, necessitamos aplicar a sua santa Palavra às nossas vidas diariamente, lembrando-nos que a Palavra de Deus é um mapa que nos conduz a algo melhor - nos conduz ao Deus da palavra... ( Sl 119.105) - por meio do incentivo ao cântico novo.
A Bíblia nos instrui a cantarmos ao Senhor em mais de (200) duzentos lugares. Repetidamente enfatiza o cântico novo. Ele não está apenas interessado na canção ou no poema que você decorou há um mês, ou há dez anos. A Bíblia diz que ele está interessado é na verdade que está no seu íntimo ( Sl 51.6). Ele deseja beber dos rios de adoração que fluem do seu interior e estes rios podem ser envoltos por música gerando, assim, um novo cântico, um cântico seu, baseado num amor tão intenso que você não consegue ficar sem expressá-lo.
Certa vez, eu li uma descrição da palavra "" adoração" que me fez irromper em alegria, dizia: "" Adoração é a arte de expressar o seu coração".
Vivemos expressando o nosso coração no dia a dia e se isto já é algo tão natural por que não o fazermos na adoração por meio da espontaneidade de uma dança, nova canção, pintura, ou malabarismo?
Aos seus pés
David M. Quinlan
http://www.fogoegloria.com.br
contato@fogoegloria.com.br
Por David M. Quinlan
A música, no contexto cristão, tem como objetivo conquistar o interesse de Deus atraindo o seu olhar e coração para o nosso meio, edificando-lhe um trono de louvores para que se sinta à vontade e livre para apenas receber nossa admiração, amor e adoração, ou envolver-nos completamente com a sua irresistível e inefável presença.
Tenho aprendido algo nestes anos de ministério, Deus não consegue resistir a uma verdadeira e apaixonada adoração; ele sempre se manifesta e, caro leitor, não há nada que supere o prazer de se perder no aconchego do seu abraço. Não buscamos a sua mão, e sim a sua face. Temos aprendido que " a busca pelas bênçãos nem sempre gera intimidade, mas a busca pela intimidade sempre gera bênçãos". E como Davi disse em Salmos 37.4: " Deleita-se (sinta muito prazer) no Senhor e ele concederá os desejos do teu coração".
É prazeroso, real e divertido; nosso noivo, Jesus, é tremendo, o melhor, e a sua alegria é a nossa força! Por intermédio da pregação direta e sem desculpas da Palavra de Deus e de ensinamentos bíblicos que nos dizem respeito à verdadeira adoração; aquela que Deus procura.
Precisamos almejar ser segundo o coração de Deus. E em função disto, necessitamos aplicar a sua santa Palavra às nossas vidas diariamente, lembrando-nos que a Palavra de Deus é um mapa que nos conduz a algo melhor - nos conduz ao Deus da palavra... ( Sl 119.105) - por meio do incentivo ao cântico novo.
A Bíblia nos instrui a cantarmos ao Senhor em mais de (200) duzentos lugares. Repetidamente enfatiza o cântico novo. Ele não está apenas interessado na canção ou no poema que você decorou há um mês, ou há dez anos. A Bíblia diz que ele está interessado é na verdade que está no seu íntimo ( Sl 51.6). Ele deseja beber dos rios de adoração que fluem do seu interior e estes rios podem ser envoltos por música gerando, assim, um novo cântico, um cântico seu, baseado num amor tão intenso que você não consegue ficar sem expressá-lo.
Certa vez, eu li uma descrição da palavra "" adoração" que me fez irromper em alegria, dizia: "" Adoração é a arte de expressar o seu coração".
Vivemos expressando o nosso coração no dia a dia e se isto já é algo tão natural por que não o fazermos na adoração por meio da espontaneidade de uma dança, nova canção, pintura, ou malabarismo?
Aos seus pés
David M. Quinlan
http://www.fogoegloria.com.br
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O segredo da felicidade
O segredo da felicidade
Por Ludmila Ferber
O segredo de ser feliz é ferozmente perseguido por todas as gentes, nos quatro cantos da terra.
Ao longo dos dias da vida, porém, muitas coisas vêm quebrar esta busca, desanimando uns, fraturando a alma de tantos, descarrilhando o coração de outros, nessa montanha-russa de sentimentos, emoções, vontades e vivências que todos possuem dentro de si.
Somos um ministério missionário e vivemos da obra, colabore! Invista em missões sem gastar nada!
Entre perdas e ganhos, dores e alegrias, ainda persevera essa busca: Onde está a felicidade? Ela existe? Afinal, em meio a tantas lutas, qual é o segredo de ser feliz?
Este segredo tem sido descoberto por inúmeras gentes de toda raça, tribo, língua, povo e nação.
Em toda terra, este segredo tem sido compartilhado, este segredo tem sido vivido, este segredo tem sido cantado nas praças, nas casas, nos prédios, nas ruas... já não é mais segredo! Mas, também não é uma fórmula mágica, e não se compra com dinheiro ou tesouros.
O segredo de ser feliz é viver na Presença do Deus Eterno! Ser feliz é viver e andar debaixo de Sua graça, por Sua Palavra, se rendendo e dependendo absolutamente do Seu Precioso Espírito Santo!
A mais pura adoração nos tira das margens do rio para nos fazer adentrar nas profundezas do Espírito Santo: águas vivas que saciam nossa sede, e curam, reanimam e nos fortalecem.
Orar e adorar a Deus é a essência da felicidade; por este caminho conhecemos a intimidade de Seu coração, e daí extraímos virtude, cura e poder de Deus. Seja feliz!!!
Deus abençoe
Ludmila Ferber
http://www.adoracaoprofetica.com.br
sac@adoracaoprofetica.com.br
Por Ludmila Ferber
O segredo de ser feliz é ferozmente perseguido por todas as gentes, nos quatro cantos da terra.
Ao longo dos dias da vida, porém, muitas coisas vêm quebrar esta busca, desanimando uns, fraturando a alma de tantos, descarrilhando o coração de outros, nessa montanha-russa de sentimentos, emoções, vontades e vivências que todos possuem dentro de si.
Somos um ministério missionário e vivemos da obra, colabore! Invista em missões sem gastar nada!
Entre perdas e ganhos, dores e alegrias, ainda persevera essa busca: Onde está a felicidade? Ela existe? Afinal, em meio a tantas lutas, qual é o segredo de ser feliz?
Este segredo tem sido descoberto por inúmeras gentes de toda raça, tribo, língua, povo e nação.
Em toda terra, este segredo tem sido compartilhado, este segredo tem sido vivido, este segredo tem sido cantado nas praças, nas casas, nos prédios, nas ruas... já não é mais segredo! Mas, também não é uma fórmula mágica, e não se compra com dinheiro ou tesouros.
O segredo de ser feliz é viver na Presença do Deus Eterno! Ser feliz é viver e andar debaixo de Sua graça, por Sua Palavra, se rendendo e dependendo absolutamente do Seu Precioso Espírito Santo!
A mais pura adoração nos tira das margens do rio para nos fazer adentrar nas profundezas do Espírito Santo: águas vivas que saciam nossa sede, e curam, reanimam e nos fortalecem.
Orar e adorar a Deus é a essência da felicidade; por este caminho conhecemos a intimidade de Seu coração, e daí extraímos virtude, cura e poder de Deus. Seja feliz!!!
Deus abençoe
Ludmila Ferber
http://www.adoracaoprofetica.com.br
sac@adoracaoprofetica.com.br
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
O Poder do Não
O Poder do Não
Por Pr. Cris - FDH
Temos aprendido que a coisa mais poderosa do homem é a sua decisão e que como ele usa esse poder é o que vai determinar que direção a sua vida tomará.
Nesse estudo de devocional, vamos aprender o que um não declarado causa ao coração de um cristão.
Vamos lá?
Texto base: Mateus 4
Jesus foi levado pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo diabo. Diante disso você pode se perguntar: Mas por que Deus, em Sua infinita bondade, guiaria alguém para ser tentado pelo diabo?!
Eis a questão e sua resposta: Deus permite que venham as tentações, pois elas são a Sua oportunidade de crescermos em santidade, autoridade e poder. Note nos versículos 1, 5 e 8 que a cada não que Jesus declarava ao diabo maior era o nível alcançado, ou seja, mais alto era o lugar em que Ele chegava.
Esses níveis são simbolizados na bíblia pelo pináculo do templo e pelo alto monte.Nosso inimigo sempre virá nos tentar, muitas vezes com muita força e sedução.
Muitas pessoas acabam caindo e depois culpam a Deus dizendo que a tentação era muito forte ou que Ele não foi justo e assim por diante. Porém o que na verdade acontece é que: Deus põe diante de mim a oportunidade de dizer um não. Jesus precisou negar ao diabo para começar seu ministério com autoridade e poder e é isso o que começa a acontecer a partir do versículo 17. Estando na condição de homem, Jesus teve que conquistar a autoridade assim como qualquer outro homem teria de fazer para tê-la.
O que podemos concluir com isso é: Deus precisa que sejamos tentados pelo diabo para que o nosso caráter seja fortalecido, para demonstrarmos fidelidade a Deus, para subirmos de nível e para sermos mais santos.
Tudo o que você precisa é de um não declarado cada vez que alguma tentação vier e então grande crescimento virá. Para isso é preciso força, algo que só adquirimos buscando a Deus em oração e leitura da Sua palavra diariamente.
Que Deus te abençoe e lembre-se: Só sabe dizer um não declarado quem tem um sim convicto
Deus abençoe
Pr. Cris - FDH
http://www.filhosdohomem.com.br
prcris@filhosdohomem.com.br
Por Pr. Cris - FDH
Temos aprendido que a coisa mais poderosa do homem é a sua decisão e que como ele usa esse poder é o que vai determinar que direção a sua vida tomará.
Nesse estudo de devocional, vamos aprender o que um não declarado causa ao coração de um cristão.
Vamos lá?
Texto base: Mateus 4
Jesus foi levado pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo diabo. Diante disso você pode se perguntar: Mas por que Deus, em Sua infinita bondade, guiaria alguém para ser tentado pelo diabo?!
Eis a questão e sua resposta: Deus permite que venham as tentações, pois elas são a Sua oportunidade de crescermos em santidade, autoridade e poder. Note nos versículos 1, 5 e 8 que a cada não que Jesus declarava ao diabo maior era o nível alcançado, ou seja, mais alto era o lugar em que Ele chegava.
Esses níveis são simbolizados na bíblia pelo pináculo do templo e pelo alto monte.Nosso inimigo sempre virá nos tentar, muitas vezes com muita força e sedução.
Muitas pessoas acabam caindo e depois culpam a Deus dizendo que a tentação era muito forte ou que Ele não foi justo e assim por diante. Porém o que na verdade acontece é que: Deus põe diante de mim a oportunidade de dizer um não. Jesus precisou negar ao diabo para começar seu ministério com autoridade e poder e é isso o que começa a acontecer a partir do versículo 17. Estando na condição de homem, Jesus teve que conquistar a autoridade assim como qualquer outro homem teria de fazer para tê-la.
O que podemos concluir com isso é: Deus precisa que sejamos tentados pelo diabo para que o nosso caráter seja fortalecido, para demonstrarmos fidelidade a Deus, para subirmos de nível e para sermos mais santos.
Tudo o que você precisa é de um não declarado cada vez que alguma tentação vier e então grande crescimento virá. Para isso é preciso força, algo que só adquirimos buscando a Deus em oração e leitura da Sua palavra diariamente.
Que Deus te abençoe e lembre-se: Só sabe dizer um não declarado quem tem um sim convicto
Deus abençoe
Pr. Cris - FDH
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prcris@filhosdohomem.com.br
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Coração de pedra
Coração de pedra
Por Helder Assis
Refletindo sobre o que é ser "igreja" chegamos à insofismável conclusão de que o sistema religioso atual tem sido bem diferente do que deveria ser... e tem induzido milhares de pessoas a serem e agirem como nem o próprio Jesus seria e agiria.
O modelo que geralmente temos de "crente fiel" é de alguém comprometido com a instituição, com as reuniões e com o sistema. Inconscientemente vinculamos vida com Deus a isso. Quando algum irmão não participa de alguma atividade, logo é rotulado como "sem compromisso" (e nem perguntamos a ele porque não foi, o que está acontecendo, se ele precisa de algum auxílio, etc).
O "mundo" que tanto criticamos, e do qual nós nos isolamos (contrariando os ensinamento de Cristo), acabou por definitivamente entrar na "igreja"... hoje é frequente ver uma multidão de "crentes" aprisionados por um sistema religioso, escondendo seus conflitos debaixo do manto de "santidade", exteriorizando seus complexos através da maledicência, crueldade, intrigas, etc. Esse "mundo" que entrou na "igreja" está de fazer inveja ao "mundo"!!!!
Enquanto alguns têm clamado para que o Espírito Santo incendeie os seus corações, outros têm se limitado a atear fogo em uma vasta e complexa fogueira de vaidades.
Existem pessoas de Deus em todos os lugares. Existem pessoas ruins em todos os lugares. Mas em nenhum lugar a natureza ímpia é mais disfarçada do que debaixo das máscaras do sistema religioso! E o próprio Cristo sabia disso. Basta ver ao lado de quem Ele passou a melhor parte do tempo... e quem Lhe proporcionou os seus piores dias.
A algum tempo atrás o irmão João Alexandre compôs uma música que fala algo sobre esse assunto. A letra está abaixo. Ouçamos com atenção estas palavras. Elas podem provocar em nós uma reflexão tal que nos estimule buscar um retorno à essência, um rumo que talvez muitos de nós ainda não tenhamos conhecido.
CORAÇÃO DE PEDRA
Letra e música: João Alexandre
Ali é o lugar ideal pra quem quiser se esconder e ser mais um na multidão... Ali é onde os homens se abraçam mas na hora de pagar o preço, lavam as mãos... Ali é onde todos se encontram mas acabam se perdendo por achar que são invencíveis... Ali não há lugar pra tristeza, pra angústia, pra dor ou pra gemidos inexprimíveis...
DEUS NÃO HABITA MAIS EM TEMPLOS FEITOS POR MÃOS DE HOMENS, DEUS NÃO SERÁ JAMAIS ACORRENTADO ÀS PAREDES DE UMA RELIGIÃO, DEUS NÃO HABITA MAIS EM TEMPLOS FEITOS POR MÃOS DE HOMENS, DEUS NÃO SERÁ JAMAIS ENCLAUSURADO NA ESCURIDÃO DE QUEM AINDA TEM UM CORAÇÃO DE PEDRA
Ali ninguém conhece a essência, tão somente a aparência de viver em comunhão... Ali é onde os loucos se entendem, onde os sábios se prendem ao valor da tradição... Um falso paraíso presente, um fanatismo distante, um cristianismo sem direção... Ali é onde todos proíbem, onde todos permitem, onde são assim, nem "SIM" nem "NÃO"...
Que vença, mesmo que haja desavença, todo aquele que repensa na crença da onipresença de Deus. Sejamos coerentes, transparentes, reluzentes, conscientes, todos crentes que somos os filhos Seus... Na rua, no trabalho, na escola, na loja, na padaria, no posto, na rodovia, na congregação, Que haja em nós o mesmo sentimento: que Deus habite em nosso coração!
Esta música, além de ser linda, nos leva à uma profunda reflexão. Não se trata de propaganda, mas preciso dizer que esta canção faz parte do CD de João Alexandre entitulado “Voz, Violão e algo mais”, um álbum muito belo e importante para sua coleção. Vale a pena, e eu recomendo que você o adquira, se puder. Mas a recomendação maior é que aprendamos a repensar nossa postura como Igreja, dentro de um mundo carente da graça e do amor de Deus.
abração
Helder Assis
http://www.sacrificiovivo.com
helder@sacrificiovivo.com
Por Helder Assis
Refletindo sobre o que é ser "igreja" chegamos à insofismável conclusão de que o sistema religioso atual tem sido bem diferente do que deveria ser... e tem induzido milhares de pessoas a serem e agirem como nem o próprio Jesus seria e agiria.
O modelo que geralmente temos de "crente fiel" é de alguém comprometido com a instituição, com as reuniões e com o sistema. Inconscientemente vinculamos vida com Deus a isso. Quando algum irmão não participa de alguma atividade, logo é rotulado como "sem compromisso" (e nem perguntamos a ele porque não foi, o que está acontecendo, se ele precisa de algum auxílio, etc).
O "mundo" que tanto criticamos, e do qual nós nos isolamos (contrariando os ensinamento de Cristo), acabou por definitivamente entrar na "igreja"... hoje é frequente ver uma multidão de "crentes" aprisionados por um sistema religioso, escondendo seus conflitos debaixo do manto de "santidade", exteriorizando seus complexos através da maledicência, crueldade, intrigas, etc. Esse "mundo" que entrou na "igreja" está de fazer inveja ao "mundo"!!!!
Enquanto alguns têm clamado para que o Espírito Santo incendeie os seus corações, outros têm se limitado a atear fogo em uma vasta e complexa fogueira de vaidades.
Existem pessoas de Deus em todos os lugares. Existem pessoas ruins em todos os lugares. Mas em nenhum lugar a natureza ímpia é mais disfarçada do que debaixo das máscaras do sistema religioso! E o próprio Cristo sabia disso. Basta ver ao lado de quem Ele passou a melhor parte do tempo... e quem Lhe proporcionou os seus piores dias.
A algum tempo atrás o irmão João Alexandre compôs uma música que fala algo sobre esse assunto. A letra está abaixo. Ouçamos com atenção estas palavras. Elas podem provocar em nós uma reflexão tal que nos estimule buscar um retorno à essência, um rumo que talvez muitos de nós ainda não tenhamos conhecido.
CORAÇÃO DE PEDRA
Letra e música: João Alexandre
Ali é o lugar ideal pra quem quiser se esconder e ser mais um na multidão... Ali é onde os homens se abraçam mas na hora de pagar o preço, lavam as mãos... Ali é onde todos se encontram mas acabam se perdendo por achar que são invencíveis... Ali não há lugar pra tristeza, pra angústia, pra dor ou pra gemidos inexprimíveis...
DEUS NÃO HABITA MAIS EM TEMPLOS FEITOS POR MÃOS DE HOMENS, DEUS NÃO SERÁ JAMAIS ACORRENTADO ÀS PAREDES DE UMA RELIGIÃO, DEUS NÃO HABITA MAIS EM TEMPLOS FEITOS POR MÃOS DE HOMENS, DEUS NÃO SERÁ JAMAIS ENCLAUSURADO NA ESCURIDÃO DE QUEM AINDA TEM UM CORAÇÃO DE PEDRA
Ali ninguém conhece a essência, tão somente a aparência de viver em comunhão... Ali é onde os loucos se entendem, onde os sábios se prendem ao valor da tradição... Um falso paraíso presente, um fanatismo distante, um cristianismo sem direção... Ali é onde todos proíbem, onde todos permitem, onde são assim, nem "SIM" nem "NÃO"...
Que vença, mesmo que haja desavença, todo aquele que repensa na crença da onipresença de Deus. Sejamos coerentes, transparentes, reluzentes, conscientes, todos crentes que somos os filhos Seus... Na rua, no trabalho, na escola, na loja, na padaria, no posto, na rodovia, na congregação, Que haja em nós o mesmo sentimento: que Deus habite em nosso coração!
Esta música, além de ser linda, nos leva à uma profunda reflexão. Não se trata de propaganda, mas preciso dizer que esta canção faz parte do CD de João Alexandre entitulado “Voz, Violão e algo mais”, um álbum muito belo e importante para sua coleção. Vale a pena, e eu recomendo que você o adquira, se puder. Mas a recomendação maior é que aprendamos a repensar nossa postura como Igreja, dentro de um mundo carente da graça e do amor de Deus.
abração
Helder Assis
http://www.sacrificiovivo.com
helder@sacrificiovivo.com
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
A Essência da Glória de Cristo em Nós
A Essência da Glória de Cristo em Nós
Por Thais Monteiro Brum
Sei que os filhos de Deus vivem momentos diferentes em suas caminhadas. Mas penso que é quase unânime no coração de todos que O tem buscado, o sentimento forte de que estamos iniciando um tempo diferente, marcante. Ontem comecei um propósito de ler livros bíblicos especificamente direcionados pelo Espírito Santo e o primeiro é a carta do apóstolo Paulo aos Gálatas. Logo no primeiro capítulo me deparei com mais uma confirmação (ou testificação) para o que tenho refletido:
"Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho... Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema." (Gl 1:6-8)
A essência da verdade do Senhor é a mesma em todo o tempo. Quem muda é o homem, que tem dificuldade de permanecer nos mesmos princípios, na mesma visão. A Cruz de Cristo nunca pode deixar de ser o centro da nossa vida. A glória de Cristo está em Seu amor vivido, praticado, eternizado na Cruz do Calvário. E a glória do homem está em reconhecer e responder a essa Cruz.
"Pois longe esteja de mim gloriar-me senão na Cruz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo. Porque nem a circuncisão nem a incircuncisão é alguma coisa, mas o ser nova criatura" (Gal 6:14-15)
Hoje eu vejo que Jesus chama Sua igreja a um entendimento sobre a essência Sua glória, a essência de Sua missão. Habacuque foi profundamente sábio em suas palavras ao declarar:
“A terra se encherá do CONHECIMENTO da glória do Senhor como as águas cobrem o mar” (Hb 2:14).
Deus quer mais do que exibir manifestações do que Ele pode fazer. Deus quer gerar algo mais sério do que uma sensação. Deus quer que nós CONHEÇAMOS Sua glória. O verbo ver traz a idéia de algo instantâneo, porém o conhecer traz o entendimento de tempo gasto em absorver, compreender e aprender. Em todos os seus 33 anos de vida terrena, Jesus combateu a visão de honra e glorificação humana que Sua geração tinha para com o Messias prometido. Ao nascer numa estrebaria, crescer em Nazaré, conviver com os pobres e doentes, tocar em leprosos, entre outras situações como pedir segredo sobre seus milagres, Jesus mostrava a todo instante que Seu reino não tinha nada a ver com os reinos deste mundo (Jo 18:36). Sua glória não estava em uma coroa de ouro!
Interessante para mim foi encarar a realidade de que nem mesmo Seus companheiros mais próximos haviam entendido, até então, que Jesus não buscava glória alguma aqui. E a glória que já se manifestava Nele, tinha uma beleza que ninguém conseguia ver. No Capítulo 20 de Mateus vemos a mãe de Tiago e João pedindo que, “no reino de Jesus”, seus filhos se assentassem um de cada lado de seu Trono! A resposta de Jesus é doída: “Sabeis o que pedis? Podeis vós beber do cálice que eu estou para beber?”.
As palavras daquela mulher eram uma declaração de total desconhecimento do que era o reino de Deus. Participar da vitória de Cristo para ela era garantir um lugar de destaque na “futura Corte de Israel”. Será, amado, que muitas vezes os nossos corações, tão influenciados pela lógica vaidosa deste mundo, não tem visão semelhante?
A glória do Senhor que tanto desejamos não está necessariamente em projetos grandiosos de uma igreja, em cultos com períodos extensos de louvor, em mensagens bem preparadas. A glória de Deus sobre nós não está em um cargo de liderança, uma função na igreja local, o nome em um cd, um convite para ministrar num evento. A glória do Senhor sobre nós não se reflete no fato de algumas ou muitas pessoas nos acharem “uma benção”. Comparando (a uma casa) uma igreja, um ministério, uma pessoa, família e até mesmo uma empresa, o derramar da glória do Senhor está nos alicerces de tudo o que é feito e não na fachada. Os holofotes são figuras vegetativas no contexto do verdadeiro e genuíno mover de Deus.
Eu venho clamando muito por ser cheia da glória do Senhor Jesus e Ele tem respondido às minhas orações operando uma grande obra em meu interior. E esse "encher-me" de Sua glória não pode ficar preso a experiências interiores. Isso precisa fluir! Jorrar abundantemente como rios de água viva "molhando" a todos ao meu redor. Deus tem falado muito ao meu coração sobre isso. As nossas experiências com o sobrenatural de Deus precisam quebrantar o nosso coração e nos trazer à mente mudanças que precisam ser feitas para agradar o Senhor. Não adianta somente ficar emocionado ali. É preciso dar um passo prático de manifestar aquela capacitação para mudar que recebemos na presença do Senhor, porque toda unção derramada tem um propósito. Uma vez ouvi de um pastor querido, Gerson Ortega, que o crente só tropeça no óbvio. E é a mais pura verdade! A escada que nos conduz às promessas de Deus é tão alta que se ficarmos sempre caindo do mesmo degrau nunca vamos terminar a subida.
Eu tenho observado a linguagem dos evangelhos e percebo que o de João é o que mais traz esclarecimentos. Em João, vemos um Cristo que faz milagres, abençoa, mas não passa a mão na cabeça. Um Jesus que fala duro com Seus seguidores, verdades profundas como o fato de que é preciso “comer de Sua carne” e “beber de Seu sangue” (Cap 5), “Quem não permanece em mim é lançado fora” (15:6), ”Como podeis crer, vós que recebeis GLÓRIA UNS DOS OUTROS e não buscais a glória que vem do único Deus?” (5:44) e assim por diante.
Mas de todas as mensagens de despertamento feitas pelo Senhor descritas em João, nenhuma me toca tão profundamente quanto a mensagem viva de João 13: JESUS LAVA OS PÉS DOS SEUS DISCÍPULOS. Nessa passagem, Jesus resolve então mostrar com atitudes o ensino que está em Seu coração. Até nisso Ele foi exemplo pois nos encoraja a falar menos e praticar mais! Enfim, vale a pena ler cada linha (e muitas vezes) deste texto. Eu o fiz. E chorei. Chorei muito. Fiquei me imaginando sentada com Jesus lavando os meus pés e me amando, me servindo. A minha reação talvez não seria diferente da de Pedro: “Tu me lavas os pés a mim?... nunca me lavarás os pés.”
Pedro rejeitou a idéia por não se achar digno. Correto? Talvez. Talvez haja mais por trás dessa atitude. Para os discípulos, Jesus era O mestre. Até hoje nas culturas orientais os discípulos servem, honram, reverenciam o Mestre. Aparentemente, era Jesus se despindo de seus “direitos”. Agindo em discordância com Sua posição entre eles. O coração dos discípulos como já falei acima, não via beleza numa atitude como essa. Onde estava toda a glória do Filho de Deus???
Por isso resolvi escrever e compartilhar o que estou vivendo com o Senhor. Um tempo de esvaziamento dos conceitos mundanos do que é ter vitória, ser próspero e ser honrado. A glória do crente é a cruz que nos fez filhos do Pai Celeste. Ser cheio da glória de Deus é abraçar a totalidade da mensagem e transmití-la com TODA a minha VIDA!
Eu me emociono a cada vez que fecho os olhos e me imagino ali, com Jesus lavando meus pés. Eu quero amar esse Jesus! Eu não quero precisar imaginá-lo brilhante, com uma linda veste de pedras para enxergar Sua beleza, Sua santidade, SUA GLÓRIA.
Um dos nomes mais falados nos últimos anos foi o nome de Davi, em virtude de seu exemplo de adorador e de homem segundo o coração de Deus. Em I Samuel 16, quando Samuel vai à cidade de Belém ungir o sucessor de Saul, ele vê o irmão mais velho de Davi, Eliabe e imediatamente declara: “Certamente está perante o Senhor o seu ungido” (v 6). Mas não batia no peito do forte e belo Eliabe o “coração segundo o coração de Deus”. Este coração estava no peito do adolescente ruivinho Davi.
Samuel foi um grande, mas um grande mesmo homem de Deus. Mas até ele, se enganou. Até ele viu beleza e glória num padrão humano que não condizia com os padrões de Deus. Às vezes a gente acha que sabe muito sobre Deus. Mas o Deus que vê o coração nos aponta o coração de Jesus. O que está ali é o que precisamos buscar, aprender, imitar, absorver e viver. Ser cheio da glória de Deus não garante que as pessoas verão algo especial em nós. Mas com certeza, Deus verá. E não precisaremos sair de detrás das malhadas. O próprio Senhor nos tirará de lá. Ao Seu tempo!
Que venha sobre nós a glória do Senhor Jesus Cristo. Que seja revelada a nós a beleza da cruz, a beleza da humilhação, a formosura incomparável da morte do eu. Que o viver como a nova criatura que somos seja a nossa maior motivação.
“Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual... esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo... humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz.” (Fp 2:5,7,8)
Thais Monteiro Brum
http://www.vidanovamusic.com/
thaisapaixonadaporjesus@yahoo.com.br
Por Thais Monteiro Brum
Sei que os filhos de Deus vivem momentos diferentes em suas caminhadas. Mas penso que é quase unânime no coração de todos que O tem buscado, o sentimento forte de que estamos iniciando um tempo diferente, marcante. Ontem comecei um propósito de ler livros bíblicos especificamente direcionados pelo Espírito Santo e o primeiro é a carta do apóstolo Paulo aos Gálatas. Logo no primeiro capítulo me deparei com mais uma confirmação (ou testificação) para o que tenho refletido:
"Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho... Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema." (Gl 1:6-8)
A essência da verdade do Senhor é a mesma em todo o tempo. Quem muda é o homem, que tem dificuldade de permanecer nos mesmos princípios, na mesma visão. A Cruz de Cristo nunca pode deixar de ser o centro da nossa vida. A glória de Cristo está em Seu amor vivido, praticado, eternizado na Cruz do Calvário. E a glória do homem está em reconhecer e responder a essa Cruz.
"Pois longe esteja de mim gloriar-me senão na Cruz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo. Porque nem a circuncisão nem a incircuncisão é alguma coisa, mas o ser nova criatura" (Gal 6:14-15)
Hoje eu vejo que Jesus chama Sua igreja a um entendimento sobre a essência Sua glória, a essência de Sua missão. Habacuque foi profundamente sábio em suas palavras ao declarar:
“A terra se encherá do CONHECIMENTO da glória do Senhor como as águas cobrem o mar” (Hb 2:14).
Deus quer mais do que exibir manifestações do que Ele pode fazer. Deus quer gerar algo mais sério do que uma sensação. Deus quer que nós CONHEÇAMOS Sua glória. O verbo ver traz a idéia de algo instantâneo, porém o conhecer traz o entendimento de tempo gasto em absorver, compreender e aprender. Em todos os seus 33 anos de vida terrena, Jesus combateu a visão de honra e glorificação humana que Sua geração tinha para com o Messias prometido. Ao nascer numa estrebaria, crescer em Nazaré, conviver com os pobres e doentes, tocar em leprosos, entre outras situações como pedir segredo sobre seus milagres, Jesus mostrava a todo instante que Seu reino não tinha nada a ver com os reinos deste mundo (Jo 18:36). Sua glória não estava em uma coroa de ouro!
Interessante para mim foi encarar a realidade de que nem mesmo Seus companheiros mais próximos haviam entendido, até então, que Jesus não buscava glória alguma aqui. E a glória que já se manifestava Nele, tinha uma beleza que ninguém conseguia ver. No Capítulo 20 de Mateus vemos a mãe de Tiago e João pedindo que, “no reino de Jesus”, seus filhos se assentassem um de cada lado de seu Trono! A resposta de Jesus é doída: “Sabeis o que pedis? Podeis vós beber do cálice que eu estou para beber?”.
As palavras daquela mulher eram uma declaração de total desconhecimento do que era o reino de Deus. Participar da vitória de Cristo para ela era garantir um lugar de destaque na “futura Corte de Israel”. Será, amado, que muitas vezes os nossos corações, tão influenciados pela lógica vaidosa deste mundo, não tem visão semelhante?
A glória do Senhor que tanto desejamos não está necessariamente em projetos grandiosos de uma igreja, em cultos com períodos extensos de louvor, em mensagens bem preparadas. A glória de Deus sobre nós não está em um cargo de liderança, uma função na igreja local, o nome em um cd, um convite para ministrar num evento. A glória do Senhor sobre nós não se reflete no fato de algumas ou muitas pessoas nos acharem “uma benção”. Comparando (a uma casa) uma igreja, um ministério, uma pessoa, família e até mesmo uma empresa, o derramar da glória do Senhor está nos alicerces de tudo o que é feito e não na fachada. Os holofotes são figuras vegetativas no contexto do verdadeiro e genuíno mover de Deus.
Eu venho clamando muito por ser cheia da glória do Senhor Jesus e Ele tem respondido às minhas orações operando uma grande obra em meu interior. E esse "encher-me" de Sua glória não pode ficar preso a experiências interiores. Isso precisa fluir! Jorrar abundantemente como rios de água viva "molhando" a todos ao meu redor. Deus tem falado muito ao meu coração sobre isso. As nossas experiências com o sobrenatural de Deus precisam quebrantar o nosso coração e nos trazer à mente mudanças que precisam ser feitas para agradar o Senhor. Não adianta somente ficar emocionado ali. É preciso dar um passo prático de manifestar aquela capacitação para mudar que recebemos na presença do Senhor, porque toda unção derramada tem um propósito. Uma vez ouvi de um pastor querido, Gerson Ortega, que o crente só tropeça no óbvio. E é a mais pura verdade! A escada que nos conduz às promessas de Deus é tão alta que se ficarmos sempre caindo do mesmo degrau nunca vamos terminar a subida.
Eu tenho observado a linguagem dos evangelhos e percebo que o de João é o que mais traz esclarecimentos. Em João, vemos um Cristo que faz milagres, abençoa, mas não passa a mão na cabeça. Um Jesus que fala duro com Seus seguidores, verdades profundas como o fato de que é preciso “comer de Sua carne” e “beber de Seu sangue” (Cap 5), “Quem não permanece em mim é lançado fora” (15:6), ”Como podeis crer, vós que recebeis GLÓRIA UNS DOS OUTROS e não buscais a glória que vem do único Deus?” (5:44) e assim por diante.
Mas de todas as mensagens de despertamento feitas pelo Senhor descritas em João, nenhuma me toca tão profundamente quanto a mensagem viva de João 13: JESUS LAVA OS PÉS DOS SEUS DISCÍPULOS. Nessa passagem, Jesus resolve então mostrar com atitudes o ensino que está em Seu coração. Até nisso Ele foi exemplo pois nos encoraja a falar menos e praticar mais! Enfim, vale a pena ler cada linha (e muitas vezes) deste texto. Eu o fiz. E chorei. Chorei muito. Fiquei me imaginando sentada com Jesus lavando os meus pés e me amando, me servindo. A minha reação talvez não seria diferente da de Pedro: “Tu me lavas os pés a mim?... nunca me lavarás os pés.”
Pedro rejeitou a idéia por não se achar digno. Correto? Talvez. Talvez haja mais por trás dessa atitude. Para os discípulos, Jesus era O mestre. Até hoje nas culturas orientais os discípulos servem, honram, reverenciam o Mestre. Aparentemente, era Jesus se despindo de seus “direitos”. Agindo em discordância com Sua posição entre eles. O coração dos discípulos como já falei acima, não via beleza numa atitude como essa. Onde estava toda a glória do Filho de Deus???
Por isso resolvi escrever e compartilhar o que estou vivendo com o Senhor. Um tempo de esvaziamento dos conceitos mundanos do que é ter vitória, ser próspero e ser honrado. A glória do crente é a cruz que nos fez filhos do Pai Celeste. Ser cheio da glória de Deus é abraçar a totalidade da mensagem e transmití-la com TODA a minha VIDA!
Eu me emociono a cada vez que fecho os olhos e me imagino ali, com Jesus lavando meus pés. Eu quero amar esse Jesus! Eu não quero precisar imaginá-lo brilhante, com uma linda veste de pedras para enxergar Sua beleza, Sua santidade, SUA GLÓRIA.
Um dos nomes mais falados nos últimos anos foi o nome de Davi, em virtude de seu exemplo de adorador e de homem segundo o coração de Deus. Em I Samuel 16, quando Samuel vai à cidade de Belém ungir o sucessor de Saul, ele vê o irmão mais velho de Davi, Eliabe e imediatamente declara: “Certamente está perante o Senhor o seu ungido” (v 6). Mas não batia no peito do forte e belo Eliabe o “coração segundo o coração de Deus”. Este coração estava no peito do adolescente ruivinho Davi.
Samuel foi um grande, mas um grande mesmo homem de Deus. Mas até ele, se enganou. Até ele viu beleza e glória num padrão humano que não condizia com os padrões de Deus. Às vezes a gente acha que sabe muito sobre Deus. Mas o Deus que vê o coração nos aponta o coração de Jesus. O que está ali é o que precisamos buscar, aprender, imitar, absorver e viver. Ser cheio da glória de Deus não garante que as pessoas verão algo especial em nós. Mas com certeza, Deus verá. E não precisaremos sair de detrás das malhadas. O próprio Senhor nos tirará de lá. Ao Seu tempo!
Que venha sobre nós a glória do Senhor Jesus Cristo. Que seja revelada a nós a beleza da cruz, a beleza da humilhação, a formosura incomparável da morte do eu. Que o viver como a nova criatura que somos seja a nossa maior motivação.
“Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual... esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo... humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz.” (Fp 2:5,7,8)
Thais Monteiro Brum
http://www.vidanovamusic.com/
thaisapaixonadaporjesus@yahoo.com.br
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Compreendendo os tempos...
Compreendendo os tempos...
Por Antônio Cirilo
Eu considero muito importante discernirmos o tempo, a dispensação em que vivemos Não podemos perder o passado de vista, pois ele é o alicerce do presente Não podemos negligenciar o amanhã, por ser a nossa esperança, também não podemos perder o "hoje", pois, o hoje é nossa realidade, é a boa terra para semearmos para o nosso futuro A Bíblia nos diz na carta aos Hebreus 3:12 que o tempo de Deus se chama HOJE
Hebreus 3:12 ?Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; 13 pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado 14 Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se, de fato, guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio, tivemos 15 Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração, como foi na provocação?
Isto é muito interessante HOJE é o nome do tempo de Deus É como se Deus, por sua magnífica Onisciência, fundisse aquilo que fomos, que somos ou poderemos nos tornar, e dissesse: HOJE, quando ouvires a minha voz não endureça o seu coração Ou seja, HOJE, a respeito das lembranças do passado, da vida presente e dos propósitos futuros, quando ouvirdes a voz do Senhor teu Deus não endureça o teu coração HOJE Seja perdoado e perdoe a si mesmo e aos outros relativo ao seu passado, HOJE Descanse na minha magnífica presença e HOJE Confie no teu Deus quanto ao futuro Relaxe amoleça o seu coração, seja obediente e entraras no descanso de Deus
Ninguém, nem mesmo Deus pode mudar o seu passado, mas Deus pode mudar você no que diz respeito ao seu passado Ele te perdoa Pronto, está feito, pelo poder do sacrifício de Jesus Cristo, o seu passado continua o mesmo, mas você não é mais o mesmo, é uma nova criatura.
E o futuro? O futuro é um mistério e está nas mãos de Deus, mas um dia, quando o futuro se transformar no presente, Deus o confiará em suas mãos, será o seu presente, um tempo de colher e de plantar
O Senhor nosso Deus planejou toda espécie de bondade e felicidade para o nosso futuro, mas esse futuro depende radicalmente da forma que reagimos ao presente, daquilo que plantamos aqui e agora
Jeremias 29:11 ?Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais?
O presente tem duas faces, uma passiva e outra ativa, que também podem ser chamadas de "receber e dar, colher e plantar" Na face passiva do presente colhemos de Deus aquilo que plantamos no passado Na face ativa nós reagimos de forma negativa ou positiva, obediente ou desobediente, ou simplesmente não reagimos quando recebemos de Deus o resultado daquilo que plantamos no passado O nosso comportamento com o presente determinará a nova colheita no futuro É um novo plantio Eclesiastes 11:4,6 ?Quem somente observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas ?
Até a próxima
Antônio Cirilo
http://www.santageracao.com.br
contato@santageracao.com.br
Por Antônio Cirilo
Eu considero muito importante discernirmos o tempo, a dispensação em que vivemos Não podemos perder o passado de vista, pois ele é o alicerce do presente Não podemos negligenciar o amanhã, por ser a nossa esperança, também não podemos perder o "hoje", pois, o hoje é nossa realidade, é a boa terra para semearmos para o nosso futuro A Bíblia nos diz na carta aos Hebreus 3:12 que o tempo de Deus se chama HOJE
Hebreus 3:12 ?Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; 13 pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado 14 Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se, de fato, guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio, tivemos 15 Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração, como foi na provocação?
Isto é muito interessante HOJE é o nome do tempo de Deus É como se Deus, por sua magnífica Onisciência, fundisse aquilo que fomos, que somos ou poderemos nos tornar, e dissesse: HOJE, quando ouvires a minha voz não endureça o seu coração Ou seja, HOJE, a respeito das lembranças do passado, da vida presente e dos propósitos futuros, quando ouvirdes a voz do Senhor teu Deus não endureça o teu coração HOJE Seja perdoado e perdoe a si mesmo e aos outros relativo ao seu passado, HOJE Descanse na minha magnífica presença e HOJE Confie no teu Deus quanto ao futuro Relaxe amoleça o seu coração, seja obediente e entraras no descanso de Deus
Ninguém, nem mesmo Deus pode mudar o seu passado, mas Deus pode mudar você no que diz respeito ao seu passado Ele te perdoa Pronto, está feito, pelo poder do sacrifício de Jesus Cristo, o seu passado continua o mesmo, mas você não é mais o mesmo, é uma nova criatura.
E o futuro? O futuro é um mistério e está nas mãos de Deus, mas um dia, quando o futuro se transformar no presente, Deus o confiará em suas mãos, será o seu presente, um tempo de colher e de plantar
O Senhor nosso Deus planejou toda espécie de bondade e felicidade para o nosso futuro, mas esse futuro depende radicalmente da forma que reagimos ao presente, daquilo que plantamos aqui e agora
Jeremias 29:11 ?Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais?
O presente tem duas faces, uma passiva e outra ativa, que também podem ser chamadas de "receber e dar, colher e plantar" Na face passiva do presente colhemos de Deus aquilo que plantamos no passado Na face ativa nós reagimos de forma negativa ou positiva, obediente ou desobediente, ou simplesmente não reagimos quando recebemos de Deus o resultado daquilo que plantamos no passado O nosso comportamento com o presente determinará a nova colheita no futuro É um novo plantio Eclesiastes 11:4,6 ?Quem somente observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas ?
Até a próxima
Antônio Cirilo
http://www.santageracao.com.br
contato@santageracao.com.br
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Rótulos
Rótulos
Por Helder Assis
“Um homem tinha dois filhos, e, chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; mas não foi. Chegando-se, então, ao segundo, falou-lhe de igual modo; respondeu-lhe este: Não quero; mas depois, arrependendo-se, foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram eles: O segundo. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele.” (Mateus 21:28-32)
Uma parábola um pouco esquecida talvez. Mais uma vez, um diálogo entre Jesus e os fariseus.
O filho que disse sim com a boca, disse não com o coração; o outro, que disse não com os lábios, disse sim com sua mudança de atitude. Quem fez a vontade do Pai?
Para agradar o Pai é necessário um pouco mais do que ter dito sim para Ele um dia. É preciso mais do que palavras. É preciso obedecer através dos nossos atos, além da nossa voz. É preciso arrependimento, mudança de mentalidade e de atitude, assim como o segundo filho fez.
Os rótulos podem ser positivos ou negativos. Algumas pessoas os levam sobre si – uns até “merecidamente”. Outros fazem questão de os colocar sobre outras pessoas. Mas o Senhor não olha para os rótulos: olha o coração! Quem dera os cristãos pudessem enxergar nesta verdade mais do que apenas um chavão!
O segundo filho decidiu deliberadamente que não obedeceria ao pai. Mas depois se arrependeu, e obedeceu. Cumpriu a vontade do pai.
Os publicanos e as meretrizes deram crédito à mensagem do evangelho. O rótulo que eles carregavam tornou-se então insignificante. Jesus contemplou o coração disposto deles.
Cristo também contemplou o duro coração dos fariseus. Estes eram os mestres, líderes, sacerdotes religiosos, preletores e doutores da lei. Rótulos. Rótulos igualmente insignificantes para o Mestre.
Jesus também contempla o meu e o seu coração. Pode ser que você tenha o rótulo de “pecador”, por ter algo em seu passado que ficou marcado na mente de outras pessoas. Pode ser que você tenha o rótulo de “santo”, por ser um líder ou ministro de destaque em sua comunidade. Mas, querido adorador, guarde este pensamento: Jesus não olha para a sua reputação diante dos homens; olha para o seu caráter diante dEle! O seu caráter é a sua reputação diante de Deus!
Claro que devemos zelar pelo nosso bom testemunho diante da sociedade. Mas devemos nos preocupar muito mais com o que o próprio Deus está achando do nosso falar, pensar e agir.
Quem quer fazer a vontade do Pai? Talvez um bom início seja seguir o exemplo do segundo filho, dos publicanos e meretrizes:
· Refletindo sobre a possibilidade de existir algo que o Senhor nos pede e temos negligenciado;
· Nos arrependendo, mudando de atitude, passando a obedecer;
· Estando abertos à voz de Deus, dando crédito ao “caminho da justiça”.
E que assim prossigamos em nossa jornada, ansiosos pelo dia em que possamos ouvir de Deus as palavras: “Servo bom e fiel, entra no gozo do teu Senhor”.
Existe rótulo melhor do que este? Então, marchemos!
abração
Helder Assis
http://www.sacrificiovivo.com
helder@sacrificiovivo.com
Por Helder Assis
“Um homem tinha dois filhos, e, chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; mas não foi. Chegando-se, então, ao segundo, falou-lhe de igual modo; respondeu-lhe este: Não quero; mas depois, arrependendo-se, foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram eles: O segundo. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele.” (Mateus 21:28-32)
Uma parábola um pouco esquecida talvez. Mais uma vez, um diálogo entre Jesus e os fariseus.
O filho que disse sim com a boca, disse não com o coração; o outro, que disse não com os lábios, disse sim com sua mudança de atitude. Quem fez a vontade do Pai?
Para agradar o Pai é necessário um pouco mais do que ter dito sim para Ele um dia. É preciso mais do que palavras. É preciso obedecer através dos nossos atos, além da nossa voz. É preciso arrependimento, mudança de mentalidade e de atitude, assim como o segundo filho fez.
Os rótulos podem ser positivos ou negativos. Algumas pessoas os levam sobre si – uns até “merecidamente”. Outros fazem questão de os colocar sobre outras pessoas. Mas o Senhor não olha para os rótulos: olha o coração! Quem dera os cristãos pudessem enxergar nesta verdade mais do que apenas um chavão!
O segundo filho decidiu deliberadamente que não obedeceria ao pai. Mas depois se arrependeu, e obedeceu. Cumpriu a vontade do pai.
Os publicanos e as meretrizes deram crédito à mensagem do evangelho. O rótulo que eles carregavam tornou-se então insignificante. Jesus contemplou o coração disposto deles.
Cristo também contemplou o duro coração dos fariseus. Estes eram os mestres, líderes, sacerdotes religiosos, preletores e doutores da lei. Rótulos. Rótulos igualmente insignificantes para o Mestre.
Jesus também contempla o meu e o seu coração. Pode ser que você tenha o rótulo de “pecador”, por ter algo em seu passado que ficou marcado na mente de outras pessoas. Pode ser que você tenha o rótulo de “santo”, por ser um líder ou ministro de destaque em sua comunidade. Mas, querido adorador, guarde este pensamento: Jesus não olha para a sua reputação diante dos homens; olha para o seu caráter diante dEle! O seu caráter é a sua reputação diante de Deus!
Claro que devemos zelar pelo nosso bom testemunho diante da sociedade. Mas devemos nos preocupar muito mais com o que o próprio Deus está achando do nosso falar, pensar e agir.
Quem quer fazer a vontade do Pai? Talvez um bom início seja seguir o exemplo do segundo filho, dos publicanos e meretrizes:
· Refletindo sobre a possibilidade de existir algo que o Senhor nos pede e temos negligenciado;
· Nos arrependendo, mudando de atitude, passando a obedecer;
· Estando abertos à voz de Deus, dando crédito ao “caminho da justiça”.
E que assim prossigamos em nossa jornada, ansiosos pelo dia em que possamos ouvir de Deus as palavras: “Servo bom e fiel, entra no gozo do teu Senhor”.
Existe rótulo melhor do que este? Então, marchemos!
abração
Helder Assis
http://www.sacrificiovivo.com
helder@sacrificiovivo.com
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Dança na Bíblia
Dança na Bíblia
Por Cristiane T. Menezes
A Dança é Bíblica? Qual o Significado da dança na Bíblia? Vamos analisar neste texto onde e para que a dança era usada nos tempos bíblicos
Vemos a dança presente na Bíblia, como sinal de gratidão a Deus, como no caso de Miriã, dançando com as mulheres de Israel em gratidão ao Senhor pelo livramento que lhes foi dado.
Exodo 15
20 Então Miriã, a profetisa, irmã de Arão, tomou na mão um tamboril, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris, e com danças.
21 E Miriã lhes respondia: Cantai ao Senhor, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo com o seu cavaleiro.
Miriã estava tão alegre com Deus, pelo livramento que foi dado ao povo, que dançava alegremente e ela contagiou as outras mulheres com a sua gratidão a Deus.
A nossa gratidão é contagiante. Se estivermos dançando a Deus em forma de Gratidão, vamos contagiar quem está a nossa volta.
A Bíblia não fala que Miriã pegou o tamboril e chamou as outras mulheres, pelo contrário, diz que as mulheres saíram atrás dela.
A verdadeira Adoração, contagia quem está por perto.
Temos também a situação onde Davi louva ao Senhor com todas as suas forças.
II Samuel 6
14 E Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava Davi cingido dum éfode de linho.
15 Assim Davi e toda a casa de Israel subiam, trazendo a arca do Senhor com júbilo e ao som de trombetas.
16 Quando entrava a arca do Senhor na cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela; e, vendo ao rei Davi saltando e dançando diante do senhor, o desprezou no seu coração.
Davi estava comemorando a volta da Arca da Aliança (a presença de Deus) para a cidade de Davi.
A Bíblia fala, que “dançava com todas a s suas forças”, ou seja, ele estava dando o seu melhor ao Senhor, era um momento de adoração plena ao Pai. Vemos também, que o povo acompanhava Davi na adoração ao Senhor.
“...Davi e toda a casa de Israel subiam, trazendo a arca do Senhor com júbilo e ao som de trombetas”
Porém, vemos uma pessoa que, condenou Davi, pela sua atitude.
“...Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela; e, vendo ao rei Davi saltando e dançando diante do senhor, o desprezou no seu coração”
Vem então a pergunta, por que, Mical condenou a atitude de Davi?
Será que realmente ele estava ultrapassando os limites, já que era um rei, deveria se portar como tal?
Mas, olhando por outro lado, por que Mical havia ficado em casa? Porque não se juntou ao povo para buscar a Arca de Deus?
Ela estava de fora da festa de Adoração ao Senhor.
Quando alguém fica de fora, ou seja, não acompanha a adoração, esta pessoa pode ser usada pelo inimigo, para atrapalhar quem está adorando. Com críticas e questionamento sem fundamento.
Dançar para Deus, é Forma de Gratidão, Adoração. Quando estamos dançando, estamos dando ao Senhor uma adoração com tudo o que temos e com tudo o que somos.
Não importa onde dançamos, no quarto, na igreja, em um seminário, em um momento de devocional.
Se esta dança é para o Senhor, e exclusivamente pra Ele, ele está recebendo nossa adoração.
Cada pesoa, recebeu um talendo específico para que pudesse adorar ao Senhor. Uns cantam, outros evangelizam, outros pregam, outros fazem teatros. Então, porque não dançar?
As pessoas no mundo, dançam para o diabo, dançam para alimentar a carne, por puro prazer.
Será que Deus merece menos que o Diabo?
Se as pessoas podem dançar para o diabo, porque nós, que servimos aquele que é maior queo diabo, não podemos dançar para adorar nosso Senhor?
Deus tem buscado filhos, apaixonados, desesperados, e que façam de tudo para chamar sua atenção.
È por isso que hoje, em muitas igrejas, noivas apaixonadas danças em louvor e adoração ao Senhor Jesus.
E tempo da igreja ultrapassar as barreiras da religiosidade e se expressar em adoração apaixonada ao Senhor.....
Cristiane T. Menezes
http://www.linksdejesus.com
Por Cristiane T. Menezes
A Dança é Bíblica? Qual o Significado da dança na Bíblia? Vamos analisar neste texto onde e para que a dança era usada nos tempos bíblicos
Vemos a dança presente na Bíblia, como sinal de gratidão a Deus, como no caso de Miriã, dançando com as mulheres de Israel em gratidão ao Senhor pelo livramento que lhes foi dado.
Exodo 15
20 Então Miriã, a profetisa, irmã de Arão, tomou na mão um tamboril, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamboris, e com danças.
21 E Miriã lhes respondia: Cantai ao Senhor, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo com o seu cavaleiro.
Miriã estava tão alegre com Deus, pelo livramento que foi dado ao povo, que dançava alegremente e ela contagiou as outras mulheres com a sua gratidão a Deus.
A nossa gratidão é contagiante. Se estivermos dançando a Deus em forma de Gratidão, vamos contagiar quem está a nossa volta.
A Bíblia não fala que Miriã pegou o tamboril e chamou as outras mulheres, pelo contrário, diz que as mulheres saíram atrás dela.
A verdadeira Adoração, contagia quem está por perto.
Temos também a situação onde Davi louva ao Senhor com todas as suas forças.
II Samuel 6
14 E Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava Davi cingido dum éfode de linho.
15 Assim Davi e toda a casa de Israel subiam, trazendo a arca do Senhor com júbilo e ao som de trombetas.
16 Quando entrava a arca do Senhor na cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela; e, vendo ao rei Davi saltando e dançando diante do senhor, o desprezou no seu coração.
Davi estava comemorando a volta da Arca da Aliança (a presença de Deus) para a cidade de Davi.
A Bíblia fala, que “dançava com todas a s suas forças”, ou seja, ele estava dando o seu melhor ao Senhor, era um momento de adoração plena ao Pai. Vemos também, que o povo acompanhava Davi na adoração ao Senhor.
“...Davi e toda a casa de Israel subiam, trazendo a arca do Senhor com júbilo e ao som de trombetas”
Porém, vemos uma pessoa que, condenou Davi, pela sua atitude.
“...Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela; e, vendo ao rei Davi saltando e dançando diante do senhor, o desprezou no seu coração”
Vem então a pergunta, por que, Mical condenou a atitude de Davi?
Será que realmente ele estava ultrapassando os limites, já que era um rei, deveria se portar como tal?
Mas, olhando por outro lado, por que Mical havia ficado em casa? Porque não se juntou ao povo para buscar a Arca de Deus?
Ela estava de fora da festa de Adoração ao Senhor.
Quando alguém fica de fora, ou seja, não acompanha a adoração, esta pessoa pode ser usada pelo inimigo, para atrapalhar quem está adorando. Com críticas e questionamento sem fundamento.
Dançar para Deus, é Forma de Gratidão, Adoração. Quando estamos dançando, estamos dando ao Senhor uma adoração com tudo o que temos e com tudo o que somos.
Não importa onde dançamos, no quarto, na igreja, em um seminário, em um momento de devocional.
Se esta dança é para o Senhor, e exclusivamente pra Ele, ele está recebendo nossa adoração.
Cada pesoa, recebeu um talendo específico para que pudesse adorar ao Senhor. Uns cantam, outros evangelizam, outros pregam, outros fazem teatros. Então, porque não dançar?
As pessoas no mundo, dançam para o diabo, dançam para alimentar a carne, por puro prazer.
Será que Deus merece menos que o Diabo?
Se as pessoas podem dançar para o diabo, porque nós, que servimos aquele que é maior queo diabo, não podemos dançar para adorar nosso Senhor?
Deus tem buscado filhos, apaixonados, desesperados, e que façam de tudo para chamar sua atenção.
È por isso que hoje, em muitas igrejas, noivas apaixonadas danças em louvor e adoração ao Senhor Jesus.
E tempo da igreja ultrapassar as barreiras da religiosidade e se expressar em adoração apaixonada ao Senhor.....
Cristiane T. Menezes
http://www.linksdejesus.com
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
A linguagem dos jovens na pós-modernidade
A linguagem dos jovens na pós-modernidade
Por Flávio Lage
Os jovens e adolescentes tem toda uma maneira de se expressar. Entre eles não há nenhum problema com a subtração das palavras, pois elas diminuem em número silábico, mas não perdem seu sentido entre eles. Como exemplo basta observar o pronome de tratamento ”vossa mercê“, que posteriormente passou a ser “vosse mercê“, depois virou “vós mercê”, chegou a “você” e atualmente pronuncia-se apenas “cê“. Na era “digital“ e do chamado “fast food“, o tempo é cada vez mais escasso e com isso tudo tende a ficar mais superficial e rápido. Não há tempo a se perder com muito “blá, blá, blá” e a linguagem também sofre grandes ataques em sua morfologia. Há bem pouco tempo atrás os filhos tomavam benção dos pais, tios e avós, quando chegavam ou saiam de casa ou quando se encontravam em qualquer lugar. E tudo era de forma bem cúltica e ritualizada, no entanto, hoje os pais são chamados de forma bem diferente das gerações anteriores: o pai é chamado de “véio” e a mãe é “veia“, independente da idade de ambos.
Nessa relação entre pais e filhos há uma grande diferença e conflitos que se vê entre as gerações. É bem provável que a leitura da Bíblia sobre o amor de Deus pelo mundo seja assim na próxima geração: “aí véio! Deus indoidô com a galera de todo mundo, que mandô seu único fio, pra o que crê, sê feliz pra sempre“. ( João 3.16 ). Isso ainda poderá variar de região para região do Brasil, já que as gírias também mudam de uma região para outra. O rock é um bom exemplo da linguagem pós-moderna , assim como o hip-hop, funk, o soul , a black music e outros estilos, que transmitem as mais variadas mensagem de forma cantada. O rock, assim como todos os estilos culturais com seus ritmos tem toda a sua forma peculiar de comunicar o evangelho de Cristo na língua do que ouve. Essa variedade de línguas leva a mensagem de Cristo “a toda a criatura” (Marcos 16.15). Do mesmo modo, que existem várias línguas ao redor do mundo, e em cada uma delas o evangelho é pregado, sem com isso impor a língua do missionário e sua cultura, assim também ocorre com as tribos urbanas que recebem o Palavra de Deus em sua língua.
Na confusão de línguas na torre de Babel ocorreu a soberba do homem. “Por isso, se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a língua de toda a terra e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra.“ (Gêneses 11.9). Neste caso é bom notar que a diversidade cultural e a linguagem não foram problemas mas sim a soberba e a desobediência humana. Também sobre a linguagem e tanto na fala como na audição, verifica-se o milagre que se produziu em Jerusalém. “E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. (Atos 2.4). Para levar o evangelho de Cristo a todas as tribos urbanas é necessário conhecer a linguagem e a cultura do grupo. Da mesma forma ocorre com o rock, pois ele pode ser usado como instrumento de evangelização em sua linguagem e estilo próprio, alcançando assim os objetivos específicos que são: vidas transformadas e rendidas aos pés de Jesus Cristo. A linguagem não pode ser barreira para pregar o evangelho e na sua diversidade e pluralidade , a igreja deve entender que o Espírito Santo está atuando e renovando, não somente a língua, o ritmo e o estilo, mas todas as coisas.
Se “o Espírito sopra onde quer“ (João 3.8 ), como poderíamos limitá-lo a uma língua, estilo musical. Etnia, cultura ou classe social? Enquanto muitas pessoas discutem e entram em debates que não levarão a nada, muitos jovens estão indo para o abismo espiritual, e por que não dizer para o inferno. Dessa forma, conseguimos entender o grande amor de Deus, que não se limita a uma linguagem, o amor de Deus não está acessível a linguagem ou signos humanos apenas, ele é maior e transcendente, no entanto está disponível a todo o mundo. (João 3.16). E isso foi o que assustou todos os estrangeiros que estavam em Jerusalém. “Como pois os ouvimos, cada um na nossa própria língua em que somos nascidos?” (Atos 2.8).
Jesus Cristo sendo Deus se fez “homem e habitou entre nós” (João 1.14), Ele viveu em uma cultura, se vestiu como os homens de seu tempo, comeu, sorriu, trabalhou, chorou, bebeu e louvou a Deus como eles. Se Ele sendo Deus usou todos os elementos da cultura e esteve com os perdidos e marginalizados de sua época, como podemos nos achar tão santos e separados para não atuar no mundo, discriminando alguns grupos e criando outros? E como podemos dizer que atuamos no mundo como agentes do Reino de Deus sem buscar transformação e renovação de todos os homens?
Portanto devemos ver que para Deus não há limites para salvar o homem, seu amor incondicional é piração para muitos. Deus não chama os melhores para realizar a sua obra, Ele chama os piores para fazê-la e isto que confunde muitos que se acham justos aos seus próprios olhos. “Não necessitam de médico os que estão sãos, mas sim os que estão enfermos. Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores, ao arrependimento.” (Lucas 5.31-32).
Que Deus nos abençoe
Flávio Lage
http://www.adorazione.com.br
flavioposttrevor@yahoo.com.br
Por Flávio Lage
Os jovens e adolescentes tem toda uma maneira de se expressar. Entre eles não há nenhum problema com a subtração das palavras, pois elas diminuem em número silábico, mas não perdem seu sentido entre eles. Como exemplo basta observar o pronome de tratamento ”vossa mercê“, que posteriormente passou a ser “vosse mercê“, depois virou “vós mercê”, chegou a “você” e atualmente pronuncia-se apenas “cê“. Na era “digital“ e do chamado “fast food“, o tempo é cada vez mais escasso e com isso tudo tende a ficar mais superficial e rápido. Não há tempo a se perder com muito “blá, blá, blá” e a linguagem também sofre grandes ataques em sua morfologia. Há bem pouco tempo atrás os filhos tomavam benção dos pais, tios e avós, quando chegavam ou saiam de casa ou quando se encontravam em qualquer lugar. E tudo era de forma bem cúltica e ritualizada, no entanto, hoje os pais são chamados de forma bem diferente das gerações anteriores: o pai é chamado de “véio” e a mãe é “veia“, independente da idade de ambos.
Nessa relação entre pais e filhos há uma grande diferença e conflitos que se vê entre as gerações. É bem provável que a leitura da Bíblia sobre o amor de Deus pelo mundo seja assim na próxima geração: “aí véio! Deus indoidô com a galera de todo mundo, que mandô seu único fio, pra o que crê, sê feliz pra sempre“. ( João 3.16 ). Isso ainda poderá variar de região para região do Brasil, já que as gírias também mudam de uma região para outra. O rock é um bom exemplo da linguagem pós-moderna , assim como o hip-hop, funk, o soul , a black music e outros estilos, que transmitem as mais variadas mensagem de forma cantada. O rock, assim como todos os estilos culturais com seus ritmos tem toda a sua forma peculiar de comunicar o evangelho de Cristo na língua do que ouve. Essa variedade de línguas leva a mensagem de Cristo “a toda a criatura” (Marcos 16.15). Do mesmo modo, que existem várias línguas ao redor do mundo, e em cada uma delas o evangelho é pregado, sem com isso impor a língua do missionário e sua cultura, assim também ocorre com as tribos urbanas que recebem o Palavra de Deus em sua língua.
Na confusão de línguas na torre de Babel ocorreu a soberba do homem. “Por isso, se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a língua de toda a terra e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra.“ (Gêneses 11.9). Neste caso é bom notar que a diversidade cultural e a linguagem não foram problemas mas sim a soberba e a desobediência humana. Também sobre a linguagem e tanto na fala como na audição, verifica-se o milagre que se produziu em Jerusalém. “E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. (Atos 2.4). Para levar o evangelho de Cristo a todas as tribos urbanas é necessário conhecer a linguagem e a cultura do grupo. Da mesma forma ocorre com o rock, pois ele pode ser usado como instrumento de evangelização em sua linguagem e estilo próprio, alcançando assim os objetivos específicos que são: vidas transformadas e rendidas aos pés de Jesus Cristo. A linguagem não pode ser barreira para pregar o evangelho e na sua diversidade e pluralidade , a igreja deve entender que o Espírito Santo está atuando e renovando, não somente a língua, o ritmo e o estilo, mas todas as coisas.
Se “o Espírito sopra onde quer“ (João 3.8 ), como poderíamos limitá-lo a uma língua, estilo musical. Etnia, cultura ou classe social? Enquanto muitas pessoas discutem e entram em debates que não levarão a nada, muitos jovens estão indo para o abismo espiritual, e por que não dizer para o inferno. Dessa forma, conseguimos entender o grande amor de Deus, que não se limita a uma linguagem, o amor de Deus não está acessível a linguagem ou signos humanos apenas, ele é maior e transcendente, no entanto está disponível a todo o mundo. (João 3.16). E isso foi o que assustou todos os estrangeiros que estavam em Jerusalém. “Como pois os ouvimos, cada um na nossa própria língua em que somos nascidos?” (Atos 2.8).
Jesus Cristo sendo Deus se fez “homem e habitou entre nós” (João 1.14), Ele viveu em uma cultura, se vestiu como os homens de seu tempo, comeu, sorriu, trabalhou, chorou, bebeu e louvou a Deus como eles. Se Ele sendo Deus usou todos os elementos da cultura e esteve com os perdidos e marginalizados de sua época, como podemos nos achar tão santos e separados para não atuar no mundo, discriminando alguns grupos e criando outros? E como podemos dizer que atuamos no mundo como agentes do Reino de Deus sem buscar transformação e renovação de todos os homens?
Portanto devemos ver que para Deus não há limites para salvar o homem, seu amor incondicional é piração para muitos. Deus não chama os melhores para realizar a sua obra, Ele chama os piores para fazê-la e isto que confunde muitos que se acham justos aos seus próprios olhos. “Não necessitam de médico os que estão sãos, mas sim os que estão enfermos. Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores, ao arrependimento.” (Lucas 5.31-32).
Que Deus nos abençoe
Flávio Lage
http://www.adorazione.com.br
flavioposttrevor@yahoo.com.br
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Ah, se eu tivesse asas!
Ah, se eu tivesse asas!
Por Élcio Lourenço
A tristeza desce tal qual bruma cinzenta que enuncia a escuridão da noite, tudo envolvendo com seu hálito frio, sufocando o gemido guardado no peito.
Sonhos perdidos, duro labor que jamais recebeu a justa paga, rejeição daqueles que mais deveriam amar, ingratidão, prejuízo, desesperança, lágrimas e dor.
Coisas que tanto desejaríamos evitar, esquecer, lançar nas profundezas do oceano, nas cavernas mais ocultas, mas que insistem, todo tempo, em nossos ouvidos sussurrar.
É neste momento que se faz nosso o anseio do famoso rei Davi, no dia de sua adversidade, quando clamava aos céus dizendo: “Quem me dera ter asas como a pomba e voar daqui”...(Salmos 55:6).
Aos seres humanos não foi dado, contudo, o poder material de voar com asas próprias, alcançando os céus, repousando no deserto, cobrindo o espaço dos oceanos, afastando-se do sofrer.
O desalento, as tristezas e o pesar parecem persistir ao nosso redor, e o Mestre Jesus sobre isso alertou: “No mundo tereis aflições”... (João 16:33a).
Apesar de não parecer auspicioso, nessa mesma frase Jesus nos indica algo bastante animador: ...“mas tende bom ânimo, eu venci o mundo (João 16:33b).
Duas realidades que, juntas, podem levar nossa mente a considerar que se trata de um simples e pequeno lenitivo, que o sofrer sempre nos acompanhará, e eis, de novo, as asas a preencher nosso pensar.
Outra vez a sensação da escuridão que se fecha envolve nossa mente e espírito. Sabemos que a noite virá, e que não temos como fazer o sol parar, embora milagre tal já na Bíblia é possível encontrar (Josué 10:13).
Mas espere, não vá ainda no desânimo mergulhar, pois duas coisas, por Deus prometidas, e, portanto, verdadeiras e eternas, nos será possível considerar.
A primeira nos é legada pelo mesmo rei Davi, e garante que a tristeza somente permanece por um tempo e é seguida pelo refrigério: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manha”. (Salmos 30:5).
A segunda, surpresa!, asas nos promete conferir: “Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias...” (Isaias 40:30-31).
Se suas tristezas são grandes, caso já tenha pensado em desistir, anime-se.
Deus está com você, marcando o tempo do livramento e, se necessário for, dará asas para que escape daquilo que é muito penoso suportar.
Que Deus nos abençoe
Élcio Lourenço
http://www.vidanovamusic.com
je.lourenco@uol.com.br
Por Élcio Lourenço
A tristeza desce tal qual bruma cinzenta que enuncia a escuridão da noite, tudo envolvendo com seu hálito frio, sufocando o gemido guardado no peito.
Sonhos perdidos, duro labor que jamais recebeu a justa paga, rejeição daqueles que mais deveriam amar, ingratidão, prejuízo, desesperança, lágrimas e dor.
Coisas que tanto desejaríamos evitar, esquecer, lançar nas profundezas do oceano, nas cavernas mais ocultas, mas que insistem, todo tempo, em nossos ouvidos sussurrar.
É neste momento que se faz nosso o anseio do famoso rei Davi, no dia de sua adversidade, quando clamava aos céus dizendo: “Quem me dera ter asas como a pomba e voar daqui”...(Salmos 55:6).
Aos seres humanos não foi dado, contudo, o poder material de voar com asas próprias, alcançando os céus, repousando no deserto, cobrindo o espaço dos oceanos, afastando-se do sofrer.
O desalento, as tristezas e o pesar parecem persistir ao nosso redor, e o Mestre Jesus sobre isso alertou: “No mundo tereis aflições”... (João 16:33a).
Apesar de não parecer auspicioso, nessa mesma frase Jesus nos indica algo bastante animador: ...“mas tende bom ânimo, eu venci o mundo (João 16:33b).
Duas realidades que, juntas, podem levar nossa mente a considerar que se trata de um simples e pequeno lenitivo, que o sofrer sempre nos acompanhará, e eis, de novo, as asas a preencher nosso pensar.
Outra vez a sensação da escuridão que se fecha envolve nossa mente e espírito. Sabemos que a noite virá, e que não temos como fazer o sol parar, embora milagre tal já na Bíblia é possível encontrar (Josué 10:13).
Mas espere, não vá ainda no desânimo mergulhar, pois duas coisas, por Deus prometidas, e, portanto, verdadeiras e eternas, nos será possível considerar.
A primeira nos é legada pelo mesmo rei Davi, e garante que a tristeza somente permanece por um tempo e é seguida pelo refrigério: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manha”. (Salmos 30:5).
A segunda, surpresa!, asas nos promete conferir: “Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias...” (Isaias 40:30-31).
Se suas tristezas são grandes, caso já tenha pensado em desistir, anime-se.
Deus está com você, marcando o tempo do livramento e, se necessário for, dará asas para que escape daquilo que é muito penoso suportar.
Que Deus nos abençoe
Élcio Lourenço
http://www.vidanovamusic.com
je.lourenco@uol.com.br
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Penso, logo existo!
Penso, logo existo!
Por Evaristo Fernandes
Esta frase de René Descartes, considerado pai da filosofia moderna, me induziu á escrever esta coluna É um tanto quanto difícil entender certas atitudes do ser humano e Jesus em se tornando homem, sentiu isso na pele, quando decepcionado falou: “O profeta não tem honra em sua própria pátria”. A cada dia, a cada semana, a cada ano, a cada década, vivemos muitos momentos em nossas vidas que nos fazem refletir sobre o que é certo e o que é errado. Estas reflexões nos propõem duas opções: Evoluirmos como pessoa ou estagnarmos em nossos pensamentos e paradigmas. Você pode estar certo de suas convicções, mas isso não quer dizer que você esteja “correto” nelas, podendo estar sinceramente convicto de algo errado. Você pode estar convictamente errado! O cristão tem a Bíblia como regra de fé, mas muitos a usam em conveniência em assuntos concernentes àquilo que diz respeito as suas convicções.
Um grande paradoxo disso é a enorme preocupação de várias igrejas na conversão de almas que ainda não aceitaram o evangelho e a total displicência com as almas que estão no convívio da comunidade cristã em que participam, o que é, uma enorme falta de amor verdadeiro e descumprimento de ordenança direta de Jesus.
É como o ridículo cumprimento onde a pergunta é: “Está tudo bem?”. Mas na verdade o interesse em saber se está ou não é totalmente inexistente.
A manipulação de conceitos por interpretações bíblicas em aspecto particular muitas vezes também pode ter efeitos destrutivos e muitas vezes irreparáveis. Como a guerra santa entre denominações em busca de maior “status” ou ainda mais a auto-afirmação pessoal sobre quem é ou não, chamado por Deus e escolhido por Ele.
Ninguém tem o direito de questionar a atuação de Deus, nem tão pouco o chamado de Deus á qualquer pessoa e muito menos avaliar ou minimizar este chamado. O chamado e escolha de Deus, bem como seu atuar na vida de uma pessoa, depende única e exclusivamente DELE.
A Bíblia ratifica isto, quando vimos Raabe, uma prostituta, ser citada como referência de fé; O apóstolo Paulo, com antecedentes terríveis no massacre de cristãos, se tornando o principal porta-voz do evangelho após a morte e ressurreição de Jesus. E por que não citar o rei Davi, que assumiu o trono, sem ser filho do rei e nem mesmo pertencer a linhagem real?
Do contrário, também vemos rejeição da parte de Deus, sobre pessoas chamadas e escolhidas para o sacerdócio, como Eli, que em sabendo que seus filhos não agiam de forma correta não tomou qualquer atitude e em conseqüência teve uma morte trágica. Deus não se deixa escarnecer, ele é um fogo consumidor!
Deus não faz acepção de pessoas, mas a multiforme graça de Deus nos constitui reis e sacerdotes.
Davi, quando pecou, foi visitado pelo profeta Natã que lhe propôs uma parábola, sobre um homem que tinha muitas ovelhas, mas que ao receber uma visita ilustre em sua casa, pegou a única ovelha de um homem pobre para sacrificar e servir no banquete. Revoltado, David deu sentença de morte ao homem que havia feito este agravo desleal, mas não se deu conta que o homem em questão era ele próprio que havia tomado a mulher de Urias, seu fiel soldado, e ainda matado o homem. De todos os erros de servos de Deus na Bíblia, este foi um dos mais ou até o mais bárbaro; adultério, seguido de homicídio. No entanto, não foi rotulado nem estigmatizado como um homem sem caráter, ou adultero, ou assassino, antes, foi chamado pelo próprio Deus como, “o homem segundo o meu coração”. Deus o havia chamado e escolhido e nada poderia mudar isto.
Há uma frase popular que já citei em outras ocasiões como ser um clichê totalmente tendencioso que é “Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos”. Quero dizer que Deus escolhe pessoas, cada uma de acordo com sua capacidade, capacitando tanto os de maior alcance quanto os de menor, usando a cada um de acordo com seu propósito.
. Paulo considerou sua inteligência como esterco, é verdade, mas em quais circunstâncias? Ele não abriu mão de sua capacidade intelectual, antes usufruiu muito bem dela em todo o seu ministério, se fazendo de fraco para os fracos e de forte para os fortes. Ele apenas estava ciente de que quem faz a obra é o Espírito Santo e que em âmbito espiritual de transformação de vidas sua inteligência de nada vale. Deus não gosta de ignorância e falta de conhecimento, isso sim é uma verdade, tanto que incentiva o crescimento do conhecimento.
Sejamos razoáveis, a conveniência de ver o que está errado e simplesmente nos calar pode ser uma forma de respeito, mas não quer dizer que seja uma forma “correta” de respeito.
Deus nos fez a sua imagem, seres pensantes.
“Procura lembrar-me; entremos juntos em juízo; apresenta as tuas razões, para que te possas justificar!” Isaías 43: 26.
Neste versículo Deus, claramente propõe sinceridade de nós pra com Ele. Logo, se Deus, que conhece nosso pedir, antes que a palavra chegue em nossa boca, reivindica honestidade, logo se torna incoerente a passividade quanto àquilo que não está correto.
A maior atitude de respeito de um ser humano para com o outro, seja em igual ou diferente nível intelectual ou hierárquico, é ser honesto e sincero; Em contrapartida o maior desrespeito é a subestimação da capacidade intelectual de avaliação do correto ou incorreto, de outrem a qualquer atitude, palavra ou pensamento expresso.
Tamanha é a importância e valia disto que está escrito: “Avalie-se, pois cada um á si mesmo,...” no concernente a participação da celebração da Santa Ceia.
Ora, o Espírito Santo, nos conduz a toda verdade. Versículos como: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, faz menção a esta maravilhosa condição divina de pensar. Quanto a mim, não posso negar minha existência, logo penso.
Então amigo irmão pense e exista, pois Deus é contigo!
Deus abençoe
Evaristo Fernandes
http://effmusicman.zip.net
eumusico@hotmail.com
Por Evaristo Fernandes
Esta frase de René Descartes, considerado pai da filosofia moderna, me induziu á escrever esta coluna É um tanto quanto difícil entender certas atitudes do ser humano e Jesus em se tornando homem, sentiu isso na pele, quando decepcionado falou: “O profeta não tem honra em sua própria pátria”. A cada dia, a cada semana, a cada ano, a cada década, vivemos muitos momentos em nossas vidas que nos fazem refletir sobre o que é certo e o que é errado. Estas reflexões nos propõem duas opções: Evoluirmos como pessoa ou estagnarmos em nossos pensamentos e paradigmas. Você pode estar certo de suas convicções, mas isso não quer dizer que você esteja “correto” nelas, podendo estar sinceramente convicto de algo errado. Você pode estar convictamente errado! O cristão tem a Bíblia como regra de fé, mas muitos a usam em conveniência em assuntos concernentes àquilo que diz respeito as suas convicções.
Um grande paradoxo disso é a enorme preocupação de várias igrejas na conversão de almas que ainda não aceitaram o evangelho e a total displicência com as almas que estão no convívio da comunidade cristã em que participam, o que é, uma enorme falta de amor verdadeiro e descumprimento de ordenança direta de Jesus.
É como o ridículo cumprimento onde a pergunta é: “Está tudo bem?”. Mas na verdade o interesse em saber se está ou não é totalmente inexistente.
A manipulação de conceitos por interpretações bíblicas em aspecto particular muitas vezes também pode ter efeitos destrutivos e muitas vezes irreparáveis. Como a guerra santa entre denominações em busca de maior “status” ou ainda mais a auto-afirmação pessoal sobre quem é ou não, chamado por Deus e escolhido por Ele.
Ninguém tem o direito de questionar a atuação de Deus, nem tão pouco o chamado de Deus á qualquer pessoa e muito menos avaliar ou minimizar este chamado. O chamado e escolha de Deus, bem como seu atuar na vida de uma pessoa, depende única e exclusivamente DELE.
A Bíblia ratifica isto, quando vimos Raabe, uma prostituta, ser citada como referência de fé; O apóstolo Paulo, com antecedentes terríveis no massacre de cristãos, se tornando o principal porta-voz do evangelho após a morte e ressurreição de Jesus. E por que não citar o rei Davi, que assumiu o trono, sem ser filho do rei e nem mesmo pertencer a linhagem real?
Do contrário, também vemos rejeição da parte de Deus, sobre pessoas chamadas e escolhidas para o sacerdócio, como Eli, que em sabendo que seus filhos não agiam de forma correta não tomou qualquer atitude e em conseqüência teve uma morte trágica. Deus não se deixa escarnecer, ele é um fogo consumidor!
Deus não faz acepção de pessoas, mas a multiforme graça de Deus nos constitui reis e sacerdotes.
Davi, quando pecou, foi visitado pelo profeta Natã que lhe propôs uma parábola, sobre um homem que tinha muitas ovelhas, mas que ao receber uma visita ilustre em sua casa, pegou a única ovelha de um homem pobre para sacrificar e servir no banquete. Revoltado, David deu sentença de morte ao homem que havia feito este agravo desleal, mas não se deu conta que o homem em questão era ele próprio que havia tomado a mulher de Urias, seu fiel soldado, e ainda matado o homem. De todos os erros de servos de Deus na Bíblia, este foi um dos mais ou até o mais bárbaro; adultério, seguido de homicídio. No entanto, não foi rotulado nem estigmatizado como um homem sem caráter, ou adultero, ou assassino, antes, foi chamado pelo próprio Deus como, “o homem segundo o meu coração”. Deus o havia chamado e escolhido e nada poderia mudar isto.
Há uma frase popular que já citei em outras ocasiões como ser um clichê totalmente tendencioso que é “Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos”. Quero dizer que Deus escolhe pessoas, cada uma de acordo com sua capacidade, capacitando tanto os de maior alcance quanto os de menor, usando a cada um de acordo com seu propósito.
. Paulo considerou sua inteligência como esterco, é verdade, mas em quais circunstâncias? Ele não abriu mão de sua capacidade intelectual, antes usufruiu muito bem dela em todo o seu ministério, se fazendo de fraco para os fracos e de forte para os fortes. Ele apenas estava ciente de que quem faz a obra é o Espírito Santo e que em âmbito espiritual de transformação de vidas sua inteligência de nada vale. Deus não gosta de ignorância e falta de conhecimento, isso sim é uma verdade, tanto que incentiva o crescimento do conhecimento.
Sejamos razoáveis, a conveniência de ver o que está errado e simplesmente nos calar pode ser uma forma de respeito, mas não quer dizer que seja uma forma “correta” de respeito.
Deus nos fez a sua imagem, seres pensantes.
“Procura lembrar-me; entremos juntos em juízo; apresenta as tuas razões, para que te possas justificar!” Isaías 43: 26.
Neste versículo Deus, claramente propõe sinceridade de nós pra com Ele. Logo, se Deus, que conhece nosso pedir, antes que a palavra chegue em nossa boca, reivindica honestidade, logo se torna incoerente a passividade quanto àquilo que não está correto.
A maior atitude de respeito de um ser humano para com o outro, seja em igual ou diferente nível intelectual ou hierárquico, é ser honesto e sincero; Em contrapartida o maior desrespeito é a subestimação da capacidade intelectual de avaliação do correto ou incorreto, de outrem a qualquer atitude, palavra ou pensamento expresso.
Tamanha é a importância e valia disto que está escrito: “Avalie-se, pois cada um á si mesmo,...” no concernente a participação da celebração da Santa Ceia.
Ora, o Espírito Santo, nos conduz a toda verdade. Versículos como: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, faz menção a esta maravilhosa condição divina de pensar. Quanto a mim, não posso negar minha existência, logo penso.
Então amigo irmão pense e exista, pois Deus é contigo!
Deus abençoe
Evaristo Fernandes
http://effmusicman.zip.net
eumusico@hotmail.com
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